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SEIS DICAS PARA CONSERTAR SUA PRANCHA EM UMA SURF TRIP

Uma das piores coisas que pode acontecer durante uma surf trip é chegar no hotel, tirar a prancha da capa e ver que ela está quebrada ou machucada. Ou então mar novo, point ou reef break quebrando grande… E sua prancha quebra. Já pensou?

Em muitos países não se pode entrar com resina ou catalizador por ser um produto químico e inflamável. O que dificulta um pouco a prevenção. Pra evitar o bode, aqui vão algumas dicas pra consertar sua prancha!

DICA UM

Leve um produto chamado Suncure [Fácil de encontrar em qualquer surf shop] é uma bisnaga que já vem pronta para ser usado e seca rapidamente quando exposto ao sol. Importante comprar a versão adequada: Existe suncure específica para para pranchas de poliester e para pranchas de EPS [isopor], se você usar o errado poderá abrir um enorme buraco derretendo uma boa parte do isopor.

DICA DOIS


A aplicação é simples: limpe bem o local quebrado e deixe secar. Depois use uma lixa 220 ou 180 no local e preencha com Suncure [na sombra para que possa manusear antes de secar]. Alguns kit possuem retalhos de tecido, o que recomendamos colocar no reparo feito antes de expor ao sol. Depois basta deixar para secar e quando seco lixar para garantir a perfeição da bóia.

DICA TRÊS


Caso não tenha o Suncure, um outro aliado ao surfista é o bom e velho silvertape [Aquela fita prateada, fácil de encontrar em loja de materiais de construção ou surf shops] que pode ser colocada em pequenos trincados na prancha para evitar que aumente, até sobrar um tempo para levar em uma oficina para ser consertada.

DICA QUATRO


N-U-N-C-A coloque parafina para preencher o buraco na prancha, pois isso irá complicar mais o futuro reparo.

DICA CINCO


Em último caso se não tiver silvertape e nem suncure uma outra solução [provisória] é usar uma Super Bonder [Fácil de encontrar em farmácias e lojas de equipamentos gerais] deixando secar bem antes de surfar ou até mesmo um adesivo sob o local quebrado passando parafina por cima do colante.

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DICA SEIS


As dicas acima são para resolver o que está em nossas mãos: ralados, trincados e quebrados que exijam reparos pequenos. Caso sua prancha quebre no meio não recomendamos nenhuma atitude provisória, até porque essa prancha – mesmo depois de consertada – não irá ter mais a mesma performance. Mas como em uma surf trip pouco importam os detalhes, aqui vai uma dica: verifique se a prancha está dando encaixe ainda e se sim coloque duas barras paralelas de alumínio, madeira ou bambu para unir uma parte com a outra por dentro. Feito isso, será preciso fazer uma laminação de tecido e resina para restaurar a parte quebrada, depois será necessário lixar  e banhar a prancha de resina [parafinada] para dar um acabamento, abrindo a possibilidade de customiza-la depois com qualquer tipo de arte.

Com essas dicas você já sabe o que deverá fazer em sua próxima trip, ou pelo menos o que vale comprar e incluir com as malas. Boa viagem e um bom surf!

 

Fonte: Do Surf

O fundo da prancha

Edinho Leite apresenta os diferentes conceitos de fundo de prancha de maneira simples e didática.

 

O fundo de uma prancha é um dos fatores que mais influencia na maneira que ela vai andar em cada tipo de onda e por isso é muito importante conhecer as diferentes possibilidades. Na evolução do shape através dos anos, vários tipos foram desenvolvidos: single concave, double concave, flat, V bottom, etc.

A coisa fica um pouco mais complicada de entender quando descobrimos que esses tipos de fundo ainda podem ser mixados em uma mesma prancha.

Por isso, no novo episódio de Quiver Mágico, Edinho Leite apresenta estes conceitos de maneira simples e didática, explicando como as variações no fundo da prancha afetam a velocidade, controle, troca de bordas, lift e manobrabilidade.

Fonte: Waves

Surfe: Novos horizontes

Surfe moderno abre novas fronteiras para as fábricas de pranchas.

Está claro que os shapers nunca tiveram tantas encomendas de pranchas para tantos tipos de ondas e maneiras de surfar diferentes. Isso é muito bom para manter e desenvolver a indústria da qual sempre e tanto dependemos.

Há um tempo o SUP deu um levante nas fábricas com uma inundação de pedidos. O melhor dessa conta é que esse tipo de prancha, mais caras do que uma pranchinha, salvou a saúde de muitos fabricantes num momento esquisito da economia. Ok, a economia continua esquisita. Mas a verdade é que a diversidade de pranchas usadas em nossas ondas injetou combustível nas fábricas de pranchas e equipamentos.

Além da diversidade de pranchas para ondas do dia a dia, surgiu um mercado crescente de pranchas para ondas grandes e imensas. Sim, sempre houve, mas agora está bombando mais do que nunca. Uma nova classe de big riders está ajudando o mercado a desenvolver pranchas grandes cada vez melhores. Repito, sei que sempre houve gente dropando ondas grandes, mas depois que o tow-in ajudou a atingir outro patamar, o surfe em ondas grandes se tonou um clube maior. O crowd das últimas ondulações que quebraram no Cardoso, Waimea ou Jaws mostrou bem isso.

Não sei se a equação fecha desse jeito, mas o certo seria que essas pranchas de ondas grandes ou gigantes tivessem um preço proporcional não só ao material usado nelas, e sim pela responsabilidade do shaper ao criar esses veículos. Poder confiar em seu equipamento em ondas de responsa é essencial. Pergunte para qualquer big rider minimamente sério.

No embalo das mudanças, há um novo universo se abrindo. Foilboard. Claro que as “quilhas” dessas pranchas podem nem passar pela indústria das pranchas de surfe, mas as pranchas, em boa parte, sim. Elas têm quase a mesma lógica comercial das pranchas de kitesurf. Parecem normais, mas nem sempre são. Por isso, podem custar mais caro.

Onde isso tudo vai dar? Não sei exatamente, mas espero que a indústria das pranchas e equipamentos continue crescendo e se desenvolvendo, para felicidade geral do nosso universo surfe.

Fonte: Waves

Os limites da litragem

Edinho Leite explica a sinuca de bico que envolve a litragem e a busca pela prancha ideal.

Shane Dorian confia em John Carper. A litragem final de cada prancha é apenas o resultado de medidas básicas e acertos realizados pelo shaper dentro de um design com intenções específicas.

O apego aos números pode não ser bom quando você quer uma prancha que funcione.
Outro dia, ouvi a conversa de um fabricante com um dos shapers que trabalha com ele e fiquei com a pulga atrás da orelha. Um cliente havia pedido um modelo de prancha X com medidas especificadas por ele.

O problema é que havia mais um detalhe. O cliente queria aquelas medidas com um volume, em litros, que ele achava adequado. Isso tudo poderia até funcionar, não fosse o fato de que, dentro daquele modelo, com aquelas medidas, o tal volume não caberia. Sinuca de bico.

Já conversei sobre isso com vários shapers e eles confessam que essa história de litragem acabou criando situações complicadas. O cara pede uma prancha, define as medidas e quer que caiba a litragem que ele acha correta. Algumas modificações podem conferir a um modelo uma variação de volume sem alterar o modelo em si, mas isso tem seus limites. Por isso você deve confiar no seu shaper e deixar alguns detalhes a cargo dele.

Pegar uma prancha na mão pode ser mais importante do que checar seus números.

Imagine que você tem uma bexiga, um balão, cheio de água, e quer que ele mantenha aquela mesma forma, só que com mais água dentro. Não é possível, da mesma maneira que não dá para colocar mais volume, criado pelo poliuretano ou EPS que vai dentro da prancha, sem alterar as medidas da prancha ou sua forma final.

Ok, até dá. Só que aquele modelo X não terá mais as mesmas características. Você teria que alterar o foil, largura de bico e rabeta, etc. Ou seja, na hora de encomendar uma prancha, não se apegue tanto a números. Eles ajudam, mas nem sempre definem o que pode ser uma prancha melhor para você e suas intenções.

Claro, para cada tipo de prancha e surfista existem limites. Você não quer uma prancha que não te sustente ou fique fora de controle por ter muito volume para você. Por isso é sempre bom procurar um shaper, ou alguém que te ajude na loja, em quem você possa confiar. Eles saberão a equação mais certa para você. Acredite, uma prancha funciona muito além dos números.

Pranchas diferentes para diferentes intenções. As duas parecem funcionar bem nos pés do Torren Martyn, mas você acha que elas têm o mesmo volume?

Como escolher uma prancha de SUP adequada para meu peso e tamanho?

Tem o sonho de se jogar na água e praticar Stand Up Paddle, remar tranquilo longas distâncias para curtir a natureza? Até mesmo descer uma corredeira? Tantas experiências inovadoras sem o equipamento ideal não dão certo.

Foto: DINO

Antes de mais nada temos algumas informações que valem para qualquer busca da prancha perfeita:
O comprimento, a largura e altura de uma prancha são as coisas que definem para qual atividade ela é ideal.

 Por exemplo, uma prancha comprida auxilia na velocidade, já a largura auxilia no equilíbrio, quanto mais larga, mais estável e a altura está relacionada com a flutuabilidade, quanto mais alta, mais peso aguenta.

A maioria das lojas e sites sobre Stand Up Paddle se referem ao tamanho e largura de uma prancha a partir de pés e polegadas, pode até parecer complicado mas não é tanto. Veja na imagem aqui do post as medidas referentes.

Como cada prancha serve para uma atividade diferente, iremos apresentar os modelos e dicas para facilitar na escolha da melhor prancha para você.

Muito mais lazer com uma SUP Funboard!

Essa prancha é para quem procura lazer, pois ela pode ser utilizada tanto para pegar ondas pequenas quanto para remar em águas tranquilas. É a melhor escolha para iniciantes. São longas, largas e grossas causando estabilidade, flutuabilidade e conforto.

São ótimas para pegar as primeiras ondas e para aprender a remar. Passear na água com o cachorro ou com as crianças também é uma ótima opção. É perfeita para se divertir, já que é a melhor opção para a família toda.

A Funboard produzida pela Star Sup é feita com o mesmo material das pranchas WhiteWater – para descer corredeiras, tem 9, 64′ pés de comprimento e 34* polegadas de largura, isso significa 2,93 de comprimento e 86 centímetros de largura. É também alta, com 20 centímetros, o que faz a prancha suportar até 200 quilos. Independente do peso ou altura, basta você se divertir e remar.

Surfar em uma prancha de stand up paddle é possível!

Especialmente feita para pegar ondas enquanto rema, a maioria das pranchas específicas para essa categoria são pequenas, variando de 7′ a 10′ pés de comprimento e de 28* a 32* polegadas de largura. Mas tudo depende da habilidade e gosto do atleta. Quanto menor for a prancha mais fácil será para fazer as manobras. Elas costumam ser baixas, isso significa menor flutuabilidade e que aguenta menos peso. Ideal é para pessoas baixas e com até 90 quilos.

Se o objetivo é aventurar-se em longas distâncias em águas calmas para curtir a natureza, essa será sua melhor opção. Com pelo menos 12′ pés de comprimento e uma largura que varia de 28* a 33* polegadas, essa prancha é confortável, tem velocidade e é de fácil equilíbrio. São mais altas e compridas para suportar o peso de mochilas e de pessoas até 130 quilos.

Para campeonatos de Stand UP Paddle!

Se você gosta de corridas a melhor prancha é a Race, as competições variam de 100 metros a 20 quilômetros. As pranchas são compridas, com no mínimo 12′ pés e bem estreitas, chegando a 22* polegadas, elas são muito rápidas. Mas é preciso experiência para subir em uma dessas, pois é mais difícil manter o equilíbrio. Por ser muito pequena é indicada para pessoas de até 80 quilos. São extremamente leves devido ao material utilizado na fabricação, normalmente fibra de carbono.

Adrenalina e corredeira!

Essa é para quem quer viver com a adrenalina, feita para descer corredeiras, a modalidade mais radical do SUP. A utilização de acessórios de segurança são obrigatórios, e é necessário ter experiência no esporte. A prancha é produzida com material altamente resistente, como polietileno ou são pranchas infláveis. Devem ter largura entre 30* e 35* polegadas e comprimento de 10’a 12′ pés. Precisam ser altas e longas e além do mais, suportam muito peso, chegando a 180 quilos. O peso da prancha depende de qual você irá escolher, as infláveis são de fácil transporte, mas não se esqueça da bomba de ar!


Website: https://www.starsup.com.br/

The Board Trader Show – Evento consolidado

Segunda edição da The Board Trader Show prova que o mercado dos esportes de prancha continua crescendo.

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Esse é, sem dúvida, o maior encontro do surfe no Brasil. Mesmo diante de um cenário economicamente complexo, para não dizer triste, a The Board Trader Show reuniu mais de uma centena de marcas dispostas a mostrar a um público específico suas ideias, projetos e produtos. Mais uma vez foi um sucesso.

Sim, as fábricas de pranchas, protagonistas principais dessa feira, não estão produzindo com sua total capacidade por conta da pindaíba em que se encontra o país. Lógico que todo mercado periférico vai de carona nessa marola mexida.

Mas o que vale constatar é que, quem foi à TBTS ou acompanha o Waves, pode ver que grandes fornecedores como a Maxepoxi, Texiglass e Teccel continuam investindo nesse mercado e desenvolvendo novos produtos. Paralelamente, também pudemos ver concorrentes de qualidade surgindo e competindo por uma fatia do bolo que acreditam que crescerá cada vez mais.

O tal bolo cresce mesmo, acredite. Não mais por conta de algum tipo de moda que se vende fora d’água, pelo contrário, seu fermento agora é o verdadeiro consumidor final do surfe, em seu mais puro sentido. Pude constatar isso na positiva diversidade de ideias e produtos que vi na TBTS 2017.

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Pranchas para todos os gostos e tipos de surfe. Foto: Levy Paiva.

As pranchas, por exemplo. Havia uma infinidade de modelos, tipos de construção e acabamento para todos os gostos, inclusive os mais específicos. EPS e fibras de carbono e/ou compostas fazem parte do cardápio.

As pranchas tipo retrô mostraram-se uma tendência exposta por boa parte das marcas presentes na feira, com destaque para as biquilhas fish. Isso mostra que o consumidor de surfe atual enxerga outras possibilidades dentro do esporte, outro tipo de prancha para outro tipo de diversão. Isso é ótimo.

A diversidade de categorias. Além de pranchas de alta performance para todos os níveis de surfistas e surfe, vale destacar os longboards, clássicos, híbridos, performance, minis contando com uma oferta de quilhas que eu nunca vi antes.

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Guga Arruda com uma foilboard: um novo horizonte para o mercado. Foto: Levy Paiva.

O SUP não estava tão em evidência como em 2016, mas parece ter encontrado seu ponto de equilíbrio no mercado. Por outro lado, os foils me parecem um grande upgrade para o SUP, assim como foram para o kite.

Na verdade até pranchas normais, onde você rema deitado para depois ficar de pé, já contam com foils. Essas asas estão criando um novo horizonte para o esporte e seu mercado.

Equipamentos e acessórios. Quem diria que coletes de flutuação criados no Brasil se tornariam produto de exportação e com ótima saída no mercado interno? Pois é, a NOB, para citar um exemplo contundente, é prova de que nossos equipamentos são tão bons quanto, e muitas vezes melhores, do que o dos gringos.

Mas, além deles havia um incrível leque de roupas de borracha, leashes, antiderrapantes, capas de pranchas (térmicas), algumas das melhores parafinas do mundo, kits de conserto, óculos específicos para esportes, racks. Tenho que escrever outro post sobre os destaques que não couberam no The Best in Show!

O público. Se a pessoa que estava lá, não foram poucas, ainda não pratica um esporte de prancha, estava a fim de começar ou estava realmente forma interessada no assunto.

A curiosidade e afinidade com todo aquele ambiente e seus personagens é algo que não existia há décadas. Isso deixou claro que hoje há um público realmente conectado com os esportes de pranchas e não apenas em refletir sua imagem. Foi muito legal ver o respeito e admiração de fãs de todas as idades diante de alguns de seus ídolos presentes na TBTS.

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Fila para pegar um autógrafo de Adriano de Souza: feira aproxima o público dos ídolos. Foto: Tom Dib.

Filas para pegar um autógrafo do Adriano de Souza, Lucas Chumbinho ou Diego Silva, só para citar alguns destaques me fizeram sentir orgulho do surfe tupiniquim. O shapers puderam dar seu show, no Harley-Davidson apresenta Shapers Show e Master of Shape diante do olhar atento de quem os reverencia ou queria conhecê-los ao vivo.

Para fechar. Você acha que essa turma, composta por shapers que atuam no Brasil e fora, assim como os renomados e internacionais Johnny Cabianca, Eric Arakawa e Tim Patterson se arriscaria num evento que não fosse realmente importante, num país realmente relevante para o nome deles?

Pois é, nosso mercado mostrou que merece e precisa de um evento como esse, no mínimo, uma vez por ano.

Fonte: Waves

The Board Trader Show – Hurley abre o estande

Hurley reúne tudo sobre o universo do surfe na The Board Trader Show.

A Hurley estará presente na edição 2017 da The Board Trader Show, a maior feira especializada em boardsports da América Latina.

Pranchas, materiais, conceitos, equipamentos e acessórios. As novidades de tudo o que envolve a prática do surfe e demais esportes de pranchas, reunidos em um só lugar.

Haverá ainda exposição de artes plásticas e fotos, sala de shape, música ao vivo e food trucks no local.

A marca preparou um estande alucinante, onde os visitantes poderão conferir as principais novidades da marca, comprar produtos e participar de atividades, como o Hurley Printing Press, que permite a experiência única de customizar sua própria camiseta.

Aliás, comprando qualquer produto no estande, o cliente ganhará uma camiseta e poderá estampá-la, participando do projeto Hurley Printing Press.

A TBTS acontece entre os dias 28 e 30 de setembro no São Paulo Expo.

Serviço

De 28 a 30 de setembro das 11 às 22 horas.

Lojistas 11 às 14 horas – Público em geral das 14 às 22 horas.

São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, Km 1.5 (SP)

Ingressos

Valor R$ 40 (Na compra de um ingresso, você ganha outro para o mesmo dia. Válido apenas para o primeiro lote)

Clique aqui para garantir o seu ingresso.

Fonte: Waves

Ultimate Flex – Tecnologia na área

Após um longo período de pesquisa e desenvolvimento, a parceria entre Jason Bennett, da Chemistry Surfboards, e o representante no Brasil criou-se a concepção do projeto Ultimate Flex.

O projeto desenvolvido no Brasil surgiu da colaboração entre Jason Bennett, Neco Costa, que representa a marca no Brasil e na América do Sul, e seu amigo Jonas Furlanetto, shaper e fabricante especializado em tecnologias diferenciadas envolvendo Epoxi, EPS, fibras de carbono, entre outros materiais de ponta.

A tecnologia Ultimate Flex proporciona uma prancha extremamente leve, com excelente flexibilidade, desempenho e durabilidade.

Outro grande diferencial do produto é a tonalidade extremamente branca, desenvolvida através de uma resina Epoxi de altíssima qualidade aliada a componentes desenvolvidos em parceria com fornecedores especializados do segmento.

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Concebidas com blocos de EPS de alta densidade, as pranchas podem ser encomendadas com ou sem longarina. Foto: Divulgação.

Concebidas com blocos de EPS de alta densidade, as pranchas podem ser encomendadas com ou sem longarina, e estarão sendo lançadas na The Board Trader Show, a maior feira de Boardsports da America Latina.

A Chemistry Surfboards se mantém em constante evolução na busca para oferecer estilo e inovação para a indústria de prancha de surf em todo o mundo.

Umas das principais referências em originalidade e inovação em shape designs, a Chemistry Surfboards marca do Shaper Jason Bennet de Oceanside, California, desembarca no Brasil e estará em breve nas principais boardshops do País.

Para saber mais, envie mensagem para contato@chemistrysurfboards.com.br.

Quando A TBTS acontecerá em setembro, entre os dias 28 e 30 (quinta a sábado), abrindo suas portas para lojistas e profissionais do setor das 11 às 14 horas, e a todo o público das 14 às 22 horas.

Onde No melhor espaço de exposições de São Paulo, o São Paulo Expo – Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, Km 1.5 – SP). Perto do Aeroporto de Congonhas e fora do perímetro do rodízio municipal de carros em São Paulo.

Fonte: Waves

Gamma – A nova prancha de Slater

Kelly Slater apresenta nova prancha com material mais leve

O 11 vezes campeão mundial Kelly Slater lançou recentemente a Gamma, modelo de prancha projetado por ele em parceria com a FireWire.

A fixação do norte-americano pela velocidade e pelas mudanças bruscas de direção moldaram a ideia do design, que Kelly considera ideal para ondas de até 2 metros.

O modelo conta com o novo material Hélio, uma mistura de madeira de balsa e Paulownia, que promete deixar a prancha muito mais leve.

Foram três anos de pesquisa para chegar à combinação que deu origem ao material, já testado por surfistas como Stu Kennedy e Michel Bourez, além de Kelly, claro.

Fonte: Waves

 

The Board Trader Show – Negócios com hora marcada

The Board Trader Show 2017 terá horários exclusivos para lojistas.

Maior encontro do surfe nacional, a The Board Trader Show, em sua segunda edição, terá horários definidos para seus negócios. Segundo Claudio Martins de Andrade, o “Claudjones”, a programação, durante os três dias de evento, em 2017, terá um horário especial.

Das 10 às 14 horas, a TBTS abrirá só para lojistas e outros profissionais do setor. A partir das 14 horas, o público em geral terá acesso à The Board Trader Show, que neste ano terá pranchas, roupas de borracha e equipamentos com preços bem diferenciados.

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Na parte da tarde, toda a atenção dos expositores, como Avelino Bastos, da Tropical Brasil, estará voltada a esclarecer detalhes, curiosidades e fornecer informações sobre pranchas e equipamentos para quem gosta disso tudo. Foto: Divulgação.

Sem misturar as estações

Portanto, entre os dias 28 e 30 de setembro, na parte da manhã, os expositores terão oportunidade de conversar e apresentar seus produtos exclusivamente às pessoas que os negociam com o público final, os lojistas.

A The Board Trader Show tornou-se o ambiente perfeito para que esse importante elo da cadeia de negócios tenha contato direto, num mesmo lugar, com o que há de mais moderno e interessante no universo dos board sports. Em 2016, muitos negócios foram fechados, abrindo novas oportunidades para todos, desde os fornecedores de matéria-prima e fabricantes até os clientes finais.

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Com a mudança de cronograma, toda a programação de eventos paralelos acontecerá depois das 14 horas. O “Masters of Shape”, sucesso em 2016, é um exemplo. Foto: Divulgação.

Já na parte da tarde, o público da The Board Trader Show 2017 poderá conversar com shapers, laminadores, fabricantes, fornecedores e formadores de opinião com muito mais tranquilidade. Ou seja, a atenção dos expositores estará focada de melhor maneira para atender às demandas desses dois importantes componentes do mercado: lojistas e consumidor final.

Muita coisa positiva aconteceu, durante e depois da TBTS, em 2016, na direção de um maior crescimento do mercado. Parcerias surgiram, pranchas e equipamentos ganharam novos distribuidores, além, obviamente, de toda a troca de informação que nos leva a novas formas de negócios, novos materiais, novos tipos de construção e, uma das coisas mais importantes desse evento, a informação e experiência obtidas por um público realmente interessado pelo universo dos board sports.

Falando em negócios, vale lembrar que muitas pranchas de surfe, SUP, skate, kite, tow in, bodyboard, wake e wind, e seus equipamentos (foils, wetsuits, UVs, sportcams, capacetes, coletes, trapézios, capas, decks, remos, parafinas, cordinhas, racks, jets, quilhas, pés de pato e outros) estarão com preços muito especiais para o público.

Fonte: Waves