Do rústico ao colorido, 10 tendências para você colocar na sua casa

As principais apostas da temporada direto da Semana de Design de Milão 2018, a design week mais importante do planeta

Milão vem nostálgica em 2018. Continua a bater na mesma tecla do ano passado, de casas aconchegantes e que sirvam de refúgio para a correria do dia a dia, mas avança na estética. O principal evento de design do planeta deixa a linguagem racionalista e o minimalismo para trás de forma definitiva.

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O que se viu foi uma boa dose de elementos retrô que voltam à vida para despertar mais emoções e sensações. Para ser aquele toque mágico que pode iluminar o dia. Como costumavam ser as casas das vovós. Dez macrotendências são evidentes entre os lançamentos anunciados no Salão Internacional do Móvel de Milão e nas mostras paralelas que borbulham pelos principais distritos de design da cidade. Veja nossas apostas! Para ver as imagens em um tamanho maior, é só clicar sobre elas.

Fotos: Divulgação

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Revival do retrô

As características típicas do mid-century (1930-1960) dominaram os lançamentos deste ano. Linhas sinuosas, detalhes art déco, pés palito, detalhes pretos e dourados, mesas de espessuras finas e linhas minimalistas para deixar outras peças roubarem a cena. Estampas que beiram o kitsch sem medo de ser feliz, revestimentos que lembram ou imitam o icônico granilite, ambientações cenográficas que remetem às casas das avós.

É tempo das curvas

As formas arredondadas se consolidaram e dão o tom do design de mobiliário. Poltronas e sofás que abraçam com a gentileza das linhas sinuosas, móveis torneados e tubulares, que inspiram tranquilidade e plenitude. É a bossa das formas orgânicas (encontradas na natureza) que tanto nos fascina.

Volta do estilo Memphis

O movimento italiano que nasceu em Milão em 1981 e conquistou o mundo volta ao holofote. Conhecido por libertar o design das amarras da funcionalidade, conferindo alma aos objetos com muitas formas geométricas, assimetria, tons vibrantes e combinação incomum de cores, o estilo reaparece em novas interpretações.

Madeira cativa

A madeira nunca perde seu lugar cativo no panteão da decoração. Aparece de todo jeito, com todo tipo de acabamento, clara ou escura, sozinha ou misturada com outros materiais, como metal, pedra, plástico ou resina. Aquece os espaços e traz aconchego. Este ano especialmente aparece em formas cilíndricas. Até mesmo a italiana Kartell, mundialmente conhecida por suas criações em plástico, rompeu com sua tradição e anunciou os primeiros produtos de madeira, como solução para um mundo mais sustentável.

Reedições de grandes mestres

Na toada do retrô, muitas marcas trouxeram reedições de peças icônicas assinada por grandes mestres da arquitetura e do design. A prática apareceu como um tsunami entre as gigantes do design. A Cassina criou até uma edição limitada de um estúdio multiuso que Le Corbusier criou para o arquiteto brasileiro Lúcio Costa.

Animal e fantástico

A presença de animais no design se fez ainda mais expressiva. Diversas marcas apostam nos bichos e na vibe tropical para despertar a surpresa e o encanto na decoração, de vasos a luminárias, de cooktops a papéis de parede. Em paralelo, outras empresas optaram por levar o “fantástico” para dentro de casa, por criar peças superautorais que favoreçam ambientes mais lúdicos com um quê de surreal.

Cores da terra

Com exceção de algumas intervenções pontuais de cores mais vivas e de marcas conhecidas por seu DNA
vibrante, Milão apareceu mais sóbria este ano. Os tons terrosos reinaram sozinhos. Vermelho terracota, um amarelo mais fechado, azul mais profundo, verde floresta, marrom e tom quente de bege.

Beleza da imperfeição

O mundo do design abraçou a antiga filosofia japonesa do Wabi-Sabi que busca encontrar beleza na imperfeição e impermanência. O que traz ainda mais autenticidade às peças, mesmo que isso signifique estar um pouco “fora de linha”. São imperfeições aparentes, principalmente das resinas com outros componentes, como materiais orgânicos, a exemplo do açafrão, além do uso de madeiras e cerâmicas e da aposta nas assimetrias.

Peças modulares para espaços pequenos e multiuso

Os espaços pequenos já são uma realidade. E para acompanhar o fenômeno urbano de residências compactas, as soluções modulares são o pulo-do-gato. São peças que podem tomar qualquer escala e assumir diferentes funções, levando ainda mais dinamismo para os espaços sociais.

Tramas artesanais

As peças trazem resgate de técnicas artesanais principalmente por meio dos trançados handmade. Dos tradicionais rattan, palha e lã, até de plástico, corda naval e fibra sintética, em todos os tamanhos, aumentando o ornamento e a textura dos objetos.

Fonte: Gazeta do Povo

Unhas: a união da beleza e da resistência

Praticidade. Essa é a palavra-chave que nos acompanha na correria do nosso dia a dia. E para nós, mulheres, fazer as unhas toda semana às vezes é uma missão quase impossível. Para dar uma ajudinha nessa área, surgiram nos últimos anos várias técnicas de alongamentos de unhas, como gel, acrílico e fibra de vidro. A primeira técnica teve início quando o dentista Fred Slak quebrou a unha do polegar e resolveu reconstituí-la com resina acrílica dentária. Obtendo sucesso em sua experiência, ele patenteou sua criação e fundou a NSI (Nail System International). A partir dele, outras empresas desenvolveram seus produtos.

Há quem diga que o alongamento é prejudicial à saúde das unhas. Já outros, defendem que elas ficam mais fortes. Afinal, quem tem razão? “Os produtos utilizados nos alongamentos não estragam as unhas. Porém, a preparação e a remoção do material artificial sem a técnica correta podem danificar unhas e dedos. Por isso, é muito importante fazer com profissionais qualificados”, ressalta Paula Correia, proprietária da Esmaltaria Upley.

O procedimento mais recente disponível no Recife é o de fibra de vidro. “Cerca de 90% das nossas clientes optam por essa técnica por ser mais moderna e resistente. Ela tem como base filamentos de fibras de vidro, que são moldados sobre a unha natural, fixados com gel e exposição em cabine de luz ultravioleta. Além disso, antes de aplicá-las, é realizado um processo de assepsia para cuidar das unhas naturais. Nós recomendamos ir retirando o produto conforme a unha natural vai crescendo”, explica.

Ainda de acordo com Paula, qualquer mulher pode usar alongamentos, desde que as unhas estejam saudáveis. “Pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade a algum dos componentes químicos devem evitar utilizar esse tipo de artifício para as unhas. Também é muito importante não ultrapassar o prazo indicado para fazer a manutenção, que é de no máximo 15 dias. Não manter a higiene das mãos também pode ocasionar o surgimento de fungos. A esmaltação e cutilagem podem ser feitas no dia da manutenção, pois os produtos proporcionam uma durabilidade maior do esmalte e a cutícula cresce de forma mais lenta”, enfatiza. Os preços de alongamentos no Recife variam entre R$ 100 e R$ 200.

AS OPÇÕES

GEL

Também conhecido como silicone, esse tipo de alongamento vem ganhando espaço no mercado por ser fácil de fazer, não ter cheiro e ser hipoalergênico. O gel possui uma estrutura elástica que permite a curvatura natural da unha conferindo resistência, além de não descolar. A técnica consiste na utilização de extensores de unha fixados com aplicação em gel e secagem em uma cabine com luz ultravioleta. A aplicação costuma levar em média duas horas.

ACRÍLICO

Esse método é feito com monômero líquido e pó acrílico. Quando esses dois ingredientes são misturados, eles formam uma espécie de massa de secagem rápida que é moldada sobre a unha, com o auxílio de um pincel e de um molde fixado na ponta da unha ou de um tip, formando o alongamen-to. A secagem é feita por evapora-ção e não necessita de luz UV. Com o acrílico é possível tanto alongar como reconstruir unhas roídas com um resultado natural.

ACRIGEL

Nessa técnica, a unha é moldada com o gel e o auxílio de tips, mas recebe uma camada de pó acrílico, aumentando a resistência e durabilidade das unhas, enquanto o gel confere um aspecto natural. A secagem é realizada em cabine de luz ultravioleta e tem durabilidade de 2 a 3 meses, se bem cuidadas e com manutenção a cada 15 dias. Entre as vantagens do acrigel, além do alongamento, estão a cobertura de imperfeições da unha e o aspecto natural e saudável.

FIBRA DE VIDRO

Nesse procedimento, fiozinhos de fibras de vidro são colocados sobre a unha e com camadas de um gel específico vão endurecendo, de modo a alongar e até fortalecer as unhas de maneira bem natural. As fibras são moldadas delicadamente para aderir ao formato da unha natural. Em seguida são passadas camadas de gel que se estendem pelas fibras e a secagem é realizada na cabine de luz. Para a finalização do processo, as unhas são lixadas delicadamente e polidas.

Cuidados básicos para a manutenção

Quem opta por alongar as unhas deve seguir cuidados específicos para evitar problemas nas unhas naturais. Em primeiro lugar, faça sempre a aplicação com profissionais qualificados. Para manter as unhas e aumentar a durabili-dade é fundamental a higiene. Isso evita fungos.

Fonte: Diário de Pernambuco

A Escolha da Resina

Como Fazer Molde de Silicone para Sabonetes

As formas de silicone oferecem praticidade inigualável para quem produz sabonetes artesanais. Elas são fáceis de usar e possibilitam a criação de sabonetes com formatos, tamanhos e texturas variadas, o que é ótimo para quem deseja atrair clientes e vender ainda mais. Quem sabe como fazer molde de silicone consegue se virar nos momentos de emergência.

Com a borracha de silicone é possível criar aqueles moldes difíceis de achar, além de modelos de formas exclusivos. Sabe aquele brinquedo que o seu filho tanto gosta? Você pode criar o molde dele e transformá-lo em várias lembrancinhas de sabonete. Isso é genial, não é mesmo?

Se você gostou do assunto de hoje, continue com a gente para ver dicas e para aprender como fazer molde de silicone passo a passo. Além de economizar, você também poderá criar os sabonetes artesanais nos formatos que você sempre sonhou!

Vantagens das Formas de Silicone

Imagem: Curso de Saboaria Provence via Revista Artesanato

Como você deve imaginar, as formas de silicone possuem inúmeras vantagens:

  • são fáceis de guardar e ocupam menos espaço em relação às formas de acetato;
  • são fáceis de limpar;
  • não reagem com outras substâncias;
  • não possuem porosidade, por isso não adquirem cor ou cheiro;
  • são resistentes a baixas e altas temperaturas;
  • são flexíveis e se desgrudam facilmente do sabonete;
  • são duráveis, podem ter vida útil de até 10 anos;
  • permitem fazer sabonetes de formatos variados e exclusivos;
  • produzem sabonetes mais atrativos.

Agora que você já sabe por que deve incluir os moldes de silicone no seu acervo de utensílios, chegou a hora de aprender como fazê-los em casa.

Como Fazer Molde de Silicone em 4 Passos

Confira todos os passos necessários para fazer molde de silicone para sabonetes.

Materiais Necessários

silicone líquido

Imagem: mamamuffins

  • Borracha de silicone (1 quilo)
  • Catalisador (30 gramas)
  • Cola branca
  • Tubo ou caixa de acetato
  • Recipiente graduado
  • Colher
  • Sabonete ou qualquer outro objeto que será copiado

Passo a Passo

1. Cole o objeto que será copiado no fundo do recipiente de acetato; pode ser um sabonete, por exemplo. Deixe a cola secar.

cole o objeto na caixa de acetato

Imagem: Peter Paiva via YouTube

2. Misture a borracha de silicone com o catalisador até conseguir uma mistura homogênea.

prepare a borracha de silicone

Imagem: Peter Paiva via YouTube

Dica: A receita padrão leva 1 quilo de borracha e 30 gramas de catalizador. Para fazer uma quantidade menor, basta fracionar essas quantidades.

3. Despeje a mistura dentro da caixa de acetato até cobrir o objeto. Deixe a borracha de silicone secar por cerca de 4 horas.

despeje o silicone na matriz de acetato

Imagem: Peter Paiva via YouTube

4. Para desenformar, corte o acetado e retire o molde de silicone fazendo um pouco de pressão. Estique a forma com as duas mãos e retire o objeto de dentro do molde.

forma de silicone finalizada

Imagem: Peter Paiva via YouTube

Dica: Se necessário, faça um corte na lateral para facilitar a retirada do objeto copiado. Na hora de usar o molde, feche-o com um elástico, assim as duas partes ficarão unidas e a glicerina não vazará.

Após seguir esses passos simples, você terá o molde para sabonetes que você sempre sonhou.

4 Dicas Sobre os Moldes de Silicone

Confira algumas dicas essenciais para quem deseja fazer moldes para sabonetes artesanais.

1. Coisas que você pode copiar

Você consegue copiar todo tipo de objeto:

  • brinquedos;
  • frutas reais e artificiais;
  • bijuterias;
  • sabonetes prontos etc.

2. Como retirar o objeto do molde

Para facilitar a retirada do objeto, unte-o com um pouco de vaselina líquida ou com óleo mineral. Faça isso antes de despejar o silicone.

Na hora de desenformar, você pode fazer um corte na lateral do molde para facilitar a retirada do item. Ao fazer isso, você obterá uma fôrma bi-partida, assim como aqueles modelos vendidos nas lojas.

3. Como calcular a quantidade de silicone

Para achar a quantidade de borracha de silicone necessária para fazer um determinado molde, despeje arroz cru dentro da caixa de acetato até cobrir o objeto. Em seguida, despeje esse arroz em um copo medidor. A medida marcada no copo é a quantidade de silicone que você precisa preparar. Fácil, né?

4. Como lavar as formas

Para lavar as formas de silicone, use apenas água e detergente. Evite usar bucha e panos para fazer a secagem, o melhor mesmo é deixá-las secar naturalmente sobre um escorredor.

Como você viu, fazer moldes de silicone é mais simples do que você poderia imaginar.

 

Fonte: Revista Artesanato

Fibra de Vidro – Como Utilizar?

Tem dúvidas de como utilizar a fibra de vidro?

assista esse vídeo de um passo – a – passo!

 

Fonte: Advanced Vacuum Hi-Tech Composites

Desmoldante para formas: Aprenda dicas para utilizar este produto

A utilização de desmoldante para formas é cada vez mais frequente no mercado da construção civil brasileiro.

Este produto pode agregar diversos benefícios durante a construção de estruturas de concreto. Entretanto quando mal utilizado pode ser prejudicial à superfície do concreto, limitando a permeabilidade da superfície necessária para a aderência com o revestimento a ser construído.

O desenvolvimento deste tipo de produto teve início na década de 40. Apesar dos benefícios obtidos o seu uso proporcionou diversos problemas construtivos.

Somente a partir da década de 80, seu uso tornou-se mais adequado à realidade da construção civil, graças ao desenvolvimento de novos produtos e novas tecnologias.

O grande objetivo da utilização do desmoldante para formas é facilitar o processo de retirada das formas de estruturas de concreto. A facilidade de desforma acontece graças à formação de uma película muita fina entre a estrutura de concreto e a forma.

Tipos de desmoldante para formas

Existem diversos tipos de desmoldantes no mercado, alguns destes são apropriados para qualquer tipo de forma, outros são restritos para formas de madeira, metálica ou de plástico.

A escolha do desmoldante para formas ideal deve ser feita pelo engenheiro responsável pela obra. Deve ser considerado a experiência do executor com determinado tipo de produto, instruções do fabricante, disponibilidade no mercado e a relação custo benefício para a obra.

1 – Desmoldante à base de óleos puros:

desmoldante para formas de concretoOs desmoldantes à base de óleos puros podem ser de origem mineral, vegetal ou animal. Eles podem ser utilizados em formas de madeira e formas metálicas com tranquilidade.

Sua principal característica é formar um filme bem homogêneo sobre a forma de concreto.

São amplamente utilizados no mercado da construção civil. Entretanto devem ser utilizados com cuidado pois muitos destes produtos podem ser inflamáveis ou irritantes.

Uma característica da utilização deste tipo de material é o surgimento de pequenas bolhas na superfície do concreto.

2 – Desmoldante à base de emulsão oleosa:

A principal característica deste tipo de desmoldante é que o óleo é emulsionado com água.

O seu uso é mais restrito às formas de madeira.

Também são muito utilizados no mercado da construção civil e podem deixar a mesma característica na superfície do concreto que o desmoldante à base de óleo, ou seja, o aparecimento de pequenas bolhas na superfície.

3 – Outros tipos de desmoldantes:

Além dos dois tipos de desmoldantes citados acima ainda é encontrado no mercado desmoldantes à base de ceras parafínicas e de ácidos graxos biodegradáveis.

Você pode encontrar também muitos profissionais que produzem seu próprio desmoldante. Este tipo de prática deve ser realizado com cuidado, visto a possibilidade de prejudicar a aderência da superfície do concreto.

Os desmoldantes caseiros são compostos geralmente por uma base em óleo diesel e adição de outros compostos, como água com sabão em barra, graxa, óleo queimado ou até mesmo sebo de boi.

Vale à pena consultar o fabricante disponível em sua região para conhecer os produtos que estão disponíveis perto de você.

Cuidados importantes na utilização do desmoldante para formas

A utilização destes produtos exige certos cuidados, afim de garantir qualidade na superfície do concreto e o melhor reaproveitamento das formas.

1 – Aplicação do desmoldante:

A aplicação pode ser realizada com auxílio de diversos tipos de ferramentas, como rolo de pintura, panos, escovão ou aspersor.

A aplicação por aspersor garante maior qualidade final ao serviço, pois o mesmo produz uma camada uniforme em toda a forma a ser utilizada. O uso de brocha ou pincel deve ser evitado, pois produzem uma camada muito irregular sobre a superfície.

É indicado que o produto seja aplicado na forma com uma hora de antecedência da concretagem.

Entretanto, este prazo não é possível em muitas obras, mesmo assim deve-se evitar que o produto seja aplicado com muita antecedência, evitando que o mesmo molhe com água de chuva e possa escorrer ou evitando impregnação de poeira e sujeira na superfície do material.

Uma aplicação inadequada pode proporcionar uma camada muito espessa do produto, isso pode prejudicar a superfície do concreto, fazendo com que a aderência do revestimento com o concreto seja dificultada.

2 – Retirada do desmoldante da superfície de concreto:

É necessário realizar a remoção do produto que tenha ficado impregnado na superfície do concreto.

Esta remoção pode ser realizada de diversas formas como a escovação da superfície do concreto, a limpeza por meio de jateamento de areia ou água de alta pressão.

É possível também realizar o apicoamento da superfície do concreto ou o lixamento com escovas de cerdas de aço.

O importante é garantir que a superfície esteja pronta para receber o revestimento. Um bom teste para você verificar se a superfície está pronta para receber o revestimento é umedecer a superfície, caso ela apresente características de repelência da água é indicativo da presença de desmoldante na superfície.

Isso evita o problema de destacamento da argamassa da superfície do concreto.

Finalizando

O uso indiscriminado do desmoldante para formas pode auxiliar e muito no processo de retirada das formas, entretanto pode prejudicar significativamente a superfície do concreto.

Com as informações acima e o acompanhamento de um profissional habilitado você será capaz de escolher o desmoldante correto para sua obra. Assim você garantirá um bom prazo de vida útil para suas formas e uma boa superfície da estrutura de concreto.

Espero que tenha gostado do conteúdo. Caso queira contribuir com alguma dica ou tirar alguma dúvida é só deixar nos comentários.

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Até mais e boa sorte em sua obra!

 

Fonte: Engenharia Concreta

Saiba Como Utilizar a Fibra de Carbono – Laminação à vácuo

Saiba como utilizar a fibra de carbono – laminação à vácuo

 

confira o processo nos videos abaixo:

 

Parte 01

 

 

Parte 02

Fonte: Canal Advanced Vacuum Hi-Tech Composites

TY-E É A NOVA MOTO ELÉTRICA DA YAMAHA (E PESA SÓ 70 KG)

A Yamaha aproveitou o evento ’em casa’ para apresentar seu novo conceito de moto elétrica durante o Tokyo Motor Show de 2017, e agora joga luz novamente sobre o produto. A TY-E é uma trial elétrica que pesa apenas 70 kg e foi exibida como a futura representante da marca no Mundial de E-Trial FIM 2018, programado para julho.

Ela pode não andar pelas ruas, mas uma moto elétrica é um marco no desenvolvimento de novas tecnologias. No caso da TY-E, o novo conceito da Yamaha, ela é tecnológica e leve

A TY-E não tem previsão de comércio em varejo, mas representa um marco no desenvolvimento de novas tecnologias da gigante japonesa. A nova moto elétrica veio diretamente do programa “I&D” da empresa, no qual os funcionários do departamento têm a oportunidade de trabalhar fora dos âmbitos convencionais e dedicar até 5% das suas horas laborais ao desenvolvimento de novos ‘conceitos inovadores’. Portanto, o modelo foi, literalmente, pensado fora da caixa.

moto-eletrica-yamaha-ty-e-1Segundo a Yamaha, o foco do projeto foi criar um modelo trial para competição e trabalhar para superar os problemas típicos de desenvolvimento de VE (veículos elétricos), tais como conseguir uma elevada potência a partir de componentes pequenos e leves, e usufruir do elevado binário de saída de forma a criar uma máquina de condução fácil, reativa e controlável. Assim, o maior desafio na construção da TY-E foi conciliar baixo peso total e um motor com desempenho de ponta, que conseguisse ótima performance desde as baixas rotações até as altas faixas de giro.

TY-E Yamaha, o melhor desempenho e menor peso

Para atingir o peso ideal, foram empregadas baterias leves de íon lítio, que alimentam o motor elétrico (tipo síncrono AC). A embreagem é mecânica e todo o conjunto é envolvido por um chassi em fibra de carbono, além disso, aparentemente, a suspensão dianteira usa garfos telescópios tradicionais na dianteira e monoshock atrás. A moto tem 1,310 mm de distância entre eixos e 350 mm de distância mínima do solo. Mais detalhes técnicos ainda não foram divulgados pela Yamaha.

  • Um motor elétrico de alta potência compacto de alta rotação que atinge performances elevadas em todo-o-terreno, com um binário a baixa velocidade, potente e tem uma aceleração excelente
  • Tecnologia sofisticada de controlo do motor que atinge uma excelente resposta e uma sensação de potência, de velocidades extremamente baixas a velocidades elevadas
  • Uma embraiagem mecânica que garante potência e controlo instantâneos, e um motor elétrico e rotor otimizado que realiza uma performance de tração excelente
  • Uma nova bateria de elevada potência compacta concebida com componentes compactos e leves
  • Avançado quadro monocoque CFRP que é o mais leve possível, enquanto proporciona uma ótima rigidez e espaço de armazenamento da bateria
  • Carenagem extremamente estreita que não interfere com a ação dinâmica do condutor

Para uma moto elétrica japonesa… um piloto japonês

Desenvolvida no 'setor de conceitos inovadores', a TY-E foi concebida para representar a marca no mundial de E-Trial FIM. Quem pilotará é o japonês Kenichi Kuroyama

Desenvolvida no ‘setor de conceitos inovadores’, a TY-E foi concebida para representar a marca no mundial de E-Trial FIM. Quem pilotará é o japonês Kenichi Kuroyama

Kenichi Kuroyama e a YT-E são conterrâneos. Natural da província de Hyogo, o piloto japonês de 39 anos atualmente representa a Yamaha Factory Racing Team na IA Super class do Campeonato de Trial All Japan, categoria na qual faturou o vice-campeonato no ano passado. Em 2018, correrá a categoria novamente e também participará com o protótipo elétrico no Mundial de E-Trial FIM. A competição é a única autorizada pela FIM onde apenas podem competir motos de trial elétricas e está dando seus primeiros passos. No ano passado ocorreu a primeira temporada, com apenas uma prova e 11 inscritos, dentre os quais o espanhol Marc Colomer saiu campeão. Em 2018, serão duas etapas: na França (em Auron, dias 14 e 15 de julho) e Bélgica (em Comblain-au-Pont, dias 20 e 21 de julho).

Fonte: Motoline

Como é que o Boeing 787-9 conseguiu voar da Austrália à Europa sem parar?

A semana passada, um avião fez um voo histórico, conseguindo cobrir a distância de 14.500 km entre Perth, no oeste da Austrália, e o aeroporto de Heathrow, em Londres, sem parar uma única vez. Foi o primeiro voo sem escalas entre a Europa e a Austrália, e vai tornar-se uma rota regular, servindo para unir os dois continentes mais facilmente, com o Boeing 787-9 Dreamliner da Qantas.

A viagem durou 17 horas no voo contínuo, quando, com escala no Médio Oriente, teria que ser feita em um dia e meio. A viagem direta para Perth também vai facilitar o acesso a outros pontos do continente australiano, como Sydney e Melbourne, que também só eram acessíveis da Europa através de escalas no Médio Oriente. O Dreamliner da transportadora aérea australiana tem 42 lugares em classe Business, 28 em Premium e 166 em classe económica.

O segredo do Boeing 787-9 está na construção, preparada para reduzir o consumo de combustível em 20 por cento, comparativamente a aviões similares e ampliar a distância total de voo. Com 63 metros de comprimento, é o segundo mais comprido da gama 787 (contra 57 do 787-8 e 68 do 787-10, com quem partilha a envergardura de 60 metros. A estrutura recorre a vários materiais compósitos de baixo peso, enquanto elementos aerodinâmicos, como a ponta das asas ou o leme, têm menor resistência ao ar.

Os motores são os GEnx fornecidos pela GE Aviation, quer permitem ao 787 atingir uma velocidade máxima de Mach 0,85 (1050 km/h). Estes motores pesam apenas 180 kg, com novas turbinas construídas em materias compósitos, e 18 pás em vez de 22. O objetivo da GE era reduzir o consumo em 15 por cento em relação ao seu motor CF6, e par isso recorre a uma turbina de baixa pressão, com um combustor mais eficiente. A GE espera conseguir com que o avião da Qantas poupe 1,3 milhões de euros por ano em combustível.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

Fonte: Motor 24

Jeep revela sete novos conceitos off-road

Marca exibe modelos que irão participar da 52ª edição do Easter Jeep Safari, tradicional evento fora de estrada na semana que antecede a páscoa, realizado no deserto de Moab, em Utah, nos Estados Unidos

A Jeep apresentou nesta quarta-feira (21) sete novos veículos customizados para a 52ª edição do Easter Jeep Safari, tradicional evento off-road na semana que antecede a páscoa realizado no deserto de Moab, em Utah, nos Estados Unidos.  Os sete modelos foram preparados em parceria com a Mopar e a Jeep Performance.

Baseado no Jeep Wrangler, o conceito Jeep 4Speed, por exemplo, vem equipado com motor 2.0 turbo e câmbio automático de oito marchas.  A carroceria traz elementos em fibra de carbono com painéis de alumínio perfurados. Ele é menos comprido que o Wrangler e tem ângulos de ataque e de saída maiores. Para uma capacidade off-road ainda maior, o 4Speed possui os eixos dianteiros e traseiros Dana 44 com uma relação de engrenagem de 4,10 e rodas de liga aro 18 com pneus all-terrain de 35 polegadas.

Inspirado nos carros de competição Baja, o Sandstorm (tempestade de areia, em inglês). Tal como o 4Speed, o modelo traz várias partes em fibra de carbono. Como um legítimo veículo Baja, tem uma gaiola que inclui suporte para o estepe. Chama atenção também os amortecedores de curso longo e as luzes auxiliares dianteiras da série Carbon KC. O Sandstorm é movido por um motor V8 6.4 litros com transmissão manual de seis marchas.

O conceito é equipado com uma variedade de peças da Jeep Performance, entre elas, um kit de elevação de 1,5 polegadas, uma barra de teto e estribos. O modelo usa rodas de 17 polegadas com deslocamento de 30 mm calçadas com pneus de competição BF Goodrich T/A Baja Champion. O motor é um Tigershark 2.4 litros acoplada a transmissão automática de nove velocidades.

Jeep Wagoneer Roadtrip

O mais nostálgico dos conceitos mantém o charme e a herança do DNA Jeep do modelo original 4×4, de 1965, com carroceria em puro aço. A plataforma do modelo foi esticada e a capacidade off-road reforçada com eixos dianteiros e traseiros Dana 44, suspensão multilink com molas coilover e rodas de aço de 17 polegadas e pneus de 33 polegadas. Por dentro, o Wagonner Roadtrip mantém sua originalidade nos bancos, painéis de portas e todos aparatos em couro na cor Oxblood. O carro vem até com um refrigerador personalizado. O Wagoneer Roadtrip é empurrado por um poderoso motor V8 5.7 litros com câmbio automático de quatro marchas.

O nome do conceito tem a ver com a cor dele, amarelo Nacho. O modelo é baseado no Wrangler Rubicon e se destaca pelo capô musculoso com o desenho padrão e o emblema da Jeep Performance Parts (JPP) totalmente novo com entradas de ar para resfriar o motor 2.0 turbo do Jeep Nacho. A grade Mopar preta contrasta com resto do carro que traz acessórios do Rubicon.

 

Fonte: O tempo