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Do rústico ao colorido, 10 tendências para você colocar na sua casa

As principais apostas da temporada direto da Semana de Design de Milão 2018, a design week mais importante do planeta

Milão vem nostálgica em 2018. Continua a bater na mesma tecla do ano passado, de casas aconchegantes e que sirvam de refúgio para a correria do dia a dia, mas avança na estética. O principal evento de design do planeta deixa a linguagem racionalista e o minimalismo para trás de forma definitiva.

O que se viu foi uma boa dose de elementos retrô que voltam à vida para despertar mais emoções e sensações. Para ser aquele toque mágico que pode iluminar o dia. Como costumavam ser as casas das vovós. Dez macrotendências são evidentes entre os lançamentos anunciados no Salão Internacional do Móvel de Milão e nas mostras paralelas que borbulham pelos principais distritos de design da cidade. Veja nossas apostas! Para ver as imagens em um tamanho maior, é só clicar sobre elas.

Fotos: Divulgação

Revival do retrô

As características típicas do mid-century (1930-1960) dominaram os lançamentos deste ano. Linhas sinuosas, detalhes art déco, pés palito, detalhes pretos e dourados, mesas de espessuras finas e linhas minimalistas para deixar outras peças roubarem a cena. Estampas que beiram o kitsch sem medo de ser feliz, revestimentos que lembram ou imitam o icônico granilite, ambientações cenográficas que remetem às casas das avós.

É tempo das curvas

As formas arredondadas se consolidaram e dão o tom do design de mobiliário. Poltronas e sofás que abraçam com a gentileza das linhas sinuosas, móveis torneados e tubulares, que inspiram tranquilidade e plenitude. É a bossa das formas orgânicas (encontradas na natureza) que tanto nos fascina.

Volta do estilo Memphis

O movimento italiano que nasceu em Milão em 1981 e conquistou o mundo volta ao holofote. Conhecido por libertar o design das amarras da funcionalidade, conferindo alma aos objetos com muitas formas geométricas, assimetria, tons vibrantes e combinação incomum de cores, o estilo reaparece em novas interpretações.

Madeira cativa

A madeira nunca perde seu lugar cativo no panteão da decoração. Aparece de todo jeito, com todo tipo de acabamento, clara ou escura, sozinha ou misturada com outros materiais, como metal, pedra, plástico ou resina. Aquece os espaços e traz aconchego. Este ano especialmente aparece em formas cilíndricas. Até mesmo a italiana Kartell, mundialmente conhecida por suas criações em plástico, rompeu com sua tradição e anunciou os primeiros produtos de madeira, como solução para um mundo mais sustentável.

Reedições de grandes mestres

Na toada do retrô, muitas marcas trouxeram reedições de peças icônicas assinada por grandes mestres da arquitetura e do design. A prática apareceu como um tsunami entre as gigantes do design. A Cassina criou até uma edição limitada de um estúdio multiuso que Le Corbusier criou para o arquiteto brasileiro Lúcio Costa.

Animal e fantástico

A presença de animais no design se fez ainda mais expressiva. Diversas marcas apostam nos bichos e na vibe tropical para despertar a surpresa e o encanto na decoração, de vasos a luminárias, de cooktops a papéis de parede. Em paralelo, outras empresas optaram por levar o “fantástico” para dentro de casa, por criar peças superautorais que favoreçam ambientes mais lúdicos com um quê de surreal.

Cores da terra

Com exceção de algumas intervenções pontuais de cores mais vivas e de marcas conhecidas por seu DNA
vibrante, Milão apareceu mais sóbria este ano. Os tons terrosos reinaram sozinhos. Vermelho terracota, um amarelo mais fechado, azul mais profundo, verde floresta, marrom e tom quente de bege.

Beleza da imperfeição

O mundo do design abraçou a antiga filosofia japonesa do Wabi-Sabi que busca encontrar beleza na imperfeição e impermanência. O que traz ainda mais autenticidade às peças, mesmo que isso signifique estar um pouco “fora de linha”. São imperfeições aparentes, principalmente das resinas com outros componentes, como materiais orgânicos, a exemplo do açafrão, além do uso de madeiras e cerâmicas e da aposta nas assimetrias.

Peças modulares para espaços pequenos e multiuso

Os espaços pequenos já são uma realidade. E para acompanhar o fenômeno urbano de residências compactas, as soluções modulares são o pulo-do-gato. São peças que podem tomar qualquer escala e assumir diferentes funções, levando ainda mais dinamismo para os espaços sociais.

Tramas artesanais

As peças trazem resgate de técnicas artesanais principalmente por meio dos trançados handmade. Dos tradicionais rattan, palha e lã, até de plástico, corda naval e fibra sintética, em todos os tamanhos, aumentando o ornamento e a textura dos objetos.

 

Fonte: Gazeta do Povo

Conheça cinco tendências em pisos e paredes

Porcelanatos tecnológicos, pedras clássicas, peças com efeito 3D e produtos flexíveis estão em alta nos ambientes contemporâneos

 

Os revestimentos da casa contemporânea são inovadores, trilham o caminho da sustentabilidade e muitos são altamente tecnológicos. Produzidos com impressão HD ou desenvolvidos na indústria a partir de produtos naturais, os materiais ganham em sofisticação, mas são ao mesmo tempo práticos, de fácil manutenção e resistentes. Em sua maioria, independentemente de qual seja o revestimento, eles aproximam-se muito do produto natural, com padrões e desenhos que lembram as madeiras e as pedras. Muitos levam para os projetos o conceito ecológico. “O homem migrou para a cidade, mas nós nos sentimos muito confortáveis próximos à natureza”, diz o arquiteto João Carlos Moreira Filho, sócio proprietário da Morence Arquitetura + Design.

Escolher os revestimentos de um ambiente é uma tarefa de responsabilidade. Eles dão significado e estilo ao ambiente e são responsáveis pela personalidade da casa, que pode ser aconchegante, colorida, sóbria… Encontro conversou com experts do setor para saber quais são as novidades e os produtos mais desejados desse mundo infinito de cores e texturas. A boa notícia é que, quando o tema é o acabamento, as tendências são mais duradouras e por isso é possível encontrar de quase tudo no mercado, dos tradicionais aos produtos mais arrojados. “Atualmente, os projetos estão menos brilhantes, o fosco ganhou espaço no revestimento, mas isso não quer dizer que não tenha lugar para o superpolido”, observa João Carlos.

Ronaldo Dolabella/Encontro
O arquiteto João Carlos Moreira Filho e a designer de interiores Maria Thereza Terence, da Morence Arquitetura Design: para eles, os revestimentos, independentemente do material, estão bem próximos dos produtos naturais (foto: Ronaldo Dolabella/Encontro)

Xô, bagunça! Olá, curvas!

Armários, portas, bancadas, paredes, teto, fachadas… Pedra natural e flexível com origem no quartzito e no xisto, o Slim Flex é conhecido por seu uso diversificado. Sua flexibilidade favorece o revestimento de áreas curvas. Por ser mais leve e de fácil manuseio, já na chegada o material reduz a bagunça na obra, isso porque pode substituir os revestimentos de pedra. Ao ser cortado, o Slim Flex não produz tanto pó, a lâmina é facilmente moldada com a maquita ou recortada com a tesoura mesmo, o que acelera o ritmo do trabalho. “Ela é quase um peso-pena na obra”, diz um dos especialistas na lâmina importada da Índia, Lucas Filizzola Drummond, sócio-diretor da Fabricati. “Cada metro quadrado pesa cerca de 1,5 kg a 2 kg, enquanto uma chapa tradicional de pedra do mesmo tamanho pode pesar até 60 kg.” As cores vêm em oito tonalidades e variam do rústico às texturas lisas. “O Slim Flex é revestido artesanalmente com fibra de vidro e uma camada de resina de poliéster, o que lhe confere a maleabilidade”, explica Filizzola.

Divulgação
Cozinha projetada pelas arquitetas Luciana Araújo e Nathalia Otoni: Super Nano Prime na bancada (foto: Divulgação)

Arrojados e tecnológicos

O porcelanato, revestimento cerâmico usado para pisos, paredes e até para o revestimento de móveis e bancadas, ganhou uma versão tecnológica que ampliou o seu uso.  As peças têm vida longa e praticidade, sendo de fácil manutenção. Os grandes formatos marmorizados garantem originalidade e plasticidade às peças, que se tornaram sinônimo para pisos. Especialista no segmento, André Ferreira, dono da Ideale Acabamentos, considera que a impressão em HD de grandes peças revolucionou o mercado. As impressões dão tons amadeirados, marmorizados às peças, pincelando com naturalidade o produto feito na indústria. Há 20 anos André acompanha de perto a rápida transformação do setor e a chegada de novos produtos. “A impressão em HD foi uma grande sacada tecnológica que trouxe inúmeras possibilidades e efeitos ao porcelanato.” Com a técnica, um mesmo produto ganha variações na impressão das peças, da mesma forma que acontece com a matéria-prima natural. André concorda que o segmento se tornou democrático, com espaço para tendências que variam do eterno clássico ao retrô. As paredes ganharam uma infinidade de opções, com formatos, texturas e cores que vão do azulejo, que tem ares de antigamente, em tons como o vermelho, até os revestimentos que deixam na parede um sofisticado efeito 3D.

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Espaço gourmet: piso, revestimento e bancada em mármore travertino Navona resinado (foto: Divulgação)

Os clássicos

As pedras acompanham a arquitetura e a moda desde sempre. Os revestimentos podem ser usados em pisos, bancadas e  paredes, em áreas internas e externas. Além de seu efeito plástico, que as tornam objeto de desejo, o produto natural se destaca pela durabilidade.  “As pedras ainda agregam valor comercial”, destaca Marcelo Milagre, proprietário da Directa Piedras Naturales. Ele explica que a manutenção do produto é simples e que dá para garantir uma proteção extra com a impermebialização. A preferência para pisos são os beges e brancos, mas existem no mercado uma grande variedade de tons. Marcelo Milagre aposta em um novo produto italiano, feito na indústria a partir de produtos naturais. A novidade começará a ser vendida no Brasil com exclusividade pela Directa Piedras a partir do início de 2018. O produto, adianta Marcelo Milagre, não risca, pode ficar exposto ao sol, é de fácil manutenção e tem mais de 80 cores.

Divulgação
Piso de porcelanato: grandes formatos marmorizados garantem originalidade e plasticidade às peças (foto: Divulgação)

Branco que te quero branco

Atemporal, a pedra branca é um clássico. Alguns têm fixação por ela, como era o caso da atriz americana Marylin Monroe, que chegou a expressar o seu desejo por ambientes totalmente brancos. A cor confere elegância e dialoga bem com os diferentes projetos, dos mais conservadores aos mais arrojados. Produzido a partir de cristais de vidro e pó de mármore, o nanoglass é um branco absoluto. O produto pode ser usado em qualquer ambiente, do piso às bancadas. Apesar de sofisticado, sua manutenção não tem nada de complicada. A limpeza é prática, feita com pano úmido e detergente neutro. Especialista no produto, Lucas Filizzola Drummond, sócio-diretor da Fabricati, lembra que o nanoglass também é um sucesso em áreas externas, resiste ao calor e ao sol e por isso é usado também no jardim. “O nanoglass se comprara a um mármore nobre”, diz Filizzola. “Ele é multifuncional, usado em residências e em pisos de grandes fluxos, como nos shopping center.” Por ser impermeável e antibcateriano, é uma opção para hospitais e clínicas. A loja comercializa a quarta geração do produto, chamada de Super Nano Prime.

Papel e tecido na parede

Queridinho nos anos 1960, o papel de parede ganhou novas texturas, uma imensa variedade de tons e estilos, além de ter se adaptado à vida moderna, tornando-se mais resistente. “O papel de parede lavável é uma novidade. A tecnologia garante ao produto praticidade e durabilidade”, diz João Carlos Filho, da Morence Arquitetura Design, explicando que as novas possibilidades fizeram crescer a demanda pelo produto. Segundo ele, os tons mais pedidos são os neutros com texturas suaves, geralmente combinando o claro e o escuro. Além de dar um charme ao ambiente o papel de parede pode mudar totalmente seu estilo. Pode até ser aplicado ao teto, tornando o espaço mais acolhedor e confortável. Outro tendência é o uso de tecidos nas paredes. “O material traz conforto ao ambiente e é também acústico. Os tons preferidos para esse revestimento são os neutros.”

 

Fonte: Revista Encontro

Do rústico ao colorido, 10 tendências para você colocar na sua casa

As principais apostas da temporada direto da Semana de Design de Milão 2018, a design week mais importante do planeta

Milão vem nostálgica em 2018. Continua a bater na mesma tecla do ano passado, de casas aconchegantes e que sirvam de refúgio para a correria do dia a dia, mas avança na estética. O principal evento de design do planeta deixa a linguagem racionalista e o minimalismo para trás de forma definitiva.

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O que se viu foi uma boa dose de elementos retrô que voltam à vida para despertar mais emoções e sensações. Para ser aquele toque mágico que pode iluminar o dia. Como costumavam ser as casas das vovós. Dez macrotendências são evidentes entre os lançamentos anunciados no Salão Internacional do Móvel de Milão e nas mostras paralelas que borbulham pelos principais distritos de design da cidade. Veja nossas apostas! Para ver as imagens em um tamanho maior, é só clicar sobre elas.

Fotos: Divulgação

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Revival do retrô

As características típicas do mid-century (1930-1960) dominaram os lançamentos deste ano. Linhas sinuosas, detalhes art déco, pés palito, detalhes pretos e dourados, mesas de espessuras finas e linhas minimalistas para deixar outras peças roubarem a cena. Estampas que beiram o kitsch sem medo de ser feliz, revestimentos que lembram ou imitam o icônico granilite, ambientações cenográficas que remetem às casas das avós.

É tempo das curvas

As formas arredondadas se consolidaram e dão o tom do design de mobiliário. Poltronas e sofás que abraçam com a gentileza das linhas sinuosas, móveis torneados e tubulares, que inspiram tranquilidade e plenitude. É a bossa das formas orgânicas (encontradas na natureza) que tanto nos fascina.

Volta do estilo Memphis

O movimento italiano que nasceu em Milão em 1981 e conquistou o mundo volta ao holofote. Conhecido por libertar o design das amarras da funcionalidade, conferindo alma aos objetos com muitas formas geométricas, assimetria, tons vibrantes e combinação incomum de cores, o estilo reaparece em novas interpretações.

Madeira cativa

A madeira nunca perde seu lugar cativo no panteão da decoração. Aparece de todo jeito, com todo tipo de acabamento, clara ou escura, sozinha ou misturada com outros materiais, como metal, pedra, plástico ou resina. Aquece os espaços e traz aconchego. Este ano especialmente aparece em formas cilíndricas. Até mesmo a italiana Kartell, mundialmente conhecida por suas criações em plástico, rompeu com sua tradição e anunciou os primeiros produtos de madeira, como solução para um mundo mais sustentável.

Reedições de grandes mestres

Na toada do retrô, muitas marcas trouxeram reedições de peças icônicas assinada por grandes mestres da arquitetura e do design. A prática apareceu como um tsunami entre as gigantes do design. A Cassina criou até uma edição limitada de um estúdio multiuso que Le Corbusier criou para o arquiteto brasileiro Lúcio Costa.

Animal e fantástico

A presença de animais no design se fez ainda mais expressiva. Diversas marcas apostam nos bichos e na vibe tropical para despertar a surpresa e o encanto na decoração, de vasos a luminárias, de cooktops a papéis de parede. Em paralelo, outras empresas optaram por levar o “fantástico” para dentro de casa, por criar peças superautorais que favoreçam ambientes mais lúdicos com um quê de surreal.

Cores da terra

Com exceção de algumas intervenções pontuais de cores mais vivas e de marcas conhecidas por seu DNA
vibrante, Milão apareceu mais sóbria este ano. Os tons terrosos reinaram sozinhos. Vermelho terracota, um amarelo mais fechado, azul mais profundo, verde floresta, marrom e tom quente de bege.

Beleza da imperfeição

O mundo do design abraçou a antiga filosofia japonesa do Wabi-Sabi que busca encontrar beleza na imperfeição e impermanência. O que traz ainda mais autenticidade às peças, mesmo que isso signifique estar um pouco “fora de linha”. São imperfeições aparentes, principalmente das resinas com outros componentes, como materiais orgânicos, a exemplo do açafrão, além do uso de madeiras e cerâmicas e da aposta nas assimetrias.

Peças modulares para espaços pequenos e multiuso

Os espaços pequenos já são uma realidade. E para acompanhar o fenômeno urbano de residências compactas, as soluções modulares são o pulo-do-gato. São peças que podem tomar qualquer escala e assumir diferentes funções, levando ainda mais dinamismo para os espaços sociais.

Tramas artesanais

As peças trazem resgate de técnicas artesanais principalmente por meio dos trançados handmade. Dos tradicionais rattan, palha e lã, até de plástico, corda naval e fibra sintética, em todos os tamanhos, aumentando o ornamento e a textura dos objetos.

Fonte: Gazeta do Povo

Fazer móveis e itens de decoração é maneira de economizar na reforma

Quem não tem medo de colocar a mão na massa, pode fazer os próprios itens de decoração e economizar na reforma de casa. A arquiteta Julia Bernayon sugere compor um jardim vertical com algum tipo de estrado; meio-vasos, específicos para parede, que podem ser comprados por menos de R$20,00; além de plantas adequadas à incidência de sol no local.

-Se for uma área de sol pleno, uma samambaia não sobrevive, por exemplo. Então, é importante pesquisar o tipo de planta ideal para a sua parede verde. – aconselha, Julia.

Foto: Peças antigas da casa podem ser repaginadas com uma simples pintura.

Peças antigas de decoração também podem ser reutilizadas. De acordo com Julia, objetos que o morador já possui há muito tempo, porém de qualidade, podem ganhar uma cara nova se forem pintados, por exemplo. Cadeiras podem receber novos estofados e aparadores, peças de vidro. O resultado da interação entre itens mais velhos e outros novos é um visual moderno e bonito.

Foto: A bancada desta cozinha foi feita com cimento e areia, que haviam sobrado da obra.

Já a arquiteta Laura Beringuer garante que é possível usar cimento para criar estruturas para a casa. Em uma obra no Morro da Babilônia, ela construiu a bancada de cozinha de concreto e, para ter uma boa impermeabilização, a estrutura foi coberta por resina epoxi, que também conferiu brilho ao local. No banheiro, também foi feita uma bancada de concreto, mas com resina acrílica, e uma cuba, com a técnica do plastocimento, que permite fazer objetos fortes e resistentes, com pouco material.

Fonte: Extra Globo

Nardi

Nardi no Brasil – móveis da renomada marca italiana em São Paulo

Móveis da renomada marca italiana (Nardi) são encontrados para venda na Galeria das Lonas, em São Paulo

A Galeria das Lonas foi até o Salone del Mobile 2017, em Milão, para prestigiar as novidades e tendências desta feira que é referência mundial de decoração. Entre os lançamentos expostos, estão os móveis da marca italiana Nardi, que são vendidas no Brasil na Galeria das Lonas. O destaque foi para a Linha Net, composta por cadeira de jantar, poltrona de estar e sofá de dois lugares.

Entre a gama extensa de móveis da marca encontramos cadeiras, espreguiçadeiras, poltronas, mesas, mesas laterais e sofá, todos assinados pelo designer Raffaello Galiotto e com certificado europeu de qualidade (Catas). De fabricação própria, 100% made in Italy, e design sem igual, os móveis são desenvolvidos em resina de alta qualidade, reforçada com fibra de vidro tratado anti-uv (propileno de fibra de vidro) ou alumínio, o que torna os móveis propícios ao uso em áreas externas.

Este e outros móveis para áreas externas estão à venda na Galeria das Lonas, que atende encomendas para todo o Brasil.

Fonte: Segs