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TY-E É A NOVA MOTO ELÉTRICA DA YAMAHA (E PESA SÓ 70 KG)

A Yamaha aproveitou o evento ’em casa’ para apresentar seu novo conceito de moto elétrica durante o Tokyo Motor Show de 2017, e agora joga luz novamente sobre o produto. A TY-E é uma trial elétrica que pesa apenas 70 kg e foi exibida como a futura representante da marca no Mundial de E-Trial FIM 2018, programado para julho.

Ela pode não andar pelas ruas, mas uma moto elétrica é um marco no desenvolvimento de novas tecnologias. No caso da TY-E, o novo conceito da Yamaha, ela é tecnológica e leve

A TY-E não tem previsão de comércio em varejo, mas representa um marco no desenvolvimento de novas tecnologias da gigante japonesa. A nova moto elétrica veio diretamente do programa “I&D” da empresa, no qual os funcionários do departamento têm a oportunidade de trabalhar fora dos âmbitos convencionais e dedicar até 5% das suas horas laborais ao desenvolvimento de novos ‘conceitos inovadores’. Portanto, o modelo foi, literalmente, pensado fora da caixa.

moto-eletrica-yamaha-ty-e-1Segundo a Yamaha, o foco do projeto foi criar um modelo trial para competição e trabalhar para superar os problemas típicos de desenvolvimento de VE (veículos elétricos), tais como conseguir uma elevada potência a partir de componentes pequenos e leves, e usufruir do elevado binário de saída de forma a criar uma máquina de condução fácil, reativa e controlável. Assim, o maior desafio na construção da TY-E foi conciliar baixo peso total e um motor com desempenho de ponta, que conseguisse ótima performance desde as baixas rotações até as altas faixas de giro.

TY-E Yamaha, o melhor desempenho e menor peso

Para atingir o peso ideal, foram empregadas baterias leves de íon lítio, que alimentam o motor elétrico (tipo síncrono AC). A embreagem é mecânica e todo o conjunto é envolvido por um chassi em fibra de carbono, além disso, aparentemente, a suspensão dianteira usa garfos telescópios tradicionais na dianteira e monoshock atrás. A moto tem 1,310 mm de distância entre eixos e 350 mm de distância mínima do solo. Mais detalhes técnicos ainda não foram divulgados pela Yamaha.

  • Um motor elétrico de alta potência compacto de alta rotação que atinge performances elevadas em todo-o-terreno, com um binário a baixa velocidade, potente e tem uma aceleração excelente
  • Tecnologia sofisticada de controlo do motor que atinge uma excelente resposta e uma sensação de potência, de velocidades extremamente baixas a velocidades elevadas
  • Uma embraiagem mecânica que garante potência e controlo instantâneos, e um motor elétrico e rotor otimizado que realiza uma performance de tração excelente
  • Uma nova bateria de elevada potência compacta concebida com componentes compactos e leves
  • Avançado quadro monocoque CFRP que é o mais leve possível, enquanto proporciona uma ótima rigidez e espaço de armazenamento da bateria
  • Carenagem extremamente estreita que não interfere com a ação dinâmica do condutor

Para uma moto elétrica japonesa… um piloto japonês

Desenvolvida no 'setor de conceitos inovadores', a TY-E foi concebida para representar a marca no mundial de E-Trial FIM. Quem pilotará é o japonês Kenichi Kuroyama

Desenvolvida no ‘setor de conceitos inovadores’, a TY-E foi concebida para representar a marca no mundial de E-Trial FIM. Quem pilotará é o japonês Kenichi Kuroyama

Kenichi Kuroyama e a YT-E são conterrâneos. Natural da província de Hyogo, o piloto japonês de 39 anos atualmente representa a Yamaha Factory Racing Team na IA Super class do Campeonato de Trial All Japan, categoria na qual faturou o vice-campeonato no ano passado. Em 2018, correrá a categoria novamente e também participará com o protótipo elétrico no Mundial de E-Trial FIM. A competição é a única autorizada pela FIM onde apenas podem competir motos de trial elétricas e está dando seus primeiros passos. No ano passado ocorreu a primeira temporada, com apenas uma prova e 11 inscritos, dentre os quais o espanhol Marc Colomer saiu campeão. Em 2018, serão duas etapas: na França (em Auron, dias 14 e 15 de julho) e Bélgica (em Comblain-au-Pont, dias 20 e 21 de julho).

Fonte: Motoline

Moto elétrica de fibra de carbono ultraleve é ideal para passeios nos montes

O chamamento da natureza é um constante atrativo, e deixa uma pessoa sempre animada pela possibilidade de passar algumas horas rodeado pelo cheiro das árvores, o som dos passarinhos e o vento a bater-lhe na cara. Perfeito para um passeio de moto num caminho pouco explorado entre dois montes. Só há um problema, uma moto para andar nos montes é barulhenta e estraga o chamamento da natureza.

Esta moto elétrica resolve esse problema. Não é a primeira do género, mas a Cake Kalk tem como vantagem ser mais leve que a concorrência, com o motor de 15 kW (20 cv) a garantir uma boa relação peso/potência e uma autonomia aceitável, permitindo fazer até 80 km com uma única carga de bateria, com uma velocidade máxima limitada a 80 km/h.

A Cake Kalk utiliza uma bateria de 2,6 kWh, o que não parece muito, mas o peso total do conjunto é de apenas 70 kg, graças ao uso de alumínio no chassis e fibra de carbono na carroçaria, pelo que não é preciso despender muito esforço para mover a moto. Também é possível configurar três modos de andamento, para controlar melhor o consumo de energia. Uma suspensão pneumática Öhlins assegura um bom comportamento em qualquer terreno.

A Cake vende a moto elétrica Kalk diretamente a partir do seu site, por um preço de 14 mil euros.

Fonte: Motor 24

Dakar 2018: As motos do Dakar 2018

A KTM domina o Dakar há 16 anos consecutivos. Será que em 2018 vai continuar a dar cartas? Conheça as suas concorrentes.

A KTM quererá seguramente, em 2018, manter o domínio absoluto sobre a concorrência.  Afinal, 16 edições a vencer a mais dura prova do mundo, não são, de forma alguma, um mero acaso. A marca austríaca tem defendido a honra da herança tecnológica europeia, e tem vindo sistematicamente ao longo dos últimos anos a envergonhar a armada japonesa.

Entretanto os japoneses, Honda e a Yamaha, não baixam os braços, e a cada ano empenham-se a fundo, suportados por orçamentos significativos, na conquista de uma tão almejada vitória que traga para a ribalta o seus pergaminhos nesta tão difícil maratona onda as Africa Twin e as Ténéré ficaram para a história

Mas também, a cada ano que passa, aumenta a concorrência das marcas indianas, Sherco/TVS e Hero que, quer queiramos quer não, representam uma ameaça futura a todas as outras marcas.

Quem também parece muito interessada em promover as suas motos é a Gas Gas, agora propriedade da Torrot, e que aposta nos motores KTM para conseguir um bom resultado e divulgara a sua marca.

Conheça todas as motos de 2018 em detalhe:

KTM

A KTM estreia em 2018 uma nova 450 Rally, apresentada ao público há poucas semanas no Salão de Milão.
Alterações significativas no painel frontal, proporcionam uma melhor proteção aerodinâmica ao piloto e ao painel de instrumentos. O novo desenho dos depósitos de combustivel representa uma melhor distribuição de massas e oferece mais espaço aos pilotos.

Será a ferramenta que Sam Sunderland, Anotine Meo, Mathias Walkner e Toby Price da Red Bull Rally Team e também dos pilotos oficiais da marca Laia Sanz e Luciano Benavides terão em quase exclusivo para esta 40ª edição do Dakar.

As equipas privadas, como a Himoinsa Rally Team contam com a versão de 2017 da 450 Rally.

A Himoinsa Team actualizou o controlo de tracção e os modos de motor com diversos níveis de intervenção e desempenho, numa tentativa de melhor adaptar a sua resposta nos diversos tipos de terreno que os pilotos vão ter de enfrentar, e que vai das dunas, a demolidoras pistas com mau piso, e a variações extremas da altitude. Outro sistema implementado nas KTM da Himoinsa Team é o limitador de velocidade para minimizar o risco de penalizações nos troços de velocidade reduzida obrigatória.

Também a Gas Gas que este ano regressa ao Dakar após dois anos de ausência e depois de ter participado entre 2012 e 2015, conta com 3 motos, em versão de 2017 da KTM 450 Rally.

piloto português Mário Patrão também vai contar com uma destas KTM que venceram o Dakar de 2017

Salão Duas Rodas: BMW lança supermoto de R$ 490 mil e 2º modelo de baixa cilindrada

BMW HP4 Race terá 750 unidades em todo o mundo – 5 delas para o Brasil. Outro destaque da marca no evento é a G 310 GS, versão aventureira da G 310 R.

CAPACETES PARA TODOS, INCLUSIVE AOS QUE CURTEM A LIGA DA JUSTIÇA

Escolher um capacete hoje não é tarefa fácil. Há uma enorme variedade de modelos, cores, estilos e marcas de capacetes para motociclistas e isso torna a tarefa mais difícil. Não importa qual a sua “tribo”, você tem ao menos 3 opções de ótimos capacetes para comprar. E a parte boa disso tudo é que a forte concorrência mantém os preços acessíveis e sem perder a qualidade dos produtos.

Na prática esse fato indica que só não usa um bom capacete quem não quer. Oferta, qualidade, variedade e preço é uma combinação farta no nosso mercado e o Salão Duas Rodas mostrou isso. Diversas marcas expuseram seus produtos para o público que passou pelo São Paulo Expo entre 14 e 19 de novembro, todas apresentaram novidades e tinham produtos em oferta. Destacamos algumas delas.

Capacetes NORISK da Liga da Justiça: exclusividade

Capacetes NORISK da Liga da Justiça: exclusividade

A começar pela NORISK, marca da BR Motorsport, que fez uma parceria com a Warner Bros e apresentou uma linha de capacetes exclusivos com os principais personagens da Liga da Justiça, filme que estreou esta semana no circuito comercial no Brasil. A marca apresentou capacetes do Superman, Batman, Mulher Maravilha e Flash, numa coleção voltada ao público que curte os super heróis do cinema. “Outros temas também vão enfeitar os capacetes NORISK, como filmes, séries, desenhos animados e personagens”, anuncia a gerente de Marketing da NORISK, Karin Obertopp.

Da mesma distribuidora, a marca LS2 apresenta capacetes réplicas, como o de Alex Barros na memorável equipe West Honda Pons, e do piloto Rafael Paschoalin, dois ícones do motociclismo brasileiro cujos fãs da motovelocidade agora podem usar versões dos modelos réplicas dos dois ídolos. Os dois capacetes réplicas são apresentados no modelo Rapid e os gráficos seguem fielmente os elementos que cada piloto utiliza nas respectivas carreiras, como o eternizado número 4, a assinatura do ex-piloto na parte de trás do casco no caso de Alex Barros e asteriscos laterais na cor Yellow Fluo, marca registrada de Paschoalin.

Réplicas de Rafael Paschoalin e Alex Barros: só para os fãs

Réplicas de Rafael Paschoalin e Alex Barros: só para os fãs

Mais uma novidade da LS2 é o novo capacete articulado com óculos interno, o Valiant. Com abertura em 180º, ele se converte em um open-face para minimizar a turbulência em movimento, através de um mecanismo ultrarresistente, ganhando, ainda, em compactabilidade em relação a diversos outros modulares do mercado.

Novidades da AGV: K1 e Veloce

Novidades da AGV: K1 e Veloce

Já a italiana AGV, apresenta o aguardado capacete K-3 SV, réplica do piloto ítalo-brasileiro Franco Morbidelli, campeão mundial de motovelocidade em 2017, na categoria Moto2. Além deste, quatro novos capacetes da AGV chegam ao mercado: o Corsa RVeloce SK-5 Jet e K-1.  Os quatro modelos apresentam características para uso em alta performance, com casco tricomposto, formado pela combinação da fibra de carbono, aramida e fibra de vidro (bicomposto, sem aramida, no caso do K-5 Jet) e soluções aerodinâmicas e de conforto avançadas. O modelo K-1 ainda será lançado no mercado internacional e deve chegar ao Brasil em meados de 2018.

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Fonte: Motonline

Capacete Schuberth O1 – o mais recente e moderno modelo da conceituada marca alemã

Um estilo arrojado criado pela KISKA Design, com linhas e decorações modernas, construído com elevados padrões de segurança e conforto.

 O O1 é um moderno capacete “jet” que redefine os padrões de como os novos capacetes jet devem ser.

Construído em fibra de vidro com uma técnica única e exclusiva da marca, o DFP (Direct Fibre Processing) que permite reduzir substancialmente o peso do capacete (o tamanho XS pesa aprox. 1100g) e manter uma elevada estabilidade dos materiais ao longo do tempo, o novo capacete Schuberth O1 foi um dos sucessos do último Salão de Milão, a EICMA 2017.

Produzido em 3 diferentes tamanhos de calota exterior, para se adaptar na perfeição às seis medidas diferentes, do XS ao XXL que equivalem a um perímetro do crânio entre os 53cm e os 63cm, o Schuberth O1 pretende ajustar-se na perfeição a todos os utilizadores.

À semelhança dos outros capacetes Schuberth, o O1 foi aperfeiçoado no túnel de vento da marca, para atingir elevados padrões no que respeita à redução de ruído e aumento da estabilidade aerodinâmica, e tem igualmente uma garantia de 5 anos.

Disponível numa vasta paleta cromática que engloba modelos lisos e motivos geométricos, o seu interior tem um desenho ergonómico e apresenta um forro sem costuras, moldado em  “ShinyTex” que beneficia a ventilação e o conforto, e que pode ser desmontado e lavado.

O Schuberth O1 tem homologação europeia e DOT (americana) e vai chegar ao mercado na Primavera de 2018, não tendo o seu preço sido ainda revelado.

Fonte: Andar de Moto Portugal

Moto BMW de 215 cavalos será lançada no Salão Duas Rodas 2017

Feita para as pistas, a HP4 Race é restrita a 750 unidades em todo o mundo.

 A BMW revelou uma de suas atrações para o Salão Duas Rodas 2017, que acontece em São Paulo, de 14 a 19 de novembro. O modelo inédito será a HP4 Race, moto desenvolvida para rodar nas pistas, e que tem 215 cavalos de potência.

Ainda sem preço definido, a esportiva terá apenas 750 unidades produzidas e em um processo artesanal de montagem. Apesar de ter sua origem na moto de rua S 1000 RR, a HP4 Race teve muitas alterações, inclusive, adotou chassi de fibra de carbono que pesa apenas 7,8 kg.

BMW HP4 Race (Foto: Divulgação)BMW HP4 Race (Foto: Divulgação)

BMW HP4 Race (Foto: Divulgação)

Todo o seu conjunto tem apenas 171 kg, em ordem de marcha, e até as rodas são de fibra de carbono, o que possibilita uma redução de peso de 30% em comparação a rodas forjadas em liga-leve.

Seu motor de 4 cilindros e 999 atende as especificações do Mundial de Superbike e alcança a potência máxima a 13.900 rpm, enquanto o pico de torque, de 120Nm, aparece aos 10.000 rpm.

BMW HP4 Race (Foto: Divulgação)BMW HP4 Race (Foto: Divulgação)

BMW HP4 Race (Foto: Divulgação)

As suspensões tambem são de competição, com garfos invertidos FGR 300 e amortecedores TTX 36 GP, ambos componentes fabricados pela sueca Öhlins e também usadas na MotoGP, no Campeonato Mundial de Superbike.

Para frenagem, a HP4 usa O sistema de freios, por sua vez, usa discos duplos de aço de 320 milímetros de diâmetro e 6,75 mm de espessura; pistões revestidos de titânio; e pinças de alumínio monobloco Brembo GP4 PR, com superfície niquelada. A moto conta com assistência de freio motor, com até 15 níveis de atuação, e sistemas eletrônicos de controle e assistência.

Serviço

Salão Duas Rodas 2017:

  • 13 de novembro – Avant Première: 18h às 23h (somente para convidados)
  • De 14 a 19 de novembro (terça-feira a sábado): 14h às 22h.
  • Dia 19 de novembro (domingo): 11h às 19h, com entrada até às 17h.
  • São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo/SP).

Fonte: G1

LEWIS HAMILTON CRIA EXCLUSIVA MV AGUSTA F4 LH44

Conhecido apaixonado por motos e utilizador diário de vasta coleção, Lewis Hamilton voltou a criar uma máquina exclusiva, trabalhando diretamente com a MV Agusta e o Castiglioni Research Center (CRC) na elaboração da F4 LH44. Esta é a segunda ‘proposta’ do tricampeão do Mundo de F1, depois do sucesso da Dragster RR LH, cujas 244 unidades produzidas foram vendidas em poucas horas.


Derivada da F4 RC que serve de base à MV Agusta que alinha no Mundial de Superbikes, esta especialíssima versão, limitada a 44 unidades, debita 212 cavalos graças escape em titânio e ECU específica. Dotada de inúmeras peças em fibra de carbono e com a estreia de ecrã fumado em modelos F4, a LH44 destaca-se pela decoração em elegante vermelho Candy Apple com apontamentos em preto mate e carbono, constrastante com o branco pérola do quadro em treliça de tubos de cromo molibdénio, rodas forjadas em alumínio e cubo traseiro maquinado em CNC.

Sinal de exclusividade absoluta são ainda as suspensões, criadas pela especialista sueca Öhlins, com a forqueta invertida NIX 30 ajustável de forma independente na compressão na bainha esquerda e em extensão na direita, além da regulação em pré-carga, enquanto atrás surge amortecedor TTX36 com depósito externo. Quanto aos pneus, criados exclusivamente pela Pirelli e com faixa lateral vermelha e logótipo LH44, são os Diablo Supercorsa SP, homologados para uso em estrada mas com performances de pista. Quanto ao preço, condizente com tamanha exclusividade, estará acima dos 60 mil euros!

Fonte: a bola Portugal

Conceito de moto elétrica é uma mistura de Porsche, iPhone e Pokémon

Um designer conhecido como Shiny Hammer criou uma moto 100% elétrica conceitual que divide opiniões. Há quem ache que ela foge demais do convencional, mas muita gente elogiou o trabalho justamente por isso.

O veículo foi batizado de Hope (“Esperança”) e tem como base a Vectrix VX-1. Segundo o criador, as inspirações para o design “sem qualquer forma agressiva” são uma mistura entre “um pré-Porsche 365, um iPhone e um Pokémon”. Parece meio difícil de entender, mas olhando com calma dá para notar os traços de cada elemento. É possível que a clássica lightcycle do filme “Tron” também tenha servido de inspiração.

A composição da carcaça é basicamente de placas de alumínio e fibra de vidro — materiais que estão presentes em cases de smartphones. A parte de baixo do veículo, que concentra as baterias, é um pouco mais volumosa.

Shiny Hammer, cujo nome verdadeiro é Samuel Aguiar, ainda disse ao site Bikeexif que encontrou dificuldades para balancear essa ideia com todos os elementos da moto, como o assento, os farois e o painel. Ela tem velocidade máxima de 129 km/h e consegue rodar por até 280 km sem precisar de recarga.

A moto é puramente conceitual e não deve passar desse protótipo das fotos. Entretanto, o designer garante que ela é funcional e muito leve e silenciosa de conduzir, inclusive quase sem a necessidade de usar os freios.

fonte: Tecmundo

Ducati lança a Multistrada 1200 Sport no Brasil

Marca apresenta versão com maior apelo esportivo para sua big trail 1200. Equipamentos agregam fibra de carbono

 A Ducati anunciou a chegada ao mercado brasileiro da Multistrada 1200 Sport, de maior apelo esportivo. A novidade se diferencia do modelo convencional por meio da adição do escapamento de fibra de carbono fornecido pela italiana Termignoni, para-lama dianteiro de fibra de carbono e capaz de alumínio para os reservatórios de fluídos. A Multistrada 1200 Sport é oferecida por R$ 73.900, enquanto a versão “convencional” sai por R$ 69.900.

Fonte: iCarros