Tecnun Motorsport inova em produção de peças com impressão 3D

Significativa redução de peso de 60% levou a um maior desempenho na pista

Stratasys, empresa global de soluções de tecnologia aditiva aplicada, anunciou que a equipe estudantil de automobilismo Tecnun está reduzindo o tempo necessário para a criação de peças de corrida de uso final complexas, diminuindo significativamente o seu peso, usando os núcleos impressos em 3D da Stratasys para inovar na produção de peças compostas.

A Tecnun, equipe estudantil de competição automobilística da Universidade de Navarra, Espanha, projeta e fabrica seus próprios carros que disputam todos os anos a competição “Formula Student International”. Aproveitando a tecnologia de manufatura aditiva da Stratasys por meio de seu revendedor local, a Pixel Sistemas, a Tecnun agora é capaz de produzir moldes impressos em 3D extremamente complexos para peças-chave de corrida em poucas horas, em comparação às três semanas necessárias quando são utlizados moldes de alumínio fabricados por métodos tradicionais.

Com o tempo economizado durante a produção, a equipe pode fazer mais iterações em seus projetos, e desenvolver peças finais de fibra de carbono 60% mais leves do que aquelas fabricadas pelos métodos de produção convencionais, aumentando assim o desempenho dos carros na pista.

Como explica Javier Aperribay, diretor técnico da Tecnun Motorsport, o design do colector de admissão, um componente vital para garantir que um volume suficiente de ar atinja os cilindros do motor para aumentar a velocidade, é crucial para o sucesso do veículo e uma área específica em que a tecnologia da Stratasys pode ser implantada.

“A fabricação de um coletor de admissão é extremamente complexa, uma vez que compreende vários componentes importantes, essenciais para a distribuição do ar ao longo de suas quatro unidades”, diz Aperribay. “Pretendemos criar coletores de admissão de compósitos de fibra de carbono, mas estamos conscientes de que a fabricação de tal peça requer um molde no qual seja possível modelar os materiais compósitos e então criar a peça final.”

“A usinagem CNC é usada para produzir o molde de alumínio. No entanto, este é tipicamente um processo inflexível e dispendioso. Além disso, as revisões de design subsequentes aplicadas ao molde acabam por atrasar o projeto e adicionar custos extras”, acrescenta.

Invariavelmente envolta em problemas por horários de produção apertados e restrições orçamentárias, a Tecnun testou, no passado, várias outras tecnologias de manufatura aditiva na esperança de encontrar alternativas mais rápidas e mais baratas para a produção de ferramentas de modelagem. Contudo, chegou-se à conclusão de que os plásticos não eram suficientemente fortes e acabavam quebrando durante o processo de modelagem.

Trabalhando com a Pixel Sistemas e usando uma impressora 3D Fortus 450mc da Stratasys, a Tecnun produz agora, com sucesso, ferramentas de molde para as peças, como o coletor de admissão. Elas são impressas em 3D com o material solúvel ST-130, antes do material compósito de fibra de carbono ser colocado em volta do molde. Uma vez curado, o núcleo interno é lavado, deixando a parte compósita final.

O tempo de produção de peças complexas baixou de três semanas para a cinco horas usando o ferramental FDM
“O uso do ferramental FDM da Stratasys nos permite produzir o coletor de admissão em fibra de carbono, em vez de materiais mais pesados e menos eficientes”, destaca Aperribay. “A característica solúvel superior do material ST-130 permite uma forma mais complexa do coletor de admissão, em comparação aos moldes de alumínio, eliminando a necessidade de montar todos os componentes individualmente. Podemos, agora, obter os moldes impressos em 3D em apenas cinco horas, em oposição às três semanas necessárias para os moldes de alumínio convencionais.”

De acordo com Aperribay, a equipe também está impressionada com o desempenho dos moldes de núcleo solúvel impressos em 3D durante os processos de modelagem e cura da fibra de carbono.

“Descobrimos que o material funciona em temperaturas elevadas de até 121°C e, em determinadas temperaturas, pressões de até 620 kPa durante a cura”, diz ele. “Ao contrário dos materiais anteriores, de polímeros aditivos, o molde não quebra e a qualidade do coletor de compósito de fibra de carbono resultante é fantástica”, compara.
“O uso desta tecnologia facilitou a reação de combustão ideal e vimos aumentar o desempenho na pista\”, afirma Aperribay. “Avançando, há poucas dúvidas de que as ferramentas FDM desempenharão um papel crucial na superação de nossos desafios atuais de engenharia.”

“O uso pela Tecnun de núcleos impressos em 3D para reduzir os tempos de produção e aumentar a complexidade das peças – e o uso desse tempo economizado em futuras iterações de design para produzir peças muito mais leves – reflete a forma como algumas das equipes mais conhecidas do automobilismo profissional estão também se beneficiando de nossa tecnologia”, diz Andy Middleton, presidente da Stratasys. “Para nós, é emocionante ver os engenheiros de amanhã adotarem essa tecnologia com tanto sucesso, enquanto a ascensão da manufatura aditiva prossegue dentro do setor automotivo.”

 

FONTE: itforum365

Fábrica faz miniaturas de mais de 500 modelos de aeronaves; veja produção

Uma fábrica em Jacareí (SP) produz mais de 500 modelos diferentes de miniaturas de aviões e tem como principais clientes companhias aéreas e fabricante de aeronaves. O processo de fabricação de cada unidade demora até cinco dias e é feito de resina e fibra de vidro.

A empresa Danil Maquetes surgiu há quase 40 anos, quando o metalúrgico Davi Leite foi demitido da fabricante de aeronaves Embraer, em São José dos Campos, após 18 anos de serviço. Nos últimos seis anos na empresa, ele começou a fazer as miniaturas dos aviões e decidiu continuar essa atividade em casa.

Após a morte dele, há cerca de um ano e meio, os filhos, a administradora Fernanda Santos Leite, de 34 anos e o design gráfico Davi, de 35 anos, gerenciam a empresa.

“Quando meu pai foi demitido, ele continuou fazendo as réplicas em casa e a principal compradora era a própria Embraer. Quando tem cerimônia de entrega, a empresa entrega uma miniatura para o piloto e para o comprador. Muitas vezes a própria empresa aérea nos chama porque querem mais”, contou a filha Fernanda.

Irmãos mantém fábrica de réplicas de aviões em Jacareí (Foto: Camilla Motta/G1)

Irmãos mantém fábrica de réplicas de aviões em Jacareí (Foto: Camilla Motta/G1)

Profissionalização

Os pedidos de encomenda começaram a crescer e a casa da família de Davi ficou pequena para a produção. Por isso, em 1987, a fábrica foi montada em um galpão em Jacareí.

“Meu pai sabia tudo sobre avião, era só o cliente falar que ele já tinha tudo na cabeça. Ele era apaixonado. Quando foi demitido, ele chorava, tinha pesadelo, dizia que até trabalharia de graça, mas a fábrica de miniaturas deu certo. Passamos por momentos de crise, mas continuamos os trabalhos”, contou o filho.

Além das companhias aéreas e fabricantes de aeronaves, muitas empresas de manutenção de aeronaves, aeroclubes e colecionadores compram as peças. Muitas delas são feitas exclusivamente para atender um gosto pessoal do cliente.

“Temos muitas pessoas comuns que colecionam e lotam a casa com muitos aviões. Tem um rapaz do Rio de Janeiro que veio buscar 30 maquetes. É a paixão dele. Tem no teto, na mesa, na prateleira, na casa inteira”, contou Fernanda.

Os irmãos contam que geralmente as réplicas acabam parando em outros países. Eles estimam que já tenha as maquetes espalhadas por pelo menos 40 países.

Famosos também são presenteados, um deles é o ator de Hollywood e empresário chinês, Jackie Chan, que comprou uma aeronave da Embraer em 2016 e também foi presenteado com a miniatura da mesma aeronave.

“A gente sabe de famosos que compraram direto com a gente e dos que foram presentados. É muito legal saber disso”, contou Davi.

Alguns dos modelos ficam expostos na fábrica (Foto: Camilla Motta/G1)

Alguns dos modelos ficam expostos na fábrica (Foto: Camilla Motta/G1)

Modelos

As miniaturas medem de oito centímetros até seis metros e o preço varia de R$ 42 a R$ 76 mil. Eles também têm modelos de satélite e mísseis. Por mês, são produzidas cerca de 600 maquetes pelos 14 funcionários que trabalham na unidade.

O processo de fabricação é feito por três setores e passa na mão de pelo menos cinco pessoas até ficar pronta.

“A gente não sabe quando começou a trabalhar, porque a gente já saía da escola, almoçava e vinha pra cá. Não me vejo em outro lugar, a gente gosta muito. Meu sobrinho de sete anos já diz que vai trabalhar aqui. Minha mãe continua trabalhando. É muito importante para nossa família”, concluiu Fernanda.

Davi Leite abriu fábrica de maquetes de aeronaves em Jacareí (Foto: Arquivo Pessoal)

Davi Leite abriu fábrica de maquetes de aeronaves em Jacareí (Foto: Arquivo Pessoal)

Os aviões são feitos em três setores diferentes: confecção, acabamento e pintura (Foto: Camilla Motta/G1)

Os aviões são feitos em três setores diferentes: confecção, acabamento e pintura (Foto: Camilla Motta/G1)

Todo trabalho é feito manualmente (Foto: Camilla Motta/G1)

Todo trabalho é feito manualmente (Foto: Camilla Motta/G1)

Miniatura de avião feito para fã do cantor Gusttavo Lima (Foto: Camilla Motta/G1)

Miniatura de avião feito para fã do cantor Gusttavo Lima (Foto: Camilla Motta/G1)

FONTE: G1

Painel ecológico de fibra de açaí é tema de palestra de professor do AM em Portugal

Manaus – O processo produtivo que utiliza a fibra do caroço do açaí na fabricação de painéis ecológicos foi tema de palestra realizada, nesta quarta-feira (14), na Universidade de Coimbra, em Portugal, pelo professor doutor Antônio Mesquita, do curso de Engenharia de Materiais da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A palestra integrou o primeiro dia da programação do 3º Congresso Luso-Brasileiro de Materiais de Construção Sustentáveis – CLBMCS, que acontece até o dia 16 na universidade portuguesa.

O processo produtivo que utiliza a fibra do caroço do açaí foi tema de palestra na Universidade de Coimbra. (Foto: Reprodução)

O objetivo do congresso é divulgar os avanços científicos e industriais no desenvolvimento e aplicação dos materiais de construção sustentável. O ecopainel da fibra do açaí é um desses itens de inovação tecnológica focado na sustentabilidade. O produto foi desenvolvido durante o doutorado do professor Mesquita e vem recebendo destaque em diversos eventos internacionais, como foi o caso da COP23 na Alemanha e no Instituto de Sustentabilidade do Futuro, da Universidade de Sydney.

Aplicação do Ecopainel

O ecopainel é um forte concorrente que pode substituir os ‘famosos’ painéis de MDF e MDP, muito utilizados na construção civil e no ramo de decoração de interiores. “A diferença é que o ecopainel não utiliza resinas tóxicas nem depende de plantações de árvores para sua confecção”, destacou Mesquita durante sua palestra.

“A técnica de mercerização química: uma nova alternativa sustentável para indústria de painéis com potencialidade no uso da construção civil e movelaria” foi tema inclusive de um artigo escrito pelo professor e parceiros numa revista européia denominada “Industrial Crops and Products” (Cultura e produtos industriais).

“Os painéis feitos de partículas provenientes de fibras vegetais da Amazônia, por meio de rejeitos de frutos agroindustriais, neste caso, a fibra do caroço do açaí pode ser mais que um substituto natural do MDF e MDP, pode levar o Estado do Amazonas a patamares internacionais nesse departamento”, concluiu o professor.

Fonte: canalitacoatiara

GMC Sierra 2019 chega imponente e com fibra de carbono

A GM apresentou nos EUA a GMC Sierra 2019, a irmã da Chevrolet Silverado 2019. Acompanhando a tendência de alta nas vendas de picapes de luxo e também do preço médio de venda desse segmento, que cresce enormemente em tempos de estabilidade econômica, confiança no futuro e gasolina barata.

Visualmente, a GMC Sierra 2019 expõe aquilo que o americano gosta, frente imponente e bem avantajada. Nesta geração, o modelo adota uma grande enorme e cromada, assim como um novo conjunto ótico full LED com desenho bem peculiar, em forma de gancho. O capô é bem alto e com linhas bem acentuadas.

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Elementos estéticos cromados nas laterais e parte inferior do para-choque chamam atenção. Nas laterais, porém, a GMC Sierra 2019 não abusa das formas, como seria de esperar. Na versão Denali, a mais luxuosa, a picape full size americana vem com muitos cromados. A picape tem ainda a versão SLT, que é mais simples. As rodas de liga leve cromadas têm aro 22 polegadas.

Na traseira, as lanternas verticais têm elementos em baixo relevo e são totalmente em LED, mas o que chama atenção é a tampa da caçamba, que possui uma articulação na parte superior, que impede sua abertura total, facilitando assim operações de reposição de carga sem que seja preciso ou que não se possa abri-la totalmente.

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Aliás, a caçamba da GMC Sierra 2019 é o principal destaque da picape. Ela é um sanduíche de materiais diversos com 1.784 litros de capacidade volumétrica, sendo que o assoalho é feito em fibra de carbono. Partes laterais e tampa são feitos em um compósito de fibra de vidro, sendo que ainda há peças em aço, alumínio e plástico.

Por dentro, a GMC Sierra 2019 não poderia faltar com luxo na versão Denali, que agora dispõe de HUD colorido, bem cluster com display TFT centralizado, câmeras nos retrovisores para auxiliar em manobras, acabamento em madeira e alumínio escurecido, revestimentos em couro, multimídia com Google Android Auto e Apple Car Play, bem como tela de 8 polegadas.

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A picape tem ainda um pacote de equipamentos de segurança, incluindo câmera de ré com função trailer, que permite facilitar o engate do reboque. Há também frenagem automática de emergência, detector de pedestres e ciclistas, alertas de colisão e faixa, controle de cruzeiro adaptativo, alertas de tráfego lateral e ponto cego, entre outros. Com o novo jogo de câmeras, é possível ao condutor ver o que se passa nas laterais e traseira durante a condução.

A GMC Sierra 2019 vem ainda com a nova caixa de transmissão automática de 10 marchas, desenvolvida em parceria com a Ford. O modelo também passa a dispor de freio de estacionamento eletrônico. Na mecânica, além do novo turbo diesel 3.0 de seis cilindros em linha, a picape vem com os V8 5.3 e 6.2 litros. A tração é obrigatoriamente 4×2, 4×4 e 4×4 com reduzida. Graças às alterações, o modelo ficou 163 kg mais leve.

Fonte: Notícias Automotivas

Prefeitura diz que Florianópolis deve receber navio de cruzeiro em março

A prefeitura de Florianópolis divulgou nesta segunda-feira (26) que um navio de cruzeiro passará pela cidade em 24 de março. Um estudo de viabilidade para o recebimento de cruzeiros no município já havia sido apresentado em novembro pelo poder público municipal.

Conforme o prefeito Gean Loureiro (PMDB), a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) autorizou a passagem do navio em escala de testes, após reunião em Brasília nesta segunda. A Antaq ainda não se posicionou ao G1sobre o assunto.

De acordo com a prefeitura, a embarcação em questão é da MSC Cruzeiros e deve parar em Canasvieiras, no Norte da Ilha. O prefeito diz que a chegada vai acontecer durante a programação de aniversário da cidade, que é dia 23 de março.

“Isso estimula o turismo, desenvolve a cidade e, com isso, os próximos anos esperamos ter mais cruzeiros, mais desenvolvimentos e um turismo cada vez mais forte”, disse o prefeito em vídeo divulgado nesta segunda.

Estudo sobre a viabilidade de cruzeiros

Também foi anexada uma autorização da Marinha para uma escala teste de transatlântico.

Na época, a administração municipal disse que a Capitania dos Portos de Santa Catarina havia autorizado o procedimento, mas faltava a autorização da Antaq para realizar a primeira escala teste.

Fonte: G1

Com acabamento e materiais nobres, Focal lança a caixa Kanta No 2

Está chegando ao Brasil a série Kanta, da Focal, que, após três anos de pesquisas, foi concebida a partir do casamento de materiais nobres utilizados em outras séries high-end da marca francesa. É o caso do tweeter domo invertido em berílio, de 1”, capaz de se estender a 40kHz (+/-3dB), segundo o fabricante. Esse driver, em sua terceira geração, une até três tecnologias (adquira a edição 260 e saiba mais detalhes), cujo objetivo é reduzir distorção.

Os falantes de 6,5” contam com o também patenteado FLAX cone, membrana de linho desenhada em forma de sanduíche em camadas de fibra de vidro, que atende requisitos de baixa massa, rigidez e amortecimento, visando clareza e precisão sonora. O midrange usa ainda uma suspensão especial, que evita deformações no cone sem comprometer a dinâmica.

Todos os woofers são projetados com um circuito dedicado a estabilizar o campo magnético e controlar melhor os graves. Com aberturas de ar frontal e traseira, o gabinete em madeira traz baffle em polímero 70% mais denso do que o MDF e 15% mais rígido que defletores convencionais, para evitar difração. O acabamento refinado, com topo de vidro e tela magnética, também se destaca.

A torre No 2, de 126cm, que aceita amplificação de 40 a 300W, está disponível em até oito combinações: com capa traseira em preto laqueado e painel brilhante nas cores branco carrara, azul, amarelo e preto; ou capa traseira folheada em madeira natural com frente em marfim, marrom acinzentado, azul e cinza escuro. A Focal Kanta é produzida na França e distribuída no Brasil pela Audiogene.

Fontes: revista HOME THEATER & CASA DIGITAL / Focal

Kit de Fibra de Vidro e Nylon Syncros Matchbox Tailor HV 1.5 para Bike

O Syncros Matchbox Tailor Cage HV1.5 é um suporte de garrafinha pensado com a palavra “integração” em mente. O modelo é feito em Nylon e fibra de vidro, e é equipado com uma multi-ferramenta com 14 funções e também com uma mini-bomba de alto volume, possuindo diversas possibilidades de montagem para adaptação em diferentes quadros.

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A Syncros Matchbox Tailor Cage HV1.5 possui algumas funcionalidades bastante interessantes como a chave de corrente e o case que protege a multi-ferramenta contra água e lama, garantindo sua longevidade e facilidade de uso. Para completar, a chave ainda conta com uma chave de raios e até um segurador de corrente para facilitar a montagem.

Syncros Matchbox Tailor Cage HV1.5

A Bomba HV1.5 é um modelo para alto volume que conta com uma mangueira separada, facilitando o enchimento e prevenindo o empeno da válvula. Compatível com os bicos Schrader e presta, sua pressão máxima de enchimento em 80 psi.

A marca também conta com outros modelos de suporte integrado que possuem menos funcionalidades ou contam com bombas de alta pressão – mais adequada para pneus de estrada. É bom lembrar que os suportes possuem duas versões diferentes para quem prefere pegar a garrafa pela direita ou pela esquerda.

Ficha Técnica

Material: Fibra de vidro reforçada com Nylon
Chaves:
– Chave de corrente
– Duas chaves de raio
– Segurador de corrente,
– Chaves Torx T10 e T25
– Chaves Allen 2mm, 2.5mm, 3.5mm, 4mm, 5mm e 8mm
– Chave de fenda
– Chave philipps
Bomba: Syncros HV1.5 Mini-Pump de alto volume
Peso divulgado: 340g
Preço: 469,90

Para mais informações, acesse o site oficial da Syncros.

Fonte: Pedal

Lançado o novo Renault Mégane R.S. com elementos de fibra de carbono, 280 cavalos, a partir de €38.780

Maio será o mês que Portugal receberá as primeiras unidades do novo Renault Mégane R.S., que conta com uma nova motorização 1.8 Turbo com 280 cavalos, um chassis mais eficaz e um comportamento que fará as delicias de quem já adorava este desportivo de tracção dianteira de referência.

Ford revela ‘baby’ Raptor baseada na Ranger

Ranger Raptor traz suspensões reforçadas e motor 2.0 a diesel biturbo para encarar qualquer terreno

gora, a família Raptor ficou maior. A Ford apresentou nesta quarta-feira (7), durante evento em Bangkok, na Talândia, a Ranger Raptor. A novidade vai fazer companhia para a F-150 Raptor como uma picape off-road feita para encarar qualquer terreno, porém em um pacote mais compacto.  A versão mais insana da nossa conhecida Ranger começa a ser produzida até o fim deste ano no país asiático e poderá ser comercializada em outros países, incluindo os Estados Unidos – por enquanto, nenhuma informação oficial a respeito do Brasil.

2019 ford ranger raptor

2019 ford ranger raptor

Enquanto a F-150 Raptor traz embaixo do capô um motor 3.5 V6 biturbo a gasolina, capaz de render 456 cv de potência e 70,5 kgf.m de torque, a Ranger Raptor será equipada com propulsor turbodiesel de quatro cilindros e dois litros de cilindrada, também sobrealimentado por dois turbos para entregar 213 cv e 510,1 kgf.m, com gerenciamento da mesma transmissão automática de dez marchas da irmã maior.

2019 ford ranger raptor

2019 ford ranger raptor

A título de comparação, a Ranger vendida atualmente no Brasil e produzida na Argentina traz, na sua configuração mais parruda, motor 3.2 turbodiesel de cinco cilindros, que entrega 200 cv e 47,9 kgfm, com câmbio automático de seis velocidades.

2019 ford ranger raptor

2019 ford ranger raptor

Também traz, a exemplo da F-150 com o mesmo nome, suspensões reforçadas e de curso longo, com amortecedores de competição da Fox na dianteira e na traseira, maior vão livre em relação ao solo, ângulos de ataque e de saída mais agressivos, pneus todo-terreno de 17 polegadas, assoalho protegido com aço e seletor de de modo de condução para a tração em ideal em diferentes tipos de terreno – são ao todo seis opções, que incluem condução no asfalto e até modo esportivo, para maior performance.

2019 ford ranger raptor

2019 ford ranger raptor

Visualmente, a Ranger Raptor traz para-choques diferenciados, detalhes pretos, incluindo das rodas aro 17, estribo lateral, para-choques mais altos e parrudos e caixas de roda alargadas – os para-lamas dianteiros são de material compósito, combinando plástico com fibra de vidro, para maior leveza e resistência em condições severas de rodagem.

2019 ford ranger raptor

2019 ford ranger raptor

Por dentro, a picape traz acabamento predominantemente preto, pedais de alumínio e volante esportivo, com uma faixa vermelha no centro da parte superior, como em carros de competição.

Fonte: wm1

Com propriedades exclusivas, nanocelulose revoluciona materiais

Expectativa no setor industrial é de que a nanocelulose será o próximo supermaterial a mudar o mundo num futuro próximo

las são partículas minúsculas, chegam a ter a espessura até dez mil vezes menor do que um fio de cabelo, mas possuem superpoderes: são as nanopartículas de celulose, partes extremamente pequenas de matéria vegetal que têm se revelado como um dos maiores avanços tecnológicos dos últimos tempos.

Na Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da USP, no Laboratório de Biocatálise e Bioprodutos, estão sendo pesquisados novas rotas de obtenção e aplicação destas nanopartículas a partir de fibras celulose – o polímero natural mais abundante na Terra, de fonte 100% renovável, e encontrado no bagaço da cana-de-açúcar e no eucalipto, por exemplo.

O diferencial das pesquisas realizadas na EEL é o desenvolvimento de tecnologia de base biotecnológica para processos escalonáveis. Avanços nesta área podem viabilizar que estas nanopartículas sejam utilizadas de novas maneiras, por exemplo, resultando em materiais com inúmeras possibilidades de aplicação.

A partir da celulose é possível obter dois tipos de nanopartículas: a celulose nanocristalina e a nanofibrilada. A celulose nanofibrilada fica disposta em feixes paralelos organizados “como macarrões espaguete na embalagem”, enquanto a celulose cristalina (ou nanocristais) com aspecto de minúsculos bastonetes cristalinos “se assemelha a agulhas ou grãos de arroz, porém com espessura cerca de 200 mil vezes menor”, exemplifica o coordenador do grupo de pesquisa, o professor Valdeir Arantes.

A nanocelulose, com sua alta performance e versatilidade, é uma aliança entre nanotecnologia, biotecnologia e matéria-prima renovável.

Os poderes da nanocelulose são decorrentes de uma combinação única de propriedades físicas, químicas e biológicas, como elevada resistência mecânica, leveza, alta área superficial, biodegradabilidade, biocompatibilidade, entre outras. Arantes conta que, por isso, o interesse para aplicação de nanocelulose abrange vários setores da indústria, como papel, têxtil, construção civil, alimentícia, biomédica, farmacêutica, cosméticos, automotiva, aeroespacial, eletrônica, entre outras.

Um material, muitos usos

A indústria que mais tem investido em pesquisas na área é a de papel e celulose, que busca diversificação no  portfólio de produtos. Já na indústria de óleo e gás está uma das aplicações inovadoras da nanocelulose, pois o material melhora aspectos da reologia (deformação e o escoamento) dos fluidos de perfuração, reduz o atrito no revestimento dos poços de petróleo e, devido à grande possibilidade de modificação, a celulose nanocristalina pode ser utilizada nas emulsões que estabilizam a interface óleo-água.

Na indústria de medicamentos, as nanopartículas obtidas da celulose servem como carreadores para liberação controlada de fármacos. Devido à sua elevada transparência e possibilidade de ser eletricamente condutora, podem ser utilizadas, por exemplo, como uma superfície para dispositivos eletrônicos flexíveis. Na medicina, podem fazer parte de um curativo inteligente ou pele artificial na cicatrização de feridas e queimaduras, acelerando o processo de cicatrização. Com algumas propriedades similares ou até superiores a populares supermateriais como grafeno e kevlar (usado em roupas à prova de bala), a nanocelulose, de oito a dez vezes mais forte e mais leve que o aço inoxidável, por exemplo, é um material muito atrativo para as indústrias aeronáutica e automotiva.

De acordo com o pesquisador, os estudos em Lorena estão focados em aplicar rotas ambientalmente corretas, mais eficientes do ponto de vista técnico, econômico, e ambiental, e em encontrar meios biotecnológicos que possam liberar as nanoceluloses de modo que seja vantajoso tanto para indústria, quanto para o meio ambiente. “Estamos trabalhando para desenvolver processos biotecnológicos utilizando enzimas específicas e combinações que possam extrair essas nanopartículas de forma eficiente e com propriedades diferenciadas”, declara Arantes.

Além da procura por um método ambientalmente aceitável e menos oneroso para extração das nanopartículas de celulose, o grupo também trabalha no desenvolvimento de técnicas que possibilitem a incorporação eficiente da nanocelulose em matrizes poliméricas, os chamados compósitos e nanocompósitos, que são  materiais formados pela união de outros visando a obter maior qualidade. Busca-se criar o que Arantes chama de superplástico ou plástico inteligente, com melhores propriedades de barreira, podendo ser biodegradável, mais leve e mais resistente que os convencionais. Esse supermaterial poderá ser utilizado para embalagens alimentícias, componentes plásticos automobilísticos, ou embalagens em geral, um setor em constante crescimento em decorrência da expansão do comércio eletrônico.

“Fibria Insight”

Nesta linha de aplicação de nanocelulose, recentemente as pesquisas realizadas no Laboratório de Biocatálise e Bioprodutos da EEL tiveram destaque no Fibria Insight. Trata-se de um programa para identificar e estimular soluções inovadoras e novas oportunidades de negócio em parceria com outras instituições oferecido pela Fibria, empresa brasileira que lidera a produção de celulose de eucalipto no mundo. Entre 50 inscritos, o projeto da EEL foi um dos sete finalistas escolhidos para desenvolver, junto à empresa, aplicações inovadoras para a celulose microfibrilada produzida na planta piloto da empresa em Aracruz (ES).

Pelo sistema de imersão, com o objetivo de proporcionar oportunidades de negócios, o programa ofereceu, através de uma aceleradora de startups em Belo Horizonte (MG), um leque de conhecimentos e suporte aos 15 participantes pré-selecionados, focando em visão de custos, informações sobre linguagem comercial, propriedade intelectual, valorização de tecnologia e plano de negócio.

Arantes participou do Fibria Insight representando a equipe composta por Braz Marotti e Gabriela Berto, alunos de doutorado orientados pelo professor no programa de Biotecnologia Industrial da EEL. A equipe vê essa oportunidade como uma proveitosa aproximação do universo da pesquisa acadêmica da realidade industrial, o que é muito benéfico para universidade, pois dá ao docente uma amplificada visão de mercado e negócios. “A nossa participação, além de aproximar a pesquisa acadêmica da indústria, abriu novas portas para parcerias e troca de conhecimentos. Foi uma satisfação enorme poder participar desse desafio tecnológico e levar o nome da USP para uma competição de grande visibilidade”, diz Arantes.

A etapa final de seleção foi realizada em dezembro de 2017 e analisou de perto o potencial inovador e de negócio de cada projeto. A classificação do projeto entre os finalistas resultou em uma parceria entre a USP de Lorena e a Fibria. Ela prevê o desenvolvimento em conjunto de uma tecnologia que irá resultar na aplicação de micro/nanocelulose para obter embalagens plásticas mais resistentes e mais leves, inteligentes e com menor impacto ambiental.  Além disso, o encontro com outros pesquisadores na área durante o programa resultou em uma outra parceria com o Instituto Federal do Amazonas, com a participação em um outro projeto finalista no programa para aplicação de micro/nanocelulose na área de sensores flexíveis para geração de energia.

Devido à versatilidade e potencial de ser produzido com baixo custo, pesquisas em nanocelulose têm atraído atenção das indústrias do mundo todo. Países como Canadá, Finlândia e EUA têm investido pesadamente nesta tendência. “Há uma grande expectativa no setor industrial de que a nanocelulose será o próximo supermaterial que irá mudar o mundo num futuro próximo”, conta Arantes.

Simone Colombo / Assessoria de Comunicação da EEL

Fonte: Jornal da USP