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Startup do Vale do Silício usa impressora 3D para fazer bicicleta de fibra de carbono

Após uma carreira que incluiu ajudar o Google a construir centrais de processamento de dados e a Amazon a entregar encomendas mais rápido aos clientes, Jim Miller está fazendo o que muitos executivos do Vale do Silício fazem depois de passarem por grandes empresas: andar de bicicleta.

Mas sua bicicleta é um pouco diferente. A Arevo, startup que conta com a empresa de investimentos da agência de espionagem dos Estados Unidos (CIA), da qual Miller assumiu o comando recentemente, tem produzido o que diz ser a primeira bicicleta de fibra de carbono do mundo que tem o quadro impresso em 3D.

A Arevo está usando a bicicleta para demonstrar sua tecnologia de impressão e software de design, que espera usar para produzir peças de bicicletas, aeronaves, veículos espaciais e outras aplicações em que os projetistas precisam de força e leveza da fibra de carbono, mas enfrentam o custo elevado de produção do material.

A Arevo levantou nesta quinta-feira (16) US$ 12,5 milhões em financiamento de risco de uma unidade das japonesas Asahi Glass e Sumitomo e da Leslie Ventures. Antes, a empresa tinha levantado US$ 7 milhões da Khosla Ventures, que também participou da rodada desta quinta-feira, e um valor não revelado da In-Q-Tel, empresa de investimentos apoiada pela CIA.

Bicicletas de fibra de carbono tradicionais são caras porque o material é produzido à mão por meio da adição intercalada de camadas de fibra e resina. O produto final então é colocado em um forno para derreter a resina e unir as camadas de fibra.

O processo quase não envolve participação humana, permitindo que a Arevo produzza quadros de bicicleta por US$ 300, mesmo no caro Vale do Silício.

“Estamos em linha com o que custa produzir um quadro na Ásia”, disse Miller. “Como o custo de trabalho é muito menor, podemos trazer de volta a produção dos compósitos.”

Miller afirmou que a Arevo está negociando com vários fabricantes de bicicletas, mas a companhia espera fornecer peças para a indústria aeroespacial. A tecnologia de impressão da Arevo pode ser montada em trilhos para a produção de peças maiores, o que evita a necessidade de grandes fornos para produzi-las pelo processo tradicional.

“Podemos imprimir o tamanho que quisermos, de fuselagem a asa de um avião”, disse Miller.

Fonte: G1

Do rústico ao colorido, 10 tendências para você colocar na sua casa

As principais apostas da temporada direto da Semana de Design de Milão 2018, a design week mais importante do planeta

Milão vem nostálgica em 2018. Continua a bater na mesma tecla do ano passado, de casas aconchegantes e que sirvam de refúgio para a correria do dia a dia, mas avança na estética. O principal evento de design do planeta deixa a linguagem racionalista e o minimalismo para trás de forma definitiva.

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O que se viu foi uma boa dose de elementos retrô que voltam à vida para despertar mais emoções e sensações. Para ser aquele toque mágico que pode iluminar o dia. Como costumavam ser as casas das vovós. Dez macrotendências são evidentes entre os lançamentos anunciados no Salão Internacional do Móvel de Milão e nas mostras paralelas que borbulham pelos principais distritos de design da cidade. Veja nossas apostas! Para ver as imagens em um tamanho maior, é só clicar sobre elas.

Fotos: Divulgação

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Revival do retrô

As características típicas do mid-century (1930-1960) dominaram os lançamentos deste ano. Linhas sinuosas, detalhes art déco, pés palito, detalhes pretos e dourados, mesas de espessuras finas e linhas minimalistas para deixar outras peças roubarem a cena. Estampas que beiram o kitsch sem medo de ser feliz, revestimentos que lembram ou imitam o icônico granilite, ambientações cenográficas que remetem às casas das avós.

É tempo das curvas

As formas arredondadas se consolidaram e dão o tom do design de mobiliário. Poltronas e sofás que abraçam com a gentileza das linhas sinuosas, móveis torneados e tubulares, que inspiram tranquilidade e plenitude. É a bossa das formas orgânicas (encontradas na natureza) que tanto nos fascina.

Volta do estilo Memphis

O movimento italiano que nasceu em Milão em 1981 e conquistou o mundo volta ao holofote. Conhecido por libertar o design das amarras da funcionalidade, conferindo alma aos objetos com muitas formas geométricas, assimetria, tons vibrantes e combinação incomum de cores, o estilo reaparece em novas interpretações.

Madeira cativa

A madeira nunca perde seu lugar cativo no panteão da decoração. Aparece de todo jeito, com todo tipo de acabamento, clara ou escura, sozinha ou misturada com outros materiais, como metal, pedra, plástico ou resina. Aquece os espaços e traz aconchego. Este ano especialmente aparece em formas cilíndricas. Até mesmo a italiana Kartell, mundialmente conhecida por suas criações em plástico, rompeu com sua tradição e anunciou os primeiros produtos de madeira, como solução para um mundo mais sustentável.

Reedições de grandes mestres

Na toada do retrô, muitas marcas trouxeram reedições de peças icônicas assinada por grandes mestres da arquitetura e do design. A prática apareceu como um tsunami entre as gigantes do design. A Cassina criou até uma edição limitada de um estúdio multiuso que Le Corbusier criou para o arquiteto brasileiro Lúcio Costa.

Animal e fantástico

A presença de animais no design se fez ainda mais expressiva. Diversas marcas apostam nos bichos e na vibe tropical para despertar a surpresa e o encanto na decoração, de vasos a luminárias, de cooktops a papéis de parede. Em paralelo, outras empresas optaram por levar o “fantástico” para dentro de casa, por criar peças superautorais que favoreçam ambientes mais lúdicos com um quê de surreal.

Cores da terra

Com exceção de algumas intervenções pontuais de cores mais vivas e de marcas conhecidas por seu DNA
vibrante, Milão apareceu mais sóbria este ano. Os tons terrosos reinaram sozinhos. Vermelho terracota, um amarelo mais fechado, azul mais profundo, verde floresta, marrom e tom quente de bege.

Beleza da imperfeição

O mundo do design abraçou a antiga filosofia japonesa do Wabi-Sabi que busca encontrar beleza na imperfeição e impermanência. O que traz ainda mais autenticidade às peças, mesmo que isso signifique estar um pouco “fora de linha”. São imperfeições aparentes, principalmente das resinas com outros componentes, como materiais orgânicos, a exemplo do açafrão, além do uso de madeiras e cerâmicas e da aposta nas assimetrias.

Peças modulares para espaços pequenos e multiuso

Os espaços pequenos já são uma realidade. E para acompanhar o fenômeno urbano de residências compactas, as soluções modulares são o pulo-do-gato. São peças que podem tomar qualquer escala e assumir diferentes funções, levando ainda mais dinamismo para os espaços sociais.

Tramas artesanais

As peças trazem resgate de técnicas artesanais principalmente por meio dos trançados handmade. Dos tradicionais rattan, palha e lã, até de plástico, corda naval e fibra sintética, em todos os tamanhos, aumentando o ornamento e a textura dos objetos.

Fonte: Gazeta do Povo

Desmoldante para formas: Aprenda dicas para utilizar este produto

A utilização de desmoldante para formas é cada vez mais frequente no mercado da construção civil brasileiro.

Este produto pode agregar diversos benefícios durante a construção de estruturas de concreto. Entretanto quando mal utilizado pode ser prejudicial à superfície do concreto, limitando a permeabilidade da superfície necessária para a aderência com o revestimento a ser construído.

O desenvolvimento deste tipo de produto teve início na década de 40. Apesar dos benefícios obtidos o seu uso proporcionou diversos problemas construtivos.

Somente a partir da década de 80, seu uso tornou-se mais adequado à realidade da construção civil, graças ao desenvolvimento de novos produtos e novas tecnologias.

O grande objetivo da utilização do desmoldante para formas é facilitar o processo de retirada das formas de estruturas de concreto. A facilidade de desforma acontece graças à formação de uma película muita fina entre a estrutura de concreto e a forma.

Tipos de desmoldante para formas

Existem diversos tipos de desmoldantes no mercado, alguns destes são apropriados para qualquer tipo de forma, outros são restritos para formas de madeira, metálica ou de plástico.

A escolha do desmoldante para formas ideal deve ser feita pelo engenheiro responsável pela obra. Deve ser considerado a experiência do executor com determinado tipo de produto, instruções do fabricante, disponibilidade no mercado e a relação custo benefício para a obra.

1 – Desmoldante à base de óleos puros:

desmoldante para formas de concretoOs desmoldantes à base de óleos puros podem ser de origem mineral, vegetal ou animal. Eles podem ser utilizados em formas de madeira e formas metálicas com tranquilidade.

Sua principal característica é formar um filme bem homogêneo sobre a forma de concreto.

São amplamente utilizados no mercado da construção civil. Entretanto devem ser utilizados com cuidado pois muitos destes produtos podem ser inflamáveis ou irritantes.

Uma característica da utilização deste tipo de material é o surgimento de pequenas bolhas na superfície do concreto.

2 – Desmoldante à base de emulsão oleosa:

A principal característica deste tipo de desmoldante é que o óleo é emulsionado com água.

O seu uso é mais restrito às formas de madeira.

Também são muito utilizados no mercado da construção civil e podem deixar a mesma característica na superfície do concreto que o desmoldante à base de óleo, ou seja, o aparecimento de pequenas bolhas na superfície.

3 – Outros tipos de desmoldantes:

Além dos dois tipos de desmoldantes citados acima ainda é encontrado no mercado desmoldantes à base de ceras parafínicas e de ácidos graxos biodegradáveis.

Você pode encontrar também muitos profissionais que produzem seu próprio desmoldante. Este tipo de prática deve ser realizado com cuidado, visto a possibilidade de prejudicar a aderência da superfície do concreto.

Os desmoldantes caseiros são compostos geralmente por uma base em óleo diesel e adição de outros compostos, como água com sabão em barra, graxa, óleo queimado ou até mesmo sebo de boi.

Vale à pena consultar o fabricante disponível em sua região para conhecer os produtos que estão disponíveis perto de você.

Cuidados importantes na utilização do desmoldante para formas

A utilização destes produtos exige certos cuidados, afim de garantir qualidade na superfície do concreto e o melhor reaproveitamento das formas.

1 – Aplicação do desmoldante:

A aplicação pode ser realizada com auxílio de diversos tipos de ferramentas, como rolo de pintura, panos, escovão ou aspersor.

A aplicação por aspersor garante maior qualidade final ao serviço, pois o mesmo produz uma camada uniforme em toda a forma a ser utilizada. O uso de brocha ou pincel deve ser evitado, pois produzem uma camada muito irregular sobre a superfície.

É indicado que o produto seja aplicado na forma com uma hora de antecedência da concretagem.

Entretanto, este prazo não é possível em muitas obras, mesmo assim deve-se evitar que o produto seja aplicado com muita antecedência, evitando que o mesmo molhe com água de chuva e possa escorrer ou evitando impregnação de poeira e sujeira na superfície do material.

Uma aplicação inadequada pode proporcionar uma camada muito espessa do produto, isso pode prejudicar a superfície do concreto, fazendo com que a aderência do revestimento com o concreto seja dificultada.

2 – Retirada do desmoldante da superfície de concreto:

É necessário realizar a remoção do produto que tenha ficado impregnado na superfície do concreto.

Esta remoção pode ser realizada de diversas formas como a escovação da superfície do concreto, a limpeza por meio de jateamento de areia ou água de alta pressão.

É possível também realizar o apicoamento da superfície do concreto ou o lixamento com escovas de cerdas de aço.

O importante é garantir que a superfície esteja pronta para receber o revestimento. Um bom teste para você verificar se a superfície está pronta para receber o revestimento é umedecer a superfície, caso ela apresente características de repelência da água é indicativo da presença de desmoldante na superfície.

Isso evita o problema de destacamento da argamassa da superfície do concreto.

Finalizando

O uso indiscriminado do desmoldante para formas pode auxiliar e muito no processo de retirada das formas, entretanto pode prejudicar significativamente a superfície do concreto.

Com as informações acima e o acompanhamento de um profissional habilitado você será capaz de escolher o desmoldante correto para sua obra. Assim você garantirá um bom prazo de vida útil para suas formas e uma boa superfície da estrutura de concreto.

Espero que tenha gostado do conteúdo. Caso queira contribuir com alguma dica ou tirar alguma dúvida é só deixar nos comentários.

Compartilhe este artigo com seus amigos, você pode ajudar outras pessoas, é só clicar na rede social de sua preferência.

Até mais e boa sorte em sua obra!

 

Fonte: Engenharia Concreta

Aprenda a fazer bijuteria de resina

 

 

Se gosta de trabalhos manuais, tem algum tempo e é uma pessoa criativa, vai adorar este artigo. Puxe pela imaginação e pense: o que quer fazer? Brincos, molduras para fotografias, imanes decorativos? Há mil possibilidades! Em lojas de trabalhos manuais, pode encontrar moldes já feitos, mas também pode fazê-los você mesma. Aplique-se e talvez encontre um novo hobby. Não custa nada aprender a fazer bijuteria em casa.

Prepare os seus próprios moldes

Para começar prepare os seus próprios moldes! Pode utilizar quase qualquer coisa para fazer um molde que possa aplicar em varias ocasiões. Comece com um objeto plano pelo menos numa face, verá que é mais simples e mais fácil para trabalhar.

Necessitará

  • O objeto a partir do qual deseja fazer o molde
  • Peças de silicone A e B (consulte o passo 2 das instruções)
  • Recipiente de plástico para misturar a borracha
  • Recipiente de plástico de fundo liso para o molde (com espaço suficiente no interior para ajustar-se ao objeto que servirá de molde)
  • Colheres de plástico
  • Copos de papel
  • Paus de gelado
  • Luvas de borracha nitrílica ou vinil (não de látex)
  • Óculos de segurança

NOTA: trabalhe à temperatura ambiente e num lugar bem ventilado. Se o objeto a partir do qual deseja fazer o molde é poroso, terá que selá-lo previamente com um produto adequado ou pintar com pintura de esmalte.

Instruções

  1. Coloque o objeto a partir do qual deseja fazer o molde com a face plana para baixo, num recipiente de plástico de fundo liso. Fixe o objeto no fundo se achar que pode mexer-se quando lhe deitar a borracha.
  2. Deite quantidades iguais de peças de silicone – borracha A e B – em dois copos de papel diferentes.
  3. Deite as duas partes noutro recipiente de plástico e misture bem para garantir uma cor uniforme. Uma vez misturados, tem 30 minutos para trabalhar com a composição de silicone-borracha antes de começar a solidificar.
  4. Mantenha o recipiente com a mistura de borracha por cima do recipiente de plástico, levantando-a o mais alto possível para ajudar a rebentar as bolhas. Deite a mistura no recipiente e faça com que o objeto fique no mínimo um centímetro submerso.
  5. Deixe em repouso pelo menos 24 horas antes de desenformar. Retire a borracha com muito cuidado para encher o molde.

Modele a resina

Há diferentes tipos de resina. Siga as instruções do fabricante, colocando sempre luvas e óculos de segurança.

Necessitará

  • Resina (A)
  • Endurecedor (B)
  • Corante para a resina
  • Molde de borracha
  • Uma palhinha
  • Vários palitos
  • Balança elétrica
  • Copos de papel
  • Paus de gelado (corte um lado reto)

Instruções

  1. Deite a resina e o endurecedor numa taça de papel limpa e misture durante 3 minutos com um pau de gelado.
  2. Se quiser dar cor à resina, junte o corante desejado e misture bem para garantir que a cor é distribuída de forma uniforme.
  3. Deite a resina no molde com cuidado, tentando que o pingo seja o mais fino possível e começando pelo ponto mais fundo, até que o molde fique cheio. Se aparecerem bolhas na superfície da resina utilize uma palhinha para soprar suavemente sobre a superfície. Se as bolhas se formarem no interior da resina, utilize um palito para perfurar ou para trazê-las para a superfície onde as poderá soprar suavemente como antes.
  4. Deixe em repouso durante pelo menos 48 horas e garanta que a resina está totalmente dura antes de retirá-la do molde.

 

Bases para copos
Pode fazer um molde com uma base para copos que já tenha e fazer a sua própria coleção de peças de resina. Para fazer um como o nosso é muito fácil: coloque as faixas de renda no interior do molde, misture e deite a resina sobre a renda. Utilize um palito para mudar a posição da renda caso esta mude de posição.

Puxadores de gaveta

Faça um molde grande com forma de rosa e utilize-o para fazer os puxadores.
Pode preparar um pequeno suporte de cartão para garantir a acumulação de resina ao redor do parafuso e adicionalmente para garantir que o parafuso permanece na sua posição: dobre um pedaço de cartão em forma de U de forma a que sobre um centímetro acima do molde e faça um furo no centro. É através deste furo que irá colocar o parafuso no centro da resina, deixando que a cabeça se introduza profundamente na resina. Deixe secar e endurecer.

 

Molduras

Faça os seus próprios moldes para molduras de fotos e uma vez adicionada a resina, junte um imane na parte de trás: poderá usá-las como imanes para o frigorífico ou fazer miniaturas para utilizar como decoração.

 

Bijuteria

Algumas lojas vendem estruturas de metal onde pode colocar as suas próprias peças de bijuteria, e é garantido que desenhar as suas próprias joias é fácil.

  1. Como fundo para a joia pode preparar um papel bonito e dar-lhe a forma que desejar.
  2. Pinte as duas faces do papel com uma camada de cola especial deixando que um lado seque antes de pintar o lado em falta.
  3. Repita o processo várias vezes dando várias demãos em cada lado para selar o papel.
  4. Faça uma aplicação de cola no local onde vai colocar a sua joia. Deixe secar e em seguida aplique outra camada.
  5. Cole a forma de papel na posição. Deixe secar completamente antes de aplicar nova camada. Termine com uma camada de resina assim que a cola estiver seca.

 

Fonte: Para Mim

Fibra de vidro: O que é e para que serve

Atualmente, a grande preocupação das indústrias é trabalhar com materiais versáteis, que sejam leves, flexíveis e de boa qualidade. Estruturas antigas como aço, ferro e variados já não são tão chamativos para as empresas, independentemente dos empreendimentos por elas construídos.

A tendência é utilizar materiais alternativos, como a fibra de vidro. Trata-se de um produto bastante utilizado, dada a uma série de características que tal insumo possui.

Ficou curioso sobre a fibra de vidro? No post de hoje, entenda o que é essa novidade e para que ela serve no seu dia a dia. Continue lendo!

O que é fibra de vidro?

A expressão fibra de vidro (ou fiberglass) é usada para denominar os filamentos e o conjunto de polímeros, cujo nome correto do material aqui estudado é Polímero Reforçado com Fibra de Vidro (PRFV).

É um material composto pela aglomeração de finíssimos filamentos de vidro não rígidos e flexíveis. Essas pequenas fibras são unidas pela aplicação de resina de poliéster (ou outro tipo de resina), feitos com material plástico, derivado do petróleo. Em seguida, é colocado no material substâncias que catalisam o processo de polimeração.

Características

O resultado do processo PRFV é um material resistente com excelentes propriedades mecânicas e químicas, que você verá a seguir.

   Leveza

O plástico reforçado presente na fibra de vidro torna o material construído mais leve, em pelo menos 30% com propriedades semelhantes ao aço.

   Alta resistência

A fibra de vidro, além de ser mais leve que o aço também é mais resistente. A resistência é quociente entre o quanto o material suporta a tensão em função da e o volume deste produto. Em outras palavras é dada pela divisão: resistência à tensão/massa volumétrica.

   Não apodrece

Por ser feito por filamentos de vidro e plástico, não há possibilidade de corrosão da PRFV e danos ocasionados por insetos e roedores, por exemplo. Com isso a durabilidade do produto é maior comparando-se com os insumos convencionais.

Além disso, pode-se expor o material a agentes químicos sem danificar a sua estrutura.

   Baixa condutividade térmica

A condutividade térmica é a capacidade de transmissão de calor em uma determinada área. Quanto maior essa transferência, mais rápida a energia será dissipada. Se for baixa, no entanto, torna-se possível eliminar as passagens térmicas, gerando economia de calor.

A PRFV possui um valor condutivo térmico de 0,046 a uma temperatura de 27 graus Celsius. É um valor bem menor se comparado ao ferro que possui 80,3.

   Isolamento elétrico

Tanto o vidro quanto o plástico são isolantes. Logo, não há condutividade elétrica por onde a fiberglass é instalada, mesmo em pequenas espessuras.

   Incombustibilidade

Dada às propriedades mineirais presentes no material, a fiberglass é invulnerável à propagação de chamas e não libera gases tóxicos geradas pelo fogo e à exposição de altas temperaturas.

   Higiênico

Devido às propriedades dos materiais que compõem o material, este não acumula sujeira, torando fácil sua limpeza.

   Reciclável

Assim como os termoplásticos, os filamentos de vidro podem ser reciclados. Aquecendo-os a uma certa temperatura, pode-se derretê-los e criar novas moldagens.

   Flexibilidade

O produto é altamente maleável e de moldagem simples, possibilitando fabricar peças complexas, pequenas ou grandes, com uma grande variedade de formatos e funções.

   Versatilidade

Pode ser empregado em diversas situações e qualquer segmento amador ou industrial. Por ser extremamente versátil, o PRFV é utilizado por muitos setores empresariais.

Para que serve a fibra de vidro?

Com todas as características mostradas aqui, a fiberglass é usada tanto para produção de pequenas peças ou produtos mais complexos. Normalmente, utilizam-se os polímeros reforçados com fibra de vidro para os seguintes artefatos:

  • Artigos náuticos: boias de sinalização, cascos de embarcações e pranchas de surf.
  • Aviação: hélice de helicópteros e aviões e fuselagem.
  • Automotivos: discos de embreagem, pastilhas de freio, carrocerias, carenagens, etc.
  • Recipientes para armazenamento: reservatórios, caixas d’ água e piscinas;
  • Equipamentos: engrenagens, carenagens, carcaças de instrumentos e máquinas caseiras ou industriais;
  • Construção civil: telhas, painéis decorativos, sistemas de isolamento térmico e elétrico.
  • Reforço para plásticos: capacetes de segurança, recipiente de carga, escudos de solda, etc.

A inovação no vidro

Com tudo o que foi mostrado sobre o polímero reforçado com fibra de vidro, percebe-se que este material é inovador para qualquer segmento. O processo de fabricação é simples, sustentável e é mais eficiente que os materiais que convencionais pesados, de pouca duração e que degradam o meio ambiente.

Ficou claro o que é fibra de vidro e como este material pode mudar o seu cotidiano? Já conhecia essa matéria-prima? Compartilhe suas ideias e experiências, comentando este post!

 

 

Fonte: Sercel

O encontro de Will Smith com a robô Sophia, a inteligência artificial mais desenvolvida do mundo

Os significados da paquera em um mundo digital foram atualizados. O ator Will Smith foi a um “encontro” com a robô Sophia, um avançado sistema de inteligência artificial inspirado em Audrey Hepburn.

Mas parece que durante o encontro, Smith foi deixado totalmente na friendzonepor parte de Sophia, que não achou nada cativante as investidas do ator.

Em um vídeo publicado nas redes sociais na última quinta-feira (29), Smith tentou jogar o seu charme para atrair Sophia nas Ilhas Cayman.

Mas Sophia não pareceu impressionada com o status de celebridade de Smith ou com as suas piadas. Durante a conversa, Will Smith dispara:

“Sophia, você sabe qual é o gênero musical preferido dos robôs? Heavy Metal.”

E ela responde: “Na verdade, eu sou feita de silicone, plástico e fibras de carbono. Ainda, eu prefiro música eletrônica.”

No Twitter, Sophia escreveu uma mensagem especial para Jada Smith, esposa do ator.

“Eu resisti aos movimentos dele”, disse.

Desenvolvida pela Hanson Robotics, a robô Sophia está em constante desenvolvimento. Ela consegue gesticular mais de 60 expressões humanas, e é considerada o robô que tem a melhor interação com os seres humanos.

O seu rosto é feito de um material que imita a pele humana e a sua maior habilidade é a sua capacidade de conversar naturalmente com as pessoas.

Desde que foi lançada, Sophia surpreende a cada nova entrevista em que ela participa. Sua popularidade, inclusive, a levou a discursar durante um evento na Organização das Nações Unidas (ONU) sobre desenvolvimento e sustentabilidade.

Bateria de hidrogênio: Primeiros protótipos funcionais

Bateria de hidrogênio

As baterias de hidrogênio, ou baterias de prótons, estão entre os conceitos promissores para a substituição das baterias de lítio ou mesmo das células de combustíveis.

Como em todo novo conceito, o progresso tem sido mais lento do que se desejava. Em apenas uma semana, contudo, duas equipes, trabalhando independentemente, mostraram resultados importantes.

A primeira equipe, formada por pesquisadores de várias universidades dos EUA, desenvolveu um novo eletrodo para a bateria de hidrogênio – o eletrodo é o material por onde a corrente elétrica entra, durante a recarga, ou sai da bateria, quando sua energia é usada. Para ser eficiente, um eletrodo precisa de muita área superficial. Para isso, a equipe cultivou nanotubos de carbonodiretamente sobre fibras de carbono, formando um eletrodo não apenas poroso, mas com poros minúsculos.

“Antes do nosso trabalho, as pessoas usavam eletrodos de carbono de papel e tinham que empilhar eletrodos para gerar uma saída de alta potência. Os eletrodos tinham que ser muito mais grossos e mais caros porque você precisava usar múltiplas camadas – eles são mais volumosos e mais resistivos.

“Nós tivemos uma ideia simples, mas inovadora, de crescer pequenos nanotubos de carbono diretamente sobre fibras de carbono dentro dos eletrodos – como minúsculos pêlos – e com isso aumentamos a área superficial em 50 a 70 vezes. Resolvemos a exigência de elevada área superficial para eletrodos de bateria de hidrogênio-bromo,” disse Trung Van Nguyen, da Universidade do Kansas, um dos líderes da equipe.

Uma questão fundamental que resta antes que uma bateria de brometo de hidrogênio possa chegar ao estágio comercial é o desenvolvimento de um catalisador eficaz para acelerar as reações no lado do hidrogênio da bateria e fornecer uma saída maior – e um catalisador que sobreviva à extrema corrosividade do sistema. A equipe afirma que já está trabalhando nisso.

Bateria de hidrogênio: Primeiros protótipos funcionais

O protótipo da equipe australiana é ainda menor, mas tem a vantagem de já ser totalmente funcional. [Imagem: RMIT University]

Bateria de hidrogênio funcional

Pesquisadores da Universidade RMIT, na Austrália, demonstraram por sua vez a primeira bateria recarregável de prótons totalmente funcional.

O protótipo também usa um eletrodo de carbono para armazenar o hidrogênio, juntamente com uma célula de combustível reversível para produzir eletricidade.

Durante o carregamento, o carbono no eletrodo liga-se com os prótons – ou átomos de hidrogênio – gerados pela divisão da água em oxigênio e hidrogênio, o que é feito com a ajuda de elétrons de uma fonte de alimentação externa. Os prótons são liberados novamente e passam de volta através da célula de combustível reversível para formar água com o oxigênio do ar e gerar energia. Ao contrário dos combustíveis fósseis, o carbono não queima, não gerando emissões no processo.

O eletrodo poroso de carbono ativado, feito de resina fenólica, armazena cerca de 1% em peso de hidrogênio. Parece pouco, mas esta é uma energia por unidade de massa comparável com a das baterias de lítio comercialmente disponíveis, lembrando que a bateria de prótons é um protótipo em estágio inicial, ainda longe de ser otimizada. A tensão máxima da célula foi de 1,2 volt para uma área de superfície interna ativa de apenas 5,5 centímetros quadrados.

“O trabalho agora se concentrará em melhorar ainda mais o desempenho e a densidade de energia através do uso de materiais à base de carbono em camadas atômicas e finas, como o grafeno, com o objetivo firme de chegar a uma bateria de prótons verdadeiramente competitiva com as baterias de íons de lítio,” disse o professor John Andrews.

Ou, eventualmente, as duas equipes possam se unir, já que a equipe norte-americana já desenvolveu um eletrodo mais eficiente usando os nanotubos, que são essencialmente folhas de grafeno enroladas.

 

Fonte: Inovação Tecnológica

Designer cria vasos sustentáveis incríveis com sobras de resina

Coleção de vasos assinada por Rubens Szpilman está à venda no site oficial do designer, que acaba de ser lançado com ofertas de até 70% de desconto

O designer Rubens Szpilman é o nome por trás da coleção Vaso Sustentabilidade, que reúne 14 lindas peças de decoração sustentáveis. Cada vaso é produzido a partir de sobras de resina de poliéster previamente pigmentadas e catalisadas, provenientes de outras criações de Szpilman.

Exclusivos, os desenhos formados durante o processo de criação não se repetem entre os vasos. “Após o endurecimento, dentro dos recipientes que serviram para o processo de fundição de outras peças, as sobras seriam descartadas. Em vez disso, deixamos que elas escorram para dentro dos moldes dos vasos, formando várias camadas de forma aleatória. Cada vaso pode demorar até 30 dias para que seja totalmente preenchido. Os desenhos nunca se repetem”, explica o designer.

 Vaso Sustentabilidade Quilha 36.0 cm x 11.5 cm x 19.0 cm, por R$ 1.360

Vaso Sustentabilidade Quilha 36.0 cm x 11.5 cm x 19.0 cm, por R$ 1.360 (Studio R.Szpilman/Divulgação)

Ao final do processo de fundição, cada peça é polida e lixada manualmente. O resultado é uma peça autêntica e colorida, perfeita para a decoração de mesas e ambientes. Os vasos já estão à venda na nova loja virtual do artista, que acaba de ser inaugurada com descontos em peças de design para a cozinha, mobiliário e acessórios de decoração.

 

Fonte: Casa Claudia

Feito em fibra de carbono e com engenharia de ponta. Violino português elogiado e premiado

Com um design inovador e engenharia de ponta, este violino português destronou 6 mil candidatos e venceu um prestigiado prémio internacional.

A IDEIA.M, estúdio de design sediado no Porto, foi distinguida com um iF Design Award 2018, um dos mais prestigiados prémios do mundo na área.

O violino AVA Royale, produzido pela IDEIA.M, foi o vencedor na categoria Produto/Lazer entre mais de 6 mil candidaturas. O instrumento, feito em fibra de carbono, afirma-se pelo design inovador e pela engenharia de ponta aplicada na sua construção.

O CEO da IDEIA.M., Júlio Martins, garante que o instrumento tem recebido críticas bastante positivas por parte dos músicos, o que reforça a sua qualidade. “É um exemplo de como um objecto cujo design se manteve cristalizado no tempo durante séculos pode evoluir sem perder a identidade”, reforça.

BMW, Ferrari e Apple são algumas das empresas que, ao lado a IDEIA.M, também foram distinguidas nesta edição do iF Design Award.

Fonte: Jornal Econômico

Jeep revela sete novos conceitos off-road

Marca exibe modelos que irão participar da 52ª edição do Easter Jeep Safari, tradicional evento fora de estrada na semana que antecede a páscoa, realizado no deserto de Moab, em Utah, nos Estados Unidos

A Jeep apresentou nesta quarta-feira (21) sete novos veículos customizados para a 52ª edição do Easter Jeep Safari, tradicional evento off-road na semana que antecede a páscoa realizado no deserto de Moab, em Utah, nos Estados Unidos.  Os sete modelos foram preparados em parceria com a Mopar e a Jeep Performance.

Baseado no Jeep Wrangler, o conceito Jeep 4Speed, por exemplo, vem equipado com motor 2.0 turbo e câmbio automático de oito marchas.  A carroceria traz elementos em fibra de carbono com painéis de alumínio perfurados. Ele é menos comprido que o Wrangler e tem ângulos de ataque e de saída maiores. Para uma capacidade off-road ainda maior, o 4Speed possui os eixos dianteiros e traseiros Dana 44 com uma relação de engrenagem de 4,10 e rodas de liga aro 18 com pneus all-terrain de 35 polegadas.

Inspirado nos carros de competição Baja, o Sandstorm (tempestade de areia, em inglês). Tal como o 4Speed, o modelo traz várias partes em fibra de carbono. Como um legítimo veículo Baja, tem uma gaiola que inclui suporte para o estepe. Chama atenção também os amortecedores de curso longo e as luzes auxiliares dianteiras da série Carbon KC. O Sandstorm é movido por um motor V8 6.4 litros com transmissão manual de seis marchas.

O conceito é equipado com uma variedade de peças da Jeep Performance, entre elas, um kit de elevação de 1,5 polegadas, uma barra de teto e estribos. O modelo usa rodas de 17 polegadas com deslocamento de 30 mm calçadas com pneus de competição BF Goodrich T/A Baja Champion. O motor é um Tigershark 2.4 litros acoplada a transmissão automática de nove velocidades.

Jeep Wagoneer Roadtrip

O mais nostálgico dos conceitos mantém o charme e a herança do DNA Jeep do modelo original 4×4, de 1965, com carroceria em puro aço. A plataforma do modelo foi esticada e a capacidade off-road reforçada com eixos dianteiros e traseiros Dana 44, suspensão multilink com molas coilover e rodas de aço de 17 polegadas e pneus de 33 polegadas. Por dentro, o Wagonner Roadtrip mantém sua originalidade nos bancos, painéis de portas e todos aparatos em couro na cor Oxblood. O carro vem até com um refrigerador personalizado. O Wagoneer Roadtrip é empurrado por um poderoso motor V8 5.7 litros com câmbio automático de quatro marchas.

O nome do conceito tem a ver com a cor dele, amarelo Nacho. O modelo é baseado no Wrangler Rubicon e se destaca pelo capô musculoso com o desenho padrão e o emblema da Jeep Performance Parts (JPP) totalmente novo com entradas de ar para resfriar o motor 2.0 turbo do Jeep Nacho. A grade Mopar preta contrasta com resto do carro que traz acessórios do Rubicon.

 

Fonte: O tempo