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Do rústico ao colorido, 10 tendências para você colocar na sua casa

As principais apostas da temporada direto da Semana de Design de Milão 2018, a design week mais importante do planeta

Milão vem nostálgica em 2018. Continua a bater na mesma tecla do ano passado, de casas aconchegantes e que sirvam de refúgio para a correria do dia a dia, mas avança na estética. O principal evento de design do planeta deixa a linguagem racionalista e o minimalismo para trás de forma definitiva.

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O que se viu foi uma boa dose de elementos retrô que voltam à vida para despertar mais emoções e sensações. Para ser aquele toque mágico que pode iluminar o dia. Como costumavam ser as casas das vovós. Dez macrotendências são evidentes entre os lançamentos anunciados no Salão Internacional do Móvel de Milão e nas mostras paralelas que borbulham pelos principais distritos de design da cidade. Veja nossas apostas! Para ver as imagens em um tamanho maior, é só clicar sobre elas.

Fotos: Divulgação

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Revival do retrô

As características típicas do mid-century (1930-1960) dominaram os lançamentos deste ano. Linhas sinuosas, detalhes art déco, pés palito, detalhes pretos e dourados, mesas de espessuras finas e linhas minimalistas para deixar outras peças roubarem a cena. Estampas que beiram o kitsch sem medo de ser feliz, revestimentos que lembram ou imitam o icônico granilite, ambientações cenográficas que remetem às casas das avós.

É tempo das curvas

As formas arredondadas se consolidaram e dão o tom do design de mobiliário. Poltronas e sofás que abraçam com a gentileza das linhas sinuosas, móveis torneados e tubulares, que inspiram tranquilidade e plenitude. É a bossa das formas orgânicas (encontradas na natureza) que tanto nos fascina.

Volta do estilo Memphis

O movimento italiano que nasceu em Milão em 1981 e conquistou o mundo volta ao holofote. Conhecido por libertar o design das amarras da funcionalidade, conferindo alma aos objetos com muitas formas geométricas, assimetria, tons vibrantes e combinação incomum de cores, o estilo reaparece em novas interpretações.

Madeira cativa

A madeira nunca perde seu lugar cativo no panteão da decoração. Aparece de todo jeito, com todo tipo de acabamento, clara ou escura, sozinha ou misturada com outros materiais, como metal, pedra, plástico ou resina. Aquece os espaços e traz aconchego. Este ano especialmente aparece em formas cilíndricas. Até mesmo a italiana Kartell, mundialmente conhecida por suas criações em plástico, rompeu com sua tradição e anunciou os primeiros produtos de madeira, como solução para um mundo mais sustentável.

Reedições de grandes mestres

Na toada do retrô, muitas marcas trouxeram reedições de peças icônicas assinada por grandes mestres da arquitetura e do design. A prática apareceu como um tsunami entre as gigantes do design. A Cassina criou até uma edição limitada de um estúdio multiuso que Le Corbusier criou para o arquiteto brasileiro Lúcio Costa.

Animal e fantástico

A presença de animais no design se fez ainda mais expressiva. Diversas marcas apostam nos bichos e na vibe tropical para despertar a surpresa e o encanto na decoração, de vasos a luminárias, de cooktops a papéis de parede. Em paralelo, outras empresas optaram por levar o “fantástico” para dentro de casa, por criar peças superautorais que favoreçam ambientes mais lúdicos com um quê de surreal.

Cores da terra

Com exceção de algumas intervenções pontuais de cores mais vivas e de marcas conhecidas por seu DNA
vibrante, Milão apareceu mais sóbria este ano. Os tons terrosos reinaram sozinhos. Vermelho terracota, um amarelo mais fechado, azul mais profundo, verde floresta, marrom e tom quente de bege.

Beleza da imperfeição

O mundo do design abraçou a antiga filosofia japonesa do Wabi-Sabi que busca encontrar beleza na imperfeição e impermanência. O que traz ainda mais autenticidade às peças, mesmo que isso signifique estar um pouco “fora de linha”. São imperfeições aparentes, principalmente das resinas com outros componentes, como materiais orgânicos, a exemplo do açafrão, além do uso de madeiras e cerâmicas e da aposta nas assimetrias.

Peças modulares para espaços pequenos e multiuso

Os espaços pequenos já são uma realidade. E para acompanhar o fenômeno urbano de residências compactas, as soluções modulares são o pulo-do-gato. São peças que podem tomar qualquer escala e assumir diferentes funções, levando ainda mais dinamismo para os espaços sociais.

Tramas artesanais

As peças trazem resgate de técnicas artesanais principalmente por meio dos trançados handmade. Dos tradicionais rattan, palha e lã, até de plástico, corda naval e fibra sintética, em todos os tamanhos, aumentando o ornamento e a textura dos objetos.

Fonte: Gazeta do Povo

Aprenda a fazer bijuteria de resina

 

 

Se gosta de trabalhos manuais, tem algum tempo e é uma pessoa criativa, vai adorar este artigo. Puxe pela imaginação e pense: o que quer fazer? Brincos, molduras para fotografias, imanes decorativos? Há mil possibilidades! Em lojas de trabalhos manuais, pode encontrar moldes já feitos, mas também pode fazê-los você mesma. Aplique-se e talvez encontre um novo hobby. Não custa nada aprender a fazer bijuteria em casa.

Prepare os seus próprios moldes

Para começar prepare os seus próprios moldes! Pode utilizar quase qualquer coisa para fazer um molde que possa aplicar em varias ocasiões. Comece com um objeto plano pelo menos numa face, verá que é mais simples e mais fácil para trabalhar.

Necessitará

  • O objeto a partir do qual deseja fazer o molde
  • Peças de silicone A e B (consulte o passo 2 das instruções)
  • Recipiente de plástico para misturar a borracha
  • Recipiente de plástico de fundo liso para o molde (com espaço suficiente no interior para ajustar-se ao objeto que servirá de molde)
  • Colheres de plástico
  • Copos de papel
  • Paus de gelado
  • Luvas de borracha nitrílica ou vinil (não de látex)
  • Óculos de segurança

NOTA: trabalhe à temperatura ambiente e num lugar bem ventilado. Se o objeto a partir do qual deseja fazer o molde é poroso, terá que selá-lo previamente com um produto adequado ou pintar com pintura de esmalte.

Instruções

  1. Coloque o objeto a partir do qual deseja fazer o molde com a face plana para baixo, num recipiente de plástico de fundo liso. Fixe o objeto no fundo se achar que pode mexer-se quando lhe deitar a borracha.
  2. Deite quantidades iguais de peças de silicone – borracha A e B – em dois copos de papel diferentes.
  3. Deite as duas partes noutro recipiente de plástico e misture bem para garantir uma cor uniforme. Uma vez misturados, tem 30 minutos para trabalhar com a composição de silicone-borracha antes de começar a solidificar.
  4. Mantenha o recipiente com a mistura de borracha por cima do recipiente de plástico, levantando-a o mais alto possível para ajudar a rebentar as bolhas. Deite a mistura no recipiente e faça com que o objeto fique no mínimo um centímetro submerso.
  5. Deixe em repouso pelo menos 24 horas antes de desenformar. Retire a borracha com muito cuidado para encher o molde.

Modele a resina

Há diferentes tipos de resina. Siga as instruções do fabricante, colocando sempre luvas e óculos de segurança.

Necessitará

  • Resina (A)
  • Endurecedor (B)
  • Corante para a resina
  • Molde de borracha
  • Uma palhinha
  • Vários palitos
  • Balança elétrica
  • Copos de papel
  • Paus de gelado (corte um lado reto)

Instruções

  1. Deite a resina e o endurecedor numa taça de papel limpa e misture durante 3 minutos com um pau de gelado.
  2. Se quiser dar cor à resina, junte o corante desejado e misture bem para garantir que a cor é distribuída de forma uniforme.
  3. Deite a resina no molde com cuidado, tentando que o pingo seja o mais fino possível e começando pelo ponto mais fundo, até que o molde fique cheio. Se aparecerem bolhas na superfície da resina utilize uma palhinha para soprar suavemente sobre a superfície. Se as bolhas se formarem no interior da resina, utilize um palito para perfurar ou para trazê-las para a superfície onde as poderá soprar suavemente como antes.
  4. Deixe em repouso durante pelo menos 48 horas e garanta que a resina está totalmente dura antes de retirá-la do molde.

 

Bases para copos
Pode fazer um molde com uma base para copos que já tenha e fazer a sua própria coleção de peças de resina. Para fazer um como o nosso é muito fácil: coloque as faixas de renda no interior do molde, misture e deite a resina sobre a renda. Utilize um palito para mudar a posição da renda caso esta mude de posição.

Puxadores de gaveta

Faça um molde grande com forma de rosa e utilize-o para fazer os puxadores.
Pode preparar um pequeno suporte de cartão para garantir a acumulação de resina ao redor do parafuso e adicionalmente para garantir que o parafuso permanece na sua posição: dobre um pedaço de cartão em forma de U de forma a que sobre um centímetro acima do molde e faça um furo no centro. É através deste furo que irá colocar o parafuso no centro da resina, deixando que a cabeça se introduza profundamente na resina. Deixe secar e endurecer.

 

Molduras

Faça os seus próprios moldes para molduras de fotos e uma vez adicionada a resina, junte um imane na parte de trás: poderá usá-las como imanes para o frigorífico ou fazer miniaturas para utilizar como decoração.

 

Bijuteria

Algumas lojas vendem estruturas de metal onde pode colocar as suas próprias peças de bijuteria, e é garantido que desenhar as suas próprias joias é fácil.

  1. Como fundo para a joia pode preparar um papel bonito e dar-lhe a forma que desejar.
  2. Pinte as duas faces do papel com uma camada de cola especial deixando que um lado seque antes de pintar o lado em falta.
  3. Repita o processo várias vezes dando várias demãos em cada lado para selar o papel.
  4. Faça uma aplicação de cola no local onde vai colocar a sua joia. Deixe secar e em seguida aplique outra camada.
  5. Cole a forma de papel na posição. Deixe secar completamente antes de aplicar nova camada. Termine com uma camada de resina assim que a cola estiver seca.

 

Fonte: Para Mim

Como trabalhar com resina e corantes

A resina é um líquido espesso e grudento que ocorre naturalmente em plantas ou é criado sinteticamente usando produtos químicos. Embora a resina natural tenha um longo histórico de uso, da vedação de barcos à selagem de múmias, a maior parte das resinas modernas é do tipo sintético. Esta resina sintética, quando combinada a um catalisador, endurece rapidamente, em geral dentro de 20 minutos. Quando endurecida, ela cria um material transparente parecido com plástico, formando uma camada dura sobre a superfície na qual é aplicada, ou assumindo os detalhes de um molde no qual é despejada. Sem o catalisador, ela permanece na forma de um líquido gelatinoso e grudento que não endurece. Quando quiser acrescentar um pouco de cor à sua resina, você pode fazê-lo com a ajuda de uma grande variedade de corantes líquidos ou em pó.

Instruções

  1. Coloque a quantidade de resina que você pretende usar num copo ou balde, grande o suficiente para conter pelo menos duas vezes a quantidade de resina. Despeje o catalisador num segundo copo ou balde, usando a quantidade recomendada de acordo com a razão de resina para catalisador indicada pelo fabricante.

  2. Acrescente o corante à resina uma unidade de cada vez, misturando com um palito de madeira até chegar à cor desejada. Para corantes líquidos, cada unidade é uma única gota; para corantes em pó, use uma quantidade mais ou menos igual a meia ervilha. Use um palito separado para acrescentar os pós, despejando o pó na resina sem submergir o palito.

  3. Despeje o catalisador na resina colorida. Misture os dois usando um palito de madeira. Observe a resina à medida que você mexe para determinar quando terminou de combinar a resina e o catalisador. Quando não houver sinais de estrias e a cor estiver uniforme, quer dizer que a mistura está completa.

  4. Borrife a sua forma com um desmoldante em spray para evitar que a resina grude ou que a umidade vaze. Despeje a resina no molde. Preencha a forma inteira a partir de um único canto, deixando que a resina se espalhe por ela a partir de um só ponto de entrada. Isto vai evitar que se formem bolhas de ar na mistura.

  5. Bata na lateral da forma com um palito de madeira para forçar quaisquer bolhas de ar na resina a irem até o topo da peça, onde elas vão estourar ao entrar em contato com o ar. Deixe que a resina descanse até endurecer. O tempo que este processo leva varia de acordo com o tipo de resina e o fabricante. Consulte as instruções do fabricante para descobrir o tempo estimado de endurecimento para a sua marca específica.

  6. Remova a resina do molde virando-o de cabeça para baixo e batendo de leve em sua base com a mão.

     

Dicas

  • Teste seu corante numa pequena quantidade de resina antes do uso geral, para garantir a compatibilidade do corante com o tipo de resina utilizado.

Aviso

  • Nunca misture mais resina do que você pode usar em 15 a 20 minutos, para evitar o desperdício causado pelo endurecimento da resina no seu recipiente de mistura.
  • Misture a resina num ambiente bem ventilado para evitar inalar os vapores da resina.

O que você precisa

  • Resina e catalisador separados
  • 2 copos ou baldes
  • Palitos de madeira para misturar
  • Corantes

Fonte: ehow

A versatilidade da fibra de vidro e sua possível aplicação em outros materiais

 

O objetivo deste artigo é apresentar as informações básicas para execução de um reparo num laminado em “FIBERGLASS” (fibra de vidro), bem como remendos em outros materiais tais como chapa, calhas etc.

Materiais necessários para fazer uma mistura utilizada em Reparos:

Antes de começar coloque todos os materiais á mão, e preparados para serem usados (semi-destampados, tecido da manta cortado em pedaços menores, palitos de sorvete, panos, estopa, etc.)

* Catalisador – Forma líquida, incolor, finalidade de endurecimento de resinas, massa plástica e gel coat ; porcentagem de utilização de 0,5% a 4% (de acordo com a temperatura do dia em que está sendo realizado o trabalho, quanto mais frio maior a quantidade a ser utilizado).
Dica: 40 gotas de catalisador = 01 grama aproximadamente

* Palitos de sorvete – ou outra coisa para fazer a mistura.

* Estopa de primeira – Cor branca; Finalidade de dar polimento e limpeza.

* Lixa – Cor cinza-grafite; Finalidade de dar acabamento, e limpar superfície para melhor aderência.

* Manta de Fibra de Vidro – Forma de fios de fibra de vidro cortados e emaranhados; cor branca; Finalidade de dar resistência mecânica a resina.
Dica : cada camada de manta que pesa 450 g/m2 resulta em aproximadamente 1mm de espessura.

* Pincel – Finalidade de aplicação de resina e GEL COAT.

* Resina Pré-acelerada – Forma líquida viscosa; Finalidade de laminados em geral, fundição de peças transparentes, resistentes à corrosão, etc.
Endurece com a mistura do catalisador Com 1% a 25 ºC , permite um tempo de +/- 15 minutos para aplicação.

* Solvente para limpeza thiner – Forma líquida; Incolor; Finalidade de limpar mãos, pincéis, rolos para pintura etc.
(é fundamental, nem pense em começar sem ter um solvente A MÃO!)

Execução do Trabalho

1ª Etapa:  Proceder um lixamento no local a ser reparado de forma a remover toda a parte comprometida(quebrada, estilhaçada) e também a limpeza de uma região circundante de largura mínima de 10 cm.

2ª Etapa: Nesta etapa prepara-se a resina pré acelerada somente com o catalisador, pois como já foi escrito a resina já vem pré acelerada com o cobalto.

Aplica-se uma camada desta resina sobre a região a ser reparada com um pincel com se estivesse pintando.

Colocamos uma camada de manta de fibra de vidro previamente cortada sobre a superfície e com o auxílio de um pincel vamos impregná-la batendo o pincel até ficar totalmente molhada porém sem excesso de resina .

Procurar não deixar bolhas de ar no meio da laminação,

Colocar camadas sobre camadas até atingir a espessura desejada, Não convém aplicar muitas camadas em seguida para evitar o aquecimento da resina.

3ª Etapa:  Atingindo a espessura desejada, que não deve ser menor que da peça a ser consertada, aguardar a secagem e procede-se um lixamento leve para eliminar pontas salientes e/ou caroços.

4ª Etapa: Aplica-se na superfície lixada ao menos uma mão de resina(catalisada) como se estivesse pintando para garantir que as fibras não terão contato com o agente agressor (umidade, etc).

5ª Etapa:  pode-se dar acabamento com massa plástica, massa rápida e pintura etc.

Obs: Cada vez que se prepara resina com catalisador, é necessário lavar o pincel com solvente (THINER) sob o risco desta endurecer a perde-se o pincel.

 

Fonte: Faz Fácil

Resina é opção para eliminar rejuntes e facilitar a limpeza da casa

Com aspecto brilhante e uniforme, os pisos monolíticos têm conquistado a preferência de arquitetos e clientes na hora de projetar a residência

Limpar o chão de casa não é tarefa das mais simples, e pisos com rejunte geralmente acumulam sujeira nas emendas. Por essa e por outras razões, o piso de resina epóxi tem conquistado a preferência tanto de arquitetos, quanto de seus clientes.

A técnica – que ficou conhecida popularmente como ‘porcelanato líquido’ – consiste em aplicar uma camada de resina autonivelante, fazendo com que o pavimento se torne uma superfície totalmente uniforme. “Sem o rejunte, a limpeza do ambiente fica bem mais fácil de ser realizada. Além disso, não há possibilidade de infiltração de água no local ou qualquer tipo de descolamento da cerâmica”, explica Adriana Massoni, gerente operacional da Hardyfloor, empresa especializada nesse tipo de serviço.

A aplicação da camada de resina é o último estágio da obra e geralmente dura entre dois e três dias, de acordo com o tamanho da área a ser recoberta. O ideal é que ela seja sobreposta diretamente no contrapiso, mas também é possível cobrir pavimentos de cerâmica ou cimento. Para espaços residenciais, são necessários até três milímetros do material e a secagem demora aproximadamente 24 horas. Se necessário, ao fim, uma camada extra de verniz pode ser aplicada para ressaltar o aspecto brilhante do produto.

Com custo médio entre R$ 120 a R$ 250 por m², segundo os especialistas, o material só é contraindicado para pisos elevados, isto é, com bases de sustentação. “Também não é recomendado aplicá-lo em banheiros, já que ele não é antiderrapante”, acrescenta Adriana.

Segundo o proprietário da Piso Design, Juca Araújo, a resina epóxi pode ser adquirida em qualquer tonalidade de cor. “A característica do ‘porcelanato líquido’ é o aspecto vítreo, parecendo um espelho. Nenhum outro produto fica com esse acabamento”, diz o empresário. Além disso, é possível compor o piso de forma artística, realizando desenhos ou imprimindo traços, pigmentos e até estampas sob a camada. “Trabalhamos com artistas específicos para atender a nossos clientes”, explica.

Humberto Pio, arquiteto do Estúdio Risco, já coordenou quatro projetos com pisos monolíticos e vê muitas vantagens no material. “A ausência de rejuntes é um elemento estético muito interessante”, afirma. “No entanto, este tipo de piso não é indicado para qualquer perfil de cliente, porque arranha com mais facilidade e exige um cuidado maior”, pondera.

Apesar de atraente do ponto de vista estético e funcional, Pio acredita que a técnica não deve interessar tanto a clientes que pretendam recobrir pequenas áreas. “É necessário mão de obra qualificada e ela, além de mais cara, nem sempre está disponível para aplicação.”

Projeto do Estúdio Risco utilizou piso de resina vermelho

Projeto do Estúdio Risco utilizou piso de resina vermelho Foto: Marcelo Dacosta

Fonte: Estadão

Fibra de vidro: O que é e para que serve

Atualmente, a grande preocupação das indústrias é trabalhar com materiais versáteis, que sejam leves, flexíveis e de boa qualidade. Estruturas antigas como aço, ferro e variados já não são tão chamativos para as empresas, independentemente dos empreendimentos por elas construídos.

A tendência é utilizar materiais alternativos, como a fibra de vidro. Trata-se de um produto bastante utilizado, dada a uma série de características que tal insumo possui.

Ficou curioso sobre a fibra de vidro? No post de hoje, entenda o que é essa novidade e para que ela serve no seu dia a dia. Continue lendo!

O que é fibra de vidro?

A expressão fibra de vidro (ou fiberglass) é usada para denominar os filamentos e o conjunto de polímeros, cujo nome correto do material aqui estudado é Polímero Reforçado com Fibra de Vidro (PRFV).

É um material composto pela aglomeração de finíssimos filamentos de vidro não rígidos e flexíveis. Essas pequenas fibras são unidas pela aplicação de resina de poliéster (ou outro tipo de resina), feitos com material plástico, derivado do petróleo. Em seguida, é colocado no material substâncias que catalisam o processo de polimeração.

Características

O resultado do processo PRFV é um material resistente com excelentes propriedades mecânicas e químicas, que você verá a seguir.

   Leveza

O plástico reforçado presente na fibra de vidro torna o material construído mais leve, em pelo menos 30% com propriedades semelhantes ao aço.

   Alta resistência

A fibra de vidro, além de ser mais leve que o aço também é mais resistente. A resistência é quociente entre o quanto o material suporta a tensão em função da e o volume deste produto. Em outras palavras é dada pela divisão: resistência à tensão/massa volumétrica.

   Não apodrece

Por ser feito por filamentos de vidro e plástico, não há possibilidade de corrosão da PRFV e danos ocasionados por insetos e roedores, por exemplo. Com isso a durabilidade do produto é maior comparando-se com os insumos convencionais.

Além disso, pode-se expor o material a agentes químicos sem danificar a sua estrutura.

   Baixa condutividade térmica

A condutividade térmica é a capacidade de transmissão de calor em uma determinada área. Quanto maior essa transferência, mais rápida a energia será dissipada. Se for baixa, no entanto, torna-se possível eliminar as passagens térmicas, gerando economia de calor.

A PRFV possui um valor condutivo térmico de 0,046 a uma temperatura de 27 graus Celsius. É um valor bem menor se comparado ao ferro que possui 80,3.

   Isolamento elétrico

Tanto o vidro quanto o plástico são isolantes. Logo, não há condutividade elétrica por onde a fiberglass é instalada, mesmo em pequenas espessuras.

   Incombustibilidade

Dada às propriedades mineirais presentes no material, a fiberglass é invulnerável à propagação de chamas e não libera gases tóxicos geradas pelo fogo e à exposição de altas temperaturas.

   Higiênico

Devido às propriedades dos materiais que compõem o material, este não acumula sujeira, torando fácil sua limpeza.

   Reciclável

Assim como os termoplásticos, os filamentos de vidro podem ser reciclados. Aquecendo-os a uma certa temperatura, pode-se derretê-los e criar novas moldagens.

   Flexibilidade

O produto é altamente maleável e de moldagem simples, possibilitando fabricar peças complexas, pequenas ou grandes, com uma grande variedade de formatos e funções.

   Versatilidade

Pode ser empregado em diversas situações e qualquer segmento amador ou industrial. Por ser extremamente versátil, o PRFV é utilizado por muitos setores empresariais.

Para que serve a fibra de vidro?

Com todas as características mostradas aqui, a fiberglass é usada tanto para produção de pequenas peças ou produtos mais complexos. Normalmente, utilizam-se os polímeros reforçados com fibra de vidro para os seguintes artefatos:

  • Artigos náuticos: boias de sinalização, cascos de embarcações e pranchas de surf.
  • Aviação: hélice de helicópteros e aviões e fuselagem.
  • Automotivos: discos de embreagem, pastilhas de freio, carrocerias, carenagens, etc.
  • Recipientes para armazenamento: reservatórios, caixas d’ água e piscinas;
  • Equipamentos: engrenagens, carenagens, carcaças de instrumentos e máquinas caseiras ou industriais;
  • Construção civil: telhas, painéis decorativos, sistemas de isolamento térmico e elétrico.
  • Reforço para plásticos: capacetes de segurança, recipiente de carga, escudos de solda, etc.

A inovação no vidro

Com tudo o que foi mostrado sobre o polímero reforçado com fibra de vidro, percebe-se que este material é inovador para qualquer segmento. O processo de fabricação é simples, sustentável e é mais eficiente que os materiais que convencionais pesados, de pouca duração e que degradam o meio ambiente.

Ficou claro o que é fibra de vidro e como este material pode mudar o seu cotidiano? Já conhecia essa matéria-prima? Compartilhe suas ideias e experiências, comentando este post!

 

 

Fonte: Sercel

O encontro de Will Smith com a robô Sophia, a inteligência artificial mais desenvolvida do mundo

Os significados da paquera em um mundo digital foram atualizados. O ator Will Smith foi a um “encontro” com a robô Sophia, um avançado sistema de inteligência artificial inspirado em Audrey Hepburn.

Mas parece que durante o encontro, Smith foi deixado totalmente na friendzonepor parte de Sophia, que não achou nada cativante as investidas do ator.

Em um vídeo publicado nas redes sociais na última quinta-feira (29), Smith tentou jogar o seu charme para atrair Sophia nas Ilhas Cayman.

Mas Sophia não pareceu impressionada com o status de celebridade de Smith ou com as suas piadas. Durante a conversa, Will Smith dispara:

“Sophia, você sabe qual é o gênero musical preferido dos robôs? Heavy Metal.”

E ela responde: “Na verdade, eu sou feita de silicone, plástico e fibras de carbono. Ainda, eu prefiro música eletrônica.”

No Twitter, Sophia escreveu uma mensagem especial para Jada Smith, esposa do ator.

“Eu resisti aos movimentos dele”, disse.

Desenvolvida pela Hanson Robotics, a robô Sophia está em constante desenvolvimento. Ela consegue gesticular mais de 60 expressões humanas, e é considerada o robô que tem a melhor interação com os seres humanos.

O seu rosto é feito de um material que imita a pele humana e a sua maior habilidade é a sua capacidade de conversar naturalmente com as pessoas.

Desde que foi lançada, Sophia surpreende a cada nova entrevista em que ela participa. Sua popularidade, inclusive, a levou a discursar durante um evento na Organização das Nações Unidas (ONU) sobre desenvolvimento e sustentabilidade.

Bateria de hidrogênio: Primeiros protótipos funcionais

Bateria de hidrogênio

As baterias de hidrogênio, ou baterias de prótons, estão entre os conceitos promissores para a substituição das baterias de lítio ou mesmo das células de combustíveis.

Como em todo novo conceito, o progresso tem sido mais lento do que se desejava. Em apenas uma semana, contudo, duas equipes, trabalhando independentemente, mostraram resultados importantes.

A primeira equipe, formada por pesquisadores de várias universidades dos EUA, desenvolveu um novo eletrodo para a bateria de hidrogênio – o eletrodo é o material por onde a corrente elétrica entra, durante a recarga, ou sai da bateria, quando sua energia é usada. Para ser eficiente, um eletrodo precisa de muita área superficial. Para isso, a equipe cultivou nanotubos de carbonodiretamente sobre fibras de carbono, formando um eletrodo não apenas poroso, mas com poros minúsculos.

“Antes do nosso trabalho, as pessoas usavam eletrodos de carbono de papel e tinham que empilhar eletrodos para gerar uma saída de alta potência. Os eletrodos tinham que ser muito mais grossos e mais caros porque você precisava usar múltiplas camadas – eles são mais volumosos e mais resistivos.

“Nós tivemos uma ideia simples, mas inovadora, de crescer pequenos nanotubos de carbono diretamente sobre fibras de carbono dentro dos eletrodos – como minúsculos pêlos – e com isso aumentamos a área superficial em 50 a 70 vezes. Resolvemos a exigência de elevada área superficial para eletrodos de bateria de hidrogênio-bromo,” disse Trung Van Nguyen, da Universidade do Kansas, um dos líderes da equipe.

Uma questão fundamental que resta antes que uma bateria de brometo de hidrogênio possa chegar ao estágio comercial é o desenvolvimento de um catalisador eficaz para acelerar as reações no lado do hidrogênio da bateria e fornecer uma saída maior – e um catalisador que sobreviva à extrema corrosividade do sistema. A equipe afirma que já está trabalhando nisso.

Bateria de hidrogênio: Primeiros protótipos funcionais

O protótipo da equipe australiana é ainda menor, mas tem a vantagem de já ser totalmente funcional. [Imagem: RMIT University]

Bateria de hidrogênio funcional

Pesquisadores da Universidade RMIT, na Austrália, demonstraram por sua vez a primeira bateria recarregável de prótons totalmente funcional.

O protótipo também usa um eletrodo de carbono para armazenar o hidrogênio, juntamente com uma célula de combustível reversível para produzir eletricidade.

Durante o carregamento, o carbono no eletrodo liga-se com os prótons – ou átomos de hidrogênio – gerados pela divisão da água em oxigênio e hidrogênio, o que é feito com a ajuda de elétrons de uma fonte de alimentação externa. Os prótons são liberados novamente e passam de volta através da célula de combustível reversível para formar água com o oxigênio do ar e gerar energia. Ao contrário dos combustíveis fósseis, o carbono não queima, não gerando emissões no processo.

O eletrodo poroso de carbono ativado, feito de resina fenólica, armazena cerca de 1% em peso de hidrogênio. Parece pouco, mas esta é uma energia por unidade de massa comparável com a das baterias de lítio comercialmente disponíveis, lembrando que a bateria de prótons é um protótipo em estágio inicial, ainda longe de ser otimizada. A tensão máxima da célula foi de 1,2 volt para uma área de superfície interna ativa de apenas 5,5 centímetros quadrados.

“O trabalho agora se concentrará em melhorar ainda mais o desempenho e a densidade de energia através do uso de materiais à base de carbono em camadas atômicas e finas, como o grafeno, com o objetivo firme de chegar a uma bateria de prótons verdadeiramente competitiva com as baterias de íons de lítio,” disse o professor John Andrews.

Ou, eventualmente, as duas equipes possam se unir, já que a equipe norte-americana já desenvolveu um eletrodo mais eficiente usando os nanotubos, que são essencialmente folhas de grafeno enroladas.

 

Fonte: Inovação Tecnológica

Feito em fibra de carbono e com engenharia de ponta. Violino português elogiado e premiado

Com um design inovador e engenharia de ponta, este violino português destronou 6 mil candidatos e venceu um prestigiado prémio internacional.

A IDEIA.M, estúdio de design sediado no Porto, foi distinguida com um iF Design Award 2018, um dos mais prestigiados prémios do mundo na área.

O violino AVA Royale, produzido pela IDEIA.M, foi o vencedor na categoria Produto/Lazer entre mais de 6 mil candidaturas. O instrumento, feito em fibra de carbono, afirma-se pelo design inovador e pela engenharia de ponta aplicada na sua construção.

O CEO da IDEIA.M., Júlio Martins, garante que o instrumento tem recebido críticas bastante positivas por parte dos músicos, o que reforça a sua qualidade. “É um exemplo de como um objecto cujo design se manteve cristalizado no tempo durante séculos pode evoluir sem perder a identidade”, reforça.

BMW, Ferrari e Apple são algumas das empresas que, ao lado a IDEIA.M, também foram distinguidas nesta edição do iF Design Award.

Fonte: Jornal Econômico

Jeep revela sete novos conceitos off-road

Marca exibe modelos que irão participar da 52ª edição do Easter Jeep Safari, tradicional evento fora de estrada na semana que antecede a páscoa, realizado no deserto de Moab, em Utah, nos Estados Unidos

A Jeep apresentou nesta quarta-feira (21) sete novos veículos customizados para a 52ª edição do Easter Jeep Safari, tradicional evento off-road na semana que antecede a páscoa realizado no deserto de Moab, em Utah, nos Estados Unidos.  Os sete modelos foram preparados em parceria com a Mopar e a Jeep Performance.

Baseado no Jeep Wrangler, o conceito Jeep 4Speed, por exemplo, vem equipado com motor 2.0 turbo e câmbio automático de oito marchas.  A carroceria traz elementos em fibra de carbono com painéis de alumínio perfurados. Ele é menos comprido que o Wrangler e tem ângulos de ataque e de saída maiores. Para uma capacidade off-road ainda maior, o 4Speed possui os eixos dianteiros e traseiros Dana 44 com uma relação de engrenagem de 4,10 e rodas de liga aro 18 com pneus all-terrain de 35 polegadas.

Inspirado nos carros de competição Baja, o Sandstorm (tempestade de areia, em inglês). Tal como o 4Speed, o modelo traz várias partes em fibra de carbono. Como um legítimo veículo Baja, tem uma gaiola que inclui suporte para o estepe. Chama atenção também os amortecedores de curso longo e as luzes auxiliares dianteiras da série Carbon KC. O Sandstorm é movido por um motor V8 6.4 litros com transmissão manual de seis marchas.

O conceito é equipado com uma variedade de peças da Jeep Performance, entre elas, um kit de elevação de 1,5 polegadas, uma barra de teto e estribos. O modelo usa rodas de 17 polegadas com deslocamento de 30 mm calçadas com pneus de competição BF Goodrich T/A Baja Champion. O motor é um Tigershark 2.4 litros acoplada a transmissão automática de nove velocidades.

Jeep Wagoneer Roadtrip

O mais nostálgico dos conceitos mantém o charme e a herança do DNA Jeep do modelo original 4×4, de 1965, com carroceria em puro aço. A plataforma do modelo foi esticada e a capacidade off-road reforçada com eixos dianteiros e traseiros Dana 44, suspensão multilink com molas coilover e rodas de aço de 17 polegadas e pneus de 33 polegadas. Por dentro, o Wagonner Roadtrip mantém sua originalidade nos bancos, painéis de portas e todos aparatos em couro na cor Oxblood. O carro vem até com um refrigerador personalizado. O Wagoneer Roadtrip é empurrado por um poderoso motor V8 5.7 litros com câmbio automático de quatro marchas.

O nome do conceito tem a ver com a cor dele, amarelo Nacho. O modelo é baseado no Wrangler Rubicon e se destaca pelo capô musculoso com o desenho padrão e o emblema da Jeep Performance Parts (JPP) totalmente novo com entradas de ar para resfriar o motor 2.0 turbo do Jeep Nacho. A grade Mopar preta contrasta com resto do carro que traz acessórios do Rubicon.

 

Fonte: O tempo