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Insetos gigantes vão invadir shopping

Robôs que se movem e emitem sons têm até 1600 vezes o tamanho natural da bicharada. Exposição abre domingo

 

Abelha, formiga, centopeia, libélula, joaninha. Esses e muitos outros insetos que chegam a até 1600 vezes o tamanho natural, com som e movimento, vão invadir o hall do Balneário Shopping a partir do próximo domingo, 13 de maio.

Ao todo são 10 bichos animatrônicos, que são robôs que simulam seres vivos. A exposição Insetos Gigantes fica aberta ao público, gratuitamente, até 17 de junho.
Entre os gigantes que vão “pousar” no Balneário Shopping está uma abelha de 8 metros de comprimento. O inseto, que é pequeno no tamanho, mas de uma importância gigante para toda a vida na Terra, vai chamar a atenção do público ao mexer a cabeça e as presas.

Cada réplica possui sons e movimentos específicos, tornando a experiência do público ainda mais realista.

Segundo a coordenadora de marketing do Balneário Shopping, Ariana Deschamps, essa será uma das grandes exposições de 2018. “Além de divertir, os insetos gigantes irão ensinar de forma lúdica a importância desses animais para o meio ambiente”, comenta.

Educativa

A exposição conta com placas informativas sobre cada uma das espécies, retratando os diversos efeitos positivos que estes animais proporcionam aos seres humanos, fornecendo alimentos, ajudando na polinização das plantas e distribuindo sementes.

Os visitantes também poderão ver cigarra, gafanhoto, vagalume, besouro, borboleta azul e um dos principais predadores daqueles insetos, a aranha tarântula.

Os insetos gigantes são feitos de esqueleto de aço reforçado, materiais elétricos e eletrônicos, preenchimento corporal com espuma de alta densidade, manualmente esculpidos e com aplicação manual de tripla camada de borracha de silicone, pintada com tinta a prova d’água para instalações tanto cobertas quanto descobertas.

O processo de fabricação dos robôs foi desenvolvido por um grupo de engenheiros que está em contínua revisão para incorporar os avanços tecnológicos que surgem a todo o momento. Os robôs são da empresa ArtBhz.

 

Fonte: Diarinho

Aprenda a fazer bijuteria de resina

 

 

Se gosta de trabalhos manuais, tem algum tempo e é uma pessoa criativa, vai adorar este artigo. Puxe pela imaginação e pense: o que quer fazer? Brincos, molduras para fotografias, imanes decorativos? Há mil possibilidades! Em lojas de trabalhos manuais, pode encontrar moldes já feitos, mas também pode fazê-los você mesma. Aplique-se e talvez encontre um novo hobby. Não custa nada aprender a fazer bijuteria em casa.

Prepare os seus próprios moldes

Para começar prepare os seus próprios moldes! Pode utilizar quase qualquer coisa para fazer um molde que possa aplicar em varias ocasiões. Comece com um objeto plano pelo menos numa face, verá que é mais simples e mais fácil para trabalhar.

Necessitará

  • O objeto a partir do qual deseja fazer o molde
  • Peças de silicone A e B (consulte o passo 2 das instruções)
  • Recipiente de plástico para misturar a borracha
  • Recipiente de plástico de fundo liso para o molde (com espaço suficiente no interior para ajustar-se ao objeto que servirá de molde)
  • Colheres de plástico
  • Copos de papel
  • Paus de gelado
  • Luvas de borracha nitrílica ou vinil (não de látex)
  • Óculos de segurança

NOTA: trabalhe à temperatura ambiente e num lugar bem ventilado. Se o objeto a partir do qual deseja fazer o molde é poroso, terá que selá-lo previamente com um produto adequado ou pintar com pintura de esmalte.

Instruções

  1. Coloque o objeto a partir do qual deseja fazer o molde com a face plana para baixo, num recipiente de plástico de fundo liso. Fixe o objeto no fundo se achar que pode mexer-se quando lhe deitar a borracha.
  2. Deite quantidades iguais de peças de silicone – borracha A e B – em dois copos de papel diferentes.
  3. Deite as duas partes noutro recipiente de plástico e misture bem para garantir uma cor uniforme. Uma vez misturados, tem 30 minutos para trabalhar com a composição de silicone-borracha antes de começar a solidificar.
  4. Mantenha o recipiente com a mistura de borracha por cima do recipiente de plástico, levantando-a o mais alto possível para ajudar a rebentar as bolhas. Deite a mistura no recipiente e faça com que o objeto fique no mínimo um centímetro submerso.
  5. Deixe em repouso pelo menos 24 horas antes de desenformar. Retire a borracha com muito cuidado para encher o molde.

Modele a resina

Há diferentes tipos de resina. Siga as instruções do fabricante, colocando sempre luvas e óculos de segurança.

Necessitará

  • Resina (A)
  • Endurecedor (B)
  • Corante para a resina
  • Molde de borracha
  • Uma palhinha
  • Vários palitos
  • Balança elétrica
  • Copos de papel
  • Paus de gelado (corte um lado reto)

Instruções

  1. Deite a resina e o endurecedor numa taça de papel limpa e misture durante 3 minutos com um pau de gelado.
  2. Se quiser dar cor à resina, junte o corante desejado e misture bem para garantir que a cor é distribuída de forma uniforme.
  3. Deite a resina no molde com cuidado, tentando que o pingo seja o mais fino possível e começando pelo ponto mais fundo, até que o molde fique cheio. Se aparecerem bolhas na superfície da resina utilize uma palhinha para soprar suavemente sobre a superfície. Se as bolhas se formarem no interior da resina, utilize um palito para perfurar ou para trazê-las para a superfície onde as poderá soprar suavemente como antes.
  4. Deixe em repouso durante pelo menos 48 horas e garanta que a resina está totalmente dura antes de retirá-la do molde.

 

Bases para copos
Pode fazer um molde com uma base para copos que já tenha e fazer a sua própria coleção de peças de resina. Para fazer um como o nosso é muito fácil: coloque as faixas de renda no interior do molde, misture e deite a resina sobre a renda. Utilize um palito para mudar a posição da renda caso esta mude de posição.

Puxadores de gaveta

Faça um molde grande com forma de rosa e utilize-o para fazer os puxadores.
Pode preparar um pequeno suporte de cartão para garantir a acumulação de resina ao redor do parafuso e adicionalmente para garantir que o parafuso permanece na sua posição: dobre um pedaço de cartão em forma de U de forma a que sobre um centímetro acima do molde e faça um furo no centro. É através deste furo que irá colocar o parafuso no centro da resina, deixando que a cabeça se introduza profundamente na resina. Deixe secar e endurecer.

 

Molduras

Faça os seus próprios moldes para molduras de fotos e uma vez adicionada a resina, junte um imane na parte de trás: poderá usá-las como imanes para o frigorífico ou fazer miniaturas para utilizar como decoração.

 

Bijuteria

Algumas lojas vendem estruturas de metal onde pode colocar as suas próprias peças de bijuteria, e é garantido que desenhar as suas próprias joias é fácil.

  1. Como fundo para a joia pode preparar um papel bonito e dar-lhe a forma que desejar.
  2. Pinte as duas faces do papel com uma camada de cola especial deixando que um lado seque antes de pintar o lado em falta.
  3. Repita o processo várias vezes dando várias demãos em cada lado para selar o papel.
  4. Faça uma aplicação de cola no local onde vai colocar a sua joia. Deixe secar e em seguida aplique outra camada.
  5. Cole a forma de papel na posição. Deixe secar completamente antes de aplicar nova camada. Termine com uma camada de resina assim que a cola estiver seca.

 

Fonte: Para Mim

Inovação e diferenciação na Páscoa

Lojas do Comper e do Fort Atacadista fazem sucesso com exposição atrativa de ovos de chocolate

Pela primeira vez na história, o Comper e o Fort Atacadista fazem a campanha de Páscoa substituindo, em sua maioria, as tradicionais parreiras – túneis repletos de ovos de Páscoa nos corredores dos supermercados e dos atacados. O objetivo é acompanhar a evolução constante no mercado, apresentando algo inovador nas exposições de ovos de Páscoa. Agora, as lojas apresentam, em seus corredores, diversas cabeças de coelhos com os corpos repletos de ovos de Páscoa e de chocolates.

“Acredito que somos os primeiros do varejo no Brasil a fazer a Páscoa sem parreira, com belas exposições e super inovadoras”, diz Albanes Tiago, diretor nacional de operações do Comper.

Tentar se diferenciar e inovar na maneira de expor os produtos nas ocasiões especiais é um dos grandes e constantes desafios nas bandeiras supermercadistas e de atacado do Grupo Pereira. Na primeira grande data de vendas desse primeiro semestre, a Páscoa, a inovação e a diferenciação se fazem presentes nas lojas do Comper e do Fort Atacadista. “A grande provocação que recebi do presidente, Beto Pereira, foi a de tirar os ovos das parreiras e expô-los de um jeito mais atrativo e pioneiro. Agora, o projeto já nas lojas, tem sido elogiado muito pelos nossos clientes”, afirma Carolina Andriani, gerente de identidade visual do Grupo Pereira.

Os coelhos confeccionados em fibra de vidro por um artista plástico ambientam a exposição dos produtos para o período Pascal, fazendo-os adquirirem um sentido lúdico com relação ao período, conquistando a todos que entram nas lojas. “Estamos atingindo nossos objetivos pois eles são bem atraentes e os clientes estão gostando muito, tirando foto, selfie. A criançada então nem se fala, é uma alegria total ao entrar na loja e já se deparar com essas exposições. Estamos inovando e saindo na frente, pensando na melhor ativação possível a ponto de agradar e satisfazer os nossos clientes”, diz Albanes Tiago.

Nas lojas do Fort Atacadista, que se caracterizam por ter espaços de vendas bonitos, amplos, bem cuidados e com uma exposição atrativa e diferenciada, os coelhos foram deixados em locais privilegiados, sendo referências dentro dos estabelecimentos. “Os coelhos são práticos e objetivos, pois cumprem a função de ambientar a loja, armazenando os ovos de Páscoa, os chocolates e os bombons de uma maneira eficiente e diferente. Além disso, fazem com que os clientes olhem, se encantem, tirem fotos e guardem uma recordação do nosso estabelecimento”, afirma Gilberto Oliveira, diretor nacional de operações do Fort Atacadista.

 

Fonte: A Critica

Fazer móveis e itens de decoração é maneira de economizar na reforma

Quem não tem medo de colocar a mão na massa, pode fazer os próprios itens de decoração e economizar na reforma de casa. A arquiteta Julia Bernayon sugere compor um jardim vertical com algum tipo de estrado; meio-vasos, específicos para parede, que podem ser comprados por menos de R$20,00; além de plantas adequadas à incidência de sol no local.

-Se for uma área de sol pleno, uma samambaia não sobrevive, por exemplo. Então, é importante pesquisar o tipo de planta ideal para a sua parede verde. – aconselha, Julia.

Foto: Peças antigas da casa podem ser repaginadas com uma simples pintura.

Peças antigas de decoração também podem ser reutilizadas. De acordo com Julia, objetos que o morador já possui há muito tempo, porém de qualidade, podem ganhar uma cara nova se forem pintados, por exemplo. Cadeiras podem receber novos estofados e aparadores, peças de vidro. O resultado da interação entre itens mais velhos e outros novos é um visual moderno e bonito.

Foto: A bancada desta cozinha foi feita com cimento e areia, que haviam sobrado da obra.

Já a arquiteta Laura Beringuer garante que é possível usar cimento para criar estruturas para a casa. Em uma obra no Morro da Babilônia, ela construiu a bancada de cozinha de concreto e, para ter uma boa impermeabilização, a estrutura foi coberta por resina epoxi, que também conferiu brilho ao local. No banheiro, também foi feita uma bancada de concreto, mas com resina acrílica, e uma cuba, com a técnica do plastocimento, que permite fazer objetos fortes e resistentes, com pouco material.

Fonte: Extra Globo

27 maiores fabricantes de resinas do Brasil

Resina é a parte não-volátil da tinta, que serve para aglomerar as partículas de pigmentos. A resina também denomina o tipo de tinta ou revestimento empregado. Assim, por exemplo, temos as tintas acrílicas, alquídicas, epoxís, etc.

Antigamente as resinas eram à base de compostos naturais, vegetais ou animais. Hoje em dia são obtidas através da indústria química ou petroquímica por meio de reações complexas, originando polímeros que conferem às tintas propriedades de resistência e durabilidade muito superiores às antigas.

Muitas das empresas mencionadas neste post estão respondendo ao CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) um processo administrativo para investigar suposta prática de cartel no mercado de produção e distribuição de resinas. O suposto cartel envolve os mercados de resinas para revestimentos, usadas na fabricação de produtos como tintas para fins arquitetônicos, e de resinas para compósitos, utilizadas na produção de caixas d’água, piscinas e laminados para as indústrias náutica e automobilística.

Para fabricar um produto de alta qualidade é preciso muita pesquisa, investimento em máquinas de alta tecnologia e mão-de-obra qualificada. As empresas e indústrias listadas abaixo representam o que há de melhor em satisfação do cliente quando o assunto é resina.

 Brasken

Brasken

www.braskem.com
Rua Lemos Monteiro, 120, Cep: 05501-050, São Paulo, SP
Tel: (11) 3576-9000 | E-mail: andre.mvieira@braskem.com

Betel Resinas

Betel

www.betelresinas.com.br

Rua Barão de Mauá, 2420 Mogi Guaçu, SP – Cep: 13840-300
Tel: (19) 3861-0041 | Email: claudia@betelresinas.com.br

Sigroup

SI Group Crios Resinas S/A

www.siigroup.com

Avenida Brasil, 4500 – Distrito Industrial Cep: 13505-600 – Rio Claro – SP. | Tel: 19 3535-6700

 Ask Chemicals

Ask Chemicals

www.ask-chemicals.com
Via Anhangüera – km 103, Cep: 13068-616, Campinas – SP
Tel: (19) 3781-1376 | E-mail: rodrigo.polo@ask-chemicals.com

 Brampac

Brampac S/A

www.brampac.com.br
Av. José Giorgi, nº 301 – Granja Viana II – São Paulo/SP
Tel.: (11) 2886-3300

 Royal Polimeros

Royal Química Ltda

www.royalpolimeros.com.br
R. Luís Henrique de Oliveira, 454 – Osasco – SP, Cep: 06186-131
Tel: (11) 3607-2500

 Elekeiroz

Elekeiroz S/A

www.elekeiroz.com.br
Av. Paulista, 1.938 – 20º andar – São Paulo/ SP – Cep: 01310-942
Tel: (11) 4596-8800

 Embrapol

Embrapol

www.embrapol.com.br
Rodovia D. Pedro I, Km 87 – Pista Norte – Ed Monet, 32 e 33
Bairro Ponte Alta – Atibaia – Cep 12954-260 – Tel: 11 2119-1299

 Ashland

Ashland

www.ashland.com.br
Rua Arthur Cesar, 200, Cep: 18147-000 – Araçariguama – Tel: (11) 3649 0455 | E-mail: fsanchez@ashland.com

 Redelease

Redelease

www.redelease.com.br
Calçada dos Cravos, 130 – Alphaville, Barueri – SP, Cep: 06453-053
Tel: (11) 3932-1196 | Email: lojavirtual@redelease.com.br

 Polynt Composites

Polynt Composites

www.polynt.com.br
R. Áurea Taváres, 480 – Parque Industrial das Oliveiras, Taboão da Serra – SP, Cep: 06765-440 –  Tel: (11) 2147-2700

 Poliresinas

Poliresinas

www.poliresinas.com.br

Estrada Particular Fukutaro Yida, nº 1310 / Cooperativa – SBC – CEP: 09852-060, Tel: 11 4343-6006 E-mail: comercial@poliresinas.com.br

 Mastergel Compósitos

Mastergel

www.mastergelcompositos.com.br
R. Anaburgo, 4000 – Vila Nova, Joinville/SC, CEP: 89219-630
Tel: (47) 3432-0009 E-mail: mastergel@mastergelcompositos.com.br

 Silaex

Silaex

www.silaex.com.br
R. Santa Ubaldesca, 191 – Jaguare, São Paulo – SP, 05323-050
Telefone: (11) 3766-7202 | Email: silaex@silaex.com.br | WhatsApp: (11) 97648-1631

 Novapol

Novapol

www.novapol.com.br
Av. Talma Rodrigues Ribeiro – lado ímpar, s/n, Lote 02,
Quadra XV, Civit II, Serra, ES – CEP: 29168-089 | Tel: (27) 3298.1100

 Águia Química

Águia Química

www.aguiaquimica.com
Rodovia PR 151 KM 116 – Jd. Eldorado – CEP 84072-190
Ponta Grossa, PR – Tel: (42) 3122-6500 | 0800 645 2699

 Wana Química

Wana Química

www.wanaquimica.com.br
Estr. Mun. Abade Biagino Chieffi, 9405 – Pagador de Andrade, Jacareí – SP, Tel: (12) 2127-0027 | Email: comercial@wanaquimica.com.br

 Akzo Nobel

AkzoNobel

www.akzonobel.com
Rod. Raposo Tavares km 18,5 S/N – Bloco 51, São Paulo/SP – Brasil, CEP: 05577-300 | Tel: (11) 2109-1100

 Neoquim

Neoquim

www.neoquim.com
P.I. de Lorquí C/Archena, Nave 23 C.P: 30564 Lorquí (MURCIA)
Tel: +34 968 687 839 | E-Mail: neoquim@neoquim.com

 Weg

WEG

www.weg.net
Av: Prefeito Waldemar Grubba, 3300 89256-900 – Jaraguá do Sul – SC
Tel: (47) 3276-4000 | E-mail: info-br@weg.net

 Ocq

OCQ

www.ocq.com.br
R. Mônica Aparecida Moredo, 222, Cep: 07177-000, Guarulhos – SP
Tel: (11) 2436-3682 | E-mail: oswaldocruz@ocq.com.br

 Reichhold

REICHHOLD

www.reichhold.com.br
Av. Amazonas, 1.100, Cep: 08744-340, Mogi das Cruzes – SP
Tel: (11) 4795-8000 | E-mail: vendas@reichhold.com.br

 Huntsman

Huntsman

www.huntsman.com
Av. Professor Vicente Rao, 90 Cep: 04706-900, São Paulo – SP. Tel: (11) 2392-2400 | E-mail: ennio_furlani@huntsman.com

 Dow

Dow Chemical – Brasil

www.dowbrasil.com
Av. das Nações Unidas, 14.171 Cep: 04794-000, São Paulo – SP
Tel: (11) 5188-9000 | E-mail: fspcigb@dow.com

 Quimivest

Quiminvest

www.quiminvest.com
Rodovia Presidente Dutra K296, Porto Real. Tel: (24) 3358-3250

Fonte: Só Hélices

TorFlex – O caminho da flexibilidade

TorFlex: uma ferramenta para definir a flexibilidade da prancha.

 Se todo mundo já buscava o caminho da flexibilidade perfeita, agora sim, teremos números para brincar direito com isso.A TorFlex pode ser uma revolução interessante, fornecendo aos fabricantes uma ferramenta para aperfeiçoar “The Science of Surfboard Flex”, ou A Ciência da Flexibilidade das Pranchas de Surf, como já me havia explicado Johnny Cabianca em 2016, durante a The Board Trader Show.

Johnny, como vocês podem ver no video, é um dos responsáveis pelo programa e toda a traquitana que mede essas interessantes variáveis da prancha. Ele e o também shaper Mikel Agote, em parceria com a Basque Country Surf Company e Omega Composites, estabeleceram parâmetros numéricos e já estão testando suas pranchas com essa ferramenta.

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Aplica-se peso para se estabelecer até onde a prancha flexiona e volta, sem partir. A velocidade com que a prancha volta à sua forma natura também tem que ser definida. Uma grande dificuldade foi estabelecer uma escala numérica que possa ser entendida funcionalmente pelos fabricantes de pranchas. Teremos flexibilidades P, M, G e GG? Foto: Divulgação.

O surfe performance pediu pranchas com flexibilidade controlada. A tendência se materializou no mercado em forma de longarinas diferentes, pranchas sem longarina, com espumas de diferentes densidades e diferentes tipos de fibras aplicados em diferentes partes das pranchas. No entanto, a flexibilidade é um dos aspectos menos entendidos do design da prancha de surfe. Ou melhor, não havia como medir essas variáveis de torção, flexibilidade lateral ou como a vibração reverbera pela prancha.

Surfista com habilidade entendem o papel sutil e vital do flex em uma prancha. Para um surfista médio, em uma onda média, o flex é menos importante do que outros fatores, como forma, volume e colocação de quilhas, mas para surfistas experientes, especialmente em ondas de qualidade, uma flexibilidade afinada é vital para manter o fluidez e velocidade, maximizando a projeção através das curvas e pumps.

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Na tela da foto, o gráfico de vibração de uma prancha. A fabricação de pranchas de surfe vai se adaptando cada vez mais à era da tecnologia, tornando-se mais e mais uma ciência apurada, com resultados mensuráveis. Foto: Divulgação.

Resumindo – Para os fabricantes de pranchas, em especial as de alta performance, a nova fronteira que vem se ampliando é o flex. Porém, como qualquer cientista lhe dirá, uma experiência é inútil se não conseguir produzir dados confiáveis. Até então, você está apenas tropeçando no escuro. Agora, depois de estabelecerem números, todo o lance de flexibilidade pode tomar outras proporções.

Os fabricantes poderão comparar pranchas idênticas, determinando com precisão as diferentes flexibilidades geradas por diferentes materiais usados em sua construção. Poderão adequar um flex personalizado às necessidades de cada atleta em cada tipo de onda. Já pensou?

Ok, agora você terá que escolher o tipo de prancha (shape), suas medidas básicas, volume e o TorFlex, que é sua flexibilidade de perfil, torção e vibração. No fundo, a não ser que você seja um estudioso e possa sentir nas ondas as diferenças de uma coisa para outra revertendo tudo em números, é melhor deixar seu shaper definir como será sua próxima prancha. Para nós, pobres mortais, a evolução, às vezes, merece uma aspirina.

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Gabriel Medina sempre forneceu um ótimo parâmetro de resistência das pranchas feitas por Johnny Cabianca, mas era tudo na base da sensibilidade e porrada. Agora Johnny pode saber o quanto Gabriel torce e flexiona suas pranchas e, fazendo testes, saber o que funciona melhor para o campeão. Foto: WSL / Poullenot.

Fonte: Waves

Eastman Lança Bioplástico de Engenharia Inovador

Eastman TR?VATM Bioplástico de Engenharia, um termoplástico versátil à base de celulose que combina alta performance e sustentabilidade

 A Eastman Chemical Company, líder mundial na produção de materiais à base de celulose, lança o inovador bioplástico de engenharia Eastman TR?VATM, que ajuda as marcas globais a atingirem simultaneamente suas necessidades de sustentabilidade e de desempenho para o mercado atual, que evolui tão rapidamente.
“A Eastman agrega como vantagem seus quase 100 anos de expertise em celulose para o design e a performance do TR?VA, para chegar ao melhor perfil sustentável e ao desempenho desejados pelas marcas, fabricantes, moldadores e outras companhias em sua cadeia de valores” diz Burt Capel, vice-presidente e gerente geral da unidade de negócios de Plásticos Especiais da Eastman.
Capel apresentou oficialmente o lançamento à imprensa no Chinaplas Plastics & Rubber Trade Fair, na China.
Os benefícios de TR?VATM são o tripé: sustentabilidade, desempenho de uso final e flexibilidade de design e marca.
Benefícios de Sustentabilidade
Metade da composição de TR?VATM ??é celulose, material proveniente de florestas de manejo sustentável que são certificadas pelo Forest Stewardship Council (FSC). O novo material é livre de BPA (Bisfenol A) e de ftalatos.
Sua excelente fluidez, durabilidade e estabilidade dimensional permitem menor uso de materiais, peças mais finas e de vida útil mais longa, o que melhora as avaliações do ciclo de vida (LCA).
Desempenho de uso final
TR?VATM ??oferece excelente resistência química, comparado a outros termoplásticos de engenharia, para alguns dos produtos químicos mais agressivos, incluindo óleos para tratamento de pele, protetores solares e produtos de limpeza domésticos.
A baixa taxa de tensões internas residuais do material significa eliminar o efeito não desejado do arco-íris que alguns plásticos apresentam com luz polarizada, o que melhora a experiência do usuário com telas de dispositivos eletrônicos e displays de varejo.
Design e flexibilidade da marca
As excelentes características de fluidez do TR?VA ??também possibilitam liberdade de design, o que permite que ele seja usado com peças de design complexo e em peças de paredes finas. Sob condições de processamento recomendadas, o recente teste de fluxo espiral de 30 mil de parede fina mostra que as taxas de fluxo de TR?VATM ??são significativamente melhores do que as “blendas” de policarbonato, de policarbonato / ABS e são comparáveis ??às resinas ABS.
 TR?VATM ??é projetado para permitir brilho superficial superior, transparência e toque sensorial térmico, habilitado por meio de uma combinação do material de base e a experiência tecnológica da Eastman. O material também oferece grande possibilidade de incorporação de cores e processos secundário mais fáceis, além de capacidade de decoração, o que cria opções adicionais de design e de branding.
 Aplicações
A combinação superior de benefícios de sustentabilidade e de segurança de TR?VATM, melhorias no desempenho do uso final e na flexibilidade de design e marca tornam a escolha de material ideal para as seguintes aplicações:
  • Armações de óculos, eletrônicos que entram em contato com a pele, como fones de ouvido e muitos outros dispositivos de uso pessoal
  • Telas de Aparelhos eletrônicos, como lentes, já que os consumidores precisam enxergar através delas
  • Eletrônicos, gabinetes de equipamentos eletrônicos e outros produtos com alto design e especificações complexas
  • Componentes interiores automotivos nos quais a resistência química e a estética são desejadas
  • Outras aplicações que exigem alta sustentabilidade e requisitos de segurança
Co-inovação com Eastman
Além de desenvolver materiais inovadores, a Eastman tem uma longa e produtiva história de trabalhar em colaboração com os clientes para garantir que seus designs de produtos e seus esforços de desenvolvimento sejam robustos e eficientes, ela faz isso fornecendo conhecimentos técnicos e de design para encurtar o tempo até o lançamento ao mercado.
 “A Eastman está empenhada em atender as necessidades almejadas de clientes atuais e potenciais”, disse Capel. “Há enorme interesse por parte de marcas de todo o mundo e estamos entusiasmados em trabalhar em estreita colaboração com eles, para criar a próxima geração de produtos de alto desempenho e sustentáveis”.
Sobre a Eastman
A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz uma ampla gama de produtos encontrados em itens que as pessoas usam todos os dias. Com um portfólio de negócios especializados, a Eastman trabalha com seus clientes para oferecer produtos e soluções inovadoras, mantendo um compromisso com a segurança e com a sustentabilidade. Suas abordagens orientadas pelo mercado são favorecidas por plataforma de tecnologia de classe mundial e de suas posições de liderança em atrativos mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman se concentra em criar valor consistente e superior para todos os interessados. Como uma empresa globalmente diversificada, a Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo. Para obter mais informações, visite www.eastman.com.
Fonte: Assessoria de Imprensa

SC Compósitos recebe 14 Toneladas de reposição de estoque

Empresa repõem estoque visando manter a política de entrega em curto prazo.

Mantendo a sua política de agilidade em suas entregas, na última quarta-feira (24), a SC Compósitos recebeu uma carga de de 14 toneladas de resinas para laminação em geral, utilizados por exemplo para tanques e caixas d´água além de resina própria para embarcação. Também repôs o seu estoque de Fio Roving 2400 4 o00, Manta 300 e 450 g  que são fibras de vidro utilizados juntamente com a resina de laminação para dar resistência e forma as peças. Também recebeu resina cristal, resina para infusão e catalisador.

Para mais informações entre contato através de nossos canais de atendimento, via chat on-line, formulário de contato ou através dos telefones: (48) 3093-1722 / 3286-9911.

Fonte: SC Compósitos

Shapeando para todos – diferença entre as pranchas de SUP produzidas para consumidores não profissionais

Claudio Pastor fala sobre o trabalho desenvolvido com Caio Vaz e a diferença entre as pranchas de SUP produzidas para consumidores não profissionais.

Claudio Pastor começou o trabalho com Caio Vaz do zero, em 2010. “Eu queria apenas desenvolver um shape de SUP Wave, mas vi uma grande chance devido ao seu talento extremo do Caio e a oportunidade de trabalharmos juntos. Um ano depois notei que ele foi além do esperado. Descobri um enorme talento competitivo num cara com foco fora do comum. Ele veio com uma ótima bagagem de competitiva e eu adoro competição. Pude vislumbrar um trabalho maior”, contou Pastor, que fez as pranchas do Caio a mão, durante cinco anos.

“Hoje usinamos as pranchas que são criadas a partir de um conjunto de informações e ações que nos levaram a um foco maior, fazendo um trabalho em conjunto, como numa equipe de Fórmula 1. Cada um na sua área, respeitando ao máximo o outro e vendo o resultado final. Os títulos são consequência disso tudo e nunca paramos. Não existe acomodação, nem estrelismo de achar que chegamos ao máximo”, explicou Pastor antes dessa conversa:

 

Quais as medidas básicas?

As medidas básicas do modelo Caio Vaz By Pastor são 7’1″ x 25 x 4, rabeta squash, volume 70L.

shape

Cada tipo de onda pede uma configuração diferente de detalhes de um mesmo design. Caio na Califa. Foto: Divulgação.

Como é a configuração do fundo?

O fundo é uma mistura de flat com concave. Um fundo bem básico, mas o rocker (curva de fundo) está muito trabalhado, em função de cada lugar a ser surfado.

Há mudanças significativas no shape, se compararmos às pranchas do ano passado?

Sim. A grande mudança está no rocker, que está sendo adequado à cada tipo de onda do Tour, com cada shape sendo moldado para cada lugar. Estamos sempre fazendo pequenos ajustes, mas a maior mudança está sempre ligada à boa remada. Quanto menos volume a prancha tiver melhor ela surfa, porém, rema pior. Vendo isso tenho sempre que chegar ao limite físico do Caio, pois diminuindo o volume ele tem maior desgaste físico. Em cada etapa temos que mesclar essas mudanças junto com o tipo de onda e condições do mar.

Dê um exemplo…

Em Sunset (Havaí), ele tem que remar muito até o outside e no pico tem que se manter estável numa situação quase extrema. Com isso, mais remada é fundamental. Temos que aumentar o volume, o que gera ajustes em toda a prancha, sem mudar o design, porém, mexendo na espessura, largura e tamanho. Não é fácil ajustar tudo isso. São ajustes anuais e até mensais. O meu trabalho é ajustar as medidas básicas às condições diversas.

Que tipo de contrução você está usando?

Todas as pranchas são feitas com resina epóxi e bloco de EPS, com longarina de madeira. Estou usando bloco mais denso, para dar mais vida útil à prancha e reforçando-as nas áreas de maior impacto do remo. Mas a preocupação fundamental é deixar bem leve. Estamos fazendo pranchas com menos de 5kg, e isso é um diferencial enorme. Estamos focados em pranchas mais fortes e mais leves e estou trazendo isso também aos clientes, com sucesso.

Qual diferença básica você aplica para pranchas feitas para consumidores não profissionais?

Bem, as pranchas dos consumidores são mais resistentes, reforçadas com fibra de carbono nas bordas e na área onde se pisa, além do respirador para gerar maior durabilidade da prancha em relação a calor excessivo. Estou trabalhando pranchas fortes e leves dentro do conceito de que uma pessoa que usa um SUP Wave já tem muita experiência, e por isso, sabe usar e cuidar bem do material. Reforço também as áreas em que o remo bate. Ou seja, tudo que eu testo nas pranchas de competição gera coisas boas para os clientes.

Comprar uma prancha de competição não é boa ideia?

Pranchas de competição têm peso menor e duram muito menos, são feitas para uso específico, então, comprar uma prancha usada de competição não é um bom negócio. Com certeza ela não vai durar muito. Meu conselho é que o cliente procure um professional experiente para gastar menos comprando sua prancha de forma correta. Gastar menos é escolher bem a prancha que vai comprar, mesmo sendo mais cara. Se o cliente pagar menos por um profissional pior, ele pode ter problemas e vai ter que comprar outra. Ele gasta o dobro do barato e fica mais caro que você gastar apenas uma vez, com profissional “mais caro”. Pensamento básico, mas é importante que se diga.

surf

Cada tipo de onda pede uma configuração diferente de detalhes de um mesmo design. Caio na Califa. Foto: Divulgação.

Fonte: Waves

SC Compósitos recebe 19 Toneladas de Roving e Fibra de Vidro

Mantendo a sua política de agilidade em suas entregas, na última quarta-feira (29), a SC Compósitos recebeu uma carga de de 19 toneladas de resinas para laminação em geral, muito utilizado para barcos, tanques e caixas d´água. Também repôs o seu estoque de Fio Roving 2400 4 o00, Manta 300 e 450 g  que são fibras de vidro utilizados juntamente com a resina de laminação para dar resistência e forma as peças.

Para mais informações entre contato através de nossos canais de atendimento, via chat on-line, formulário de contato ou através dos telefones: (48) 3093-1722 / 3286-9911.

Fonte: SC Compósitos