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Acredite! Esse Karmann Ghia Conversível é inteirinho em fibra de vidro

Carroceria foi fabricada na década de 1980, no Rio. Apenas três haviam sido produzidas, quando um incêndio destruiu completamente a fábrica

Em meados dos anos 1980 Vicente Eustáquio dos Santos era proprietário de uma pequena fábrica de artefatos de fibra de vidro, no subúrbio carioca de Osvaldo Cruz. Começou produzindo acessórios para automóveis, como aerofólios e saias. Fabricava também parachoques envolventes para os VWs Gol, Voyage, Saveiro e Parati, que na época saiam de fábrica com os cromados de lâmina única.

Sua incursão no mundo das carrocerias completas começou com a fracassada tentativa de produzir uma versão modernizada do Karmann Ghia.
— Tentei fazer um Karmann Ghia que agradasse os filhos dos fãs do modelo, mas também eles preferiam a versão clássica — nos contou Vicente.

Depois veio o projeto de um esportivo que juntava os estilos do VW SP2 e Miura, em versão mais moderna, algo que também não foi adiante.

Na época, Vicente era proprietário de um Karmann Ghia Coupê e decidiu então partir para algo tradicional, usando o carro como molde para a fabricação das formas. Fabricou uma carroceria completa em fibra de vidro e a pôs em exposição no famoso Barra Shopping, na Barra da Tijuca. Mais uma vez as coisas não aconteceram como esperado. O Karmann Ghia Coupê não era raro e valorizado como hoje em dia. Assim, as encomendas não vieram. Era mais fácil comprar um carro original, pronto.

Os irmãos André (e) e Miguel Valente

O mesmo não acontecia com a versão Conversível do esportivo brasileiro. Sua produção foi limitadíssima — apenas 177 unidades — e àquela altura já eram bem caros e já estavam nas mãos dos colecionadores, tornando a compra bastante difícil. Bingo! Estava aí uma boa oportunidade de negócio. O empresário então pegou emprestado o Conversível de um amigo para fazer novos moldes. E a produção não tardou a começar.

— Procurei fazer uma carroceria de qualidade. A fibra de vidro foi bem reforçada, com três camadas. Para compensar a falta do teto, fiz o assoalho integrado ao restante do conjunto. Assim, evitava o excesso de torção — nos detalhou.

O primeiro carro foi vendido a um empresário do ramo de confecções. Ele recebeu o carro semi-pronto, com chassi, carroceria já pintada e interior. O segundo foi comprado por um militar da Aeronáutica. Esse recebeu apenas a carroceria e se encarregou ele mesmo de finalizar o carro. O terceiro carro foi vendido também semi-pronto a um psicólogo de Ipanema.

Os negócios iam bem, até que numa noite de 1987 Vicente foi acordado com a notícia de que sua fábrica estava pegando fogo. Ao chegar ao local não era possível fazer mais nada. Tudo estava destruído: maquinário, formas, carrocerias em produção e até seu Karmann Ghia original, que costumava ficar guardado ali.

Hoje Vicente é empresário do ramo de autopeças. Sua loja em Nova Iguaçu trabalha também no segmento de automóveis antigos e se chama Veusautos — cujas quatro primeiras letras fazem referência a seu nome: Vicente Eustáquio dos Santos.

E o ‘nosso’ Karmann Ghia?

Avancemos agora 19 anos no tempo. Em 2006 o restaurador André Valente passeava por Teresópolis, cidade da Região Serrana Fluminense, vizinha à Petrópolis, onde tem sua oficina especializada na restauração de foras-de-série — a AMV Restaurações — da qual já tivemos a oportunidade de falar. Ao passar por uma estrada vicinal, avistou em um posto de combustíveis um Karmann Ghia Conversível um tanto judiado com placa de “Vende-se”. Anotou o número de telefone e ao chegar em casa ligou para seu irmão Miguel, um fã de Karmann Ghias e esportivos em geral. Julgando tratar-se de um Coupê que teve o teto removido, colocaram dinheiro no bolso e partiram novamente para Teresópolis. Tinham à disposição um teto original que havia sido retirado de outro Karmann Ghia. Então, concluíram que não seria complicado trazer de volta a originalidade do carro a venda.

Impossível distinguir a réplica do original (vermelho)

Só quando chegaram ao posto e conversaram com o vendedor descobriram tratar-se de um misterioso Karmann Ghia com carroceria em fibra de vidro. O valor inicial era de R$ 10 mil e o negócio acabou sendo fechado por R$ 8 mil a vista.

Fizeram a viagem de volta rodando. Mas não foi fácil. O motor — todo pintado de dourado — estava muito fraquinho, tornando difícil vencer as subidas da Serra. A carroceria era até bem alinhada. Mas faltava muita coisa em termos de detalhes e acabamento. A capota parecia mais uma tenda improvisada. O interior teria que ser refeito por inteiro. O marcador de gasolina, por exemplo, ficava no lugar do rádio. E havia ainda uma espécie de console quadrado sobre o túnel do chassi, que tornava tudo muito estranho. Era o tal assoalho integrado em fibra de vidro que comentamos antes. Externamente, um pequeno detalhe denunciava que havia algo estranho: o ‘nariz’ de placa  — que nos KGs originais é aparafusado ao capô e com uma borracha de acabamento —, na réplica era unida à tampa, sem emenda.

Nos documentos, “Karmann Ghia 1970”, algo que a princípio deixou intrigados os irmãos Valente. Como podia uma réplica em fibra de vidro ser cadastrada no Detran como um carro original? Mas depois viu-se que a explicação era simples: lembra que o Vicente no contou que o carro era montado sobre chassi de Karmann Ghia original? Para o Detran é o que conta. No documento falta apenas a palavra ‘Conversível’.

Casa de ferreiro…

A restauração se deu de forma lenta. Precisamente, 12 anos. É que durante boa parte desse tempo, o carro ficou ‘hibernando’, à espera de uma oportunidade para dar prosseguimento ao trabalho. Afinal, a AMV tinha que priorizar as restaurações de seus clientes.

Um Conversível original serviu de modelo para a capota

Para tirar o molde da capota foi utilizado um Karmann Ghia Conversível original, emprestado do amigo e cliente Mário Marinho. O carro foi trazido de caminhão prancha da cidade de Paty do Alferes exclusivamente para essa finalidade. É aí que entra na história outro Vicente. O pai dos Irmãos Valente, já falecido, se encarregou de pacientemente tirar todas medidas e demais detalhes. A capota ficou perfeita, como a do carro original. Aliás, a réplica acabou ficando idêntica ao carro-modelo de Marinho, já que foi escolhida a mesma cor: a Branco Lotus de 1970.

O ‘nariz’ de placa denunciava a réplica

O carro ganhou um verdadeiro banho de loja. A carroceria foi retirada do chassi e este todo restaurado. Toda a carroceria foi realinhada e tratada antes da pintura. Optou-se por retirar o fundo integrado e usar um de metal, como no projeto original do carro. A decisão se mostrou acertada, pois o carro ficou com ótima dirigibilidade, mesmo em pisos de paralelepípedo. O tal ‘nariz’ de placa integrado também foi eliminado. Em seu lugar um original do Karmann Ghia. Aliás, é a única parte da carroceria que não é de fibra de vidro.

O assoalho em fibra de vidro parecia um console. O marcador de combustível ficava no centro do painel

Recebeu um motor 1600 totalmente novo, além de suspensão, escapamento, rodas e calotas. Parachoques originais, borrachas e outros detalhes de acabamento.

No interior novos bancos, volante, instrumentos do painel, tapeçaria e demais detalhes. A forração padrão ‘jacarandá’ do painel foi resgatada. Para tanto foi escolhido o sistema de adesivagem, com excelente resultado. Até rádio de época o Conversível tem agora.

E por onde andarão os outros dois Karmann Ghias fabricados por Vicente? Será que ainda existem?

 

Fonte: MAXI CAR

Lançado o novo Renault Mégane R.S. com elementos de fibra de carbono, 280 cavalos, a partir de €38.780

Maio será o mês que Portugal receberá as primeiras unidades do novo Renault Mégane R.S., que conta com uma nova motorização 1.8 Turbo com 280 cavalos, um chassis mais eficaz e um comportamento que fará as delicias de quem já adorava este desportivo de tracção dianteira de referência.

Ford revela ‘baby’ Raptor baseada na Ranger

Ranger Raptor traz suspensões reforçadas e motor 2.0 a diesel biturbo para encarar qualquer terreno

gora, a família Raptor ficou maior. A Ford apresentou nesta quarta-feira (7), durante evento em Bangkok, na Talândia, a Ranger Raptor. A novidade vai fazer companhia para a F-150 Raptor como uma picape off-road feita para encarar qualquer terreno, porém em um pacote mais compacto.  A versão mais insana da nossa conhecida Ranger começa a ser produzida até o fim deste ano no país asiático e poderá ser comercializada em outros países, incluindo os Estados Unidos – por enquanto, nenhuma informação oficial a respeito do Brasil.

2019 ford ranger raptor

2019 ford ranger raptor

Enquanto a F-150 Raptor traz embaixo do capô um motor 3.5 V6 biturbo a gasolina, capaz de render 456 cv de potência e 70,5 kgf.m de torque, a Ranger Raptor será equipada com propulsor turbodiesel de quatro cilindros e dois litros de cilindrada, também sobrealimentado por dois turbos para entregar 213 cv e 510,1 kgf.m, com gerenciamento da mesma transmissão automática de dez marchas da irmã maior.

2019 ford ranger raptor

2019 ford ranger raptor

A título de comparação, a Ranger vendida atualmente no Brasil e produzida na Argentina traz, na sua configuração mais parruda, motor 3.2 turbodiesel de cinco cilindros, que entrega 200 cv e 47,9 kgfm, com câmbio automático de seis velocidades.

2019 ford ranger raptor

2019 ford ranger raptor

Também traz, a exemplo da F-150 com o mesmo nome, suspensões reforçadas e de curso longo, com amortecedores de competição da Fox na dianteira e na traseira, maior vão livre em relação ao solo, ângulos de ataque e de saída mais agressivos, pneus todo-terreno de 17 polegadas, assoalho protegido com aço e seletor de de modo de condução para a tração em ideal em diferentes tipos de terreno – são ao todo seis opções, que incluem condução no asfalto e até modo esportivo, para maior performance.

2019 ford ranger raptor

2019 ford ranger raptor

Visualmente, a Ranger Raptor traz para-choques diferenciados, detalhes pretos, incluindo das rodas aro 17, estribo lateral, para-choques mais altos e parrudos e caixas de roda alargadas – os para-lamas dianteiros são de material compósito, combinando plástico com fibra de vidro, para maior leveza e resistência em condições severas de rodagem.

2019 ford ranger raptor

2019 ford ranger raptor

Por dentro, a picape traz acabamento predominantemente preto, pedais de alumínio e volante esportivo, com uma faixa vermelha no centro da parte superior, como em carros de competição.

Fonte: wm1

Ford introduz exoesqueletos industriais nas suas plantas europeias (VÍDEO)

A empresa fabricante de carros Ford introduziu exoesqueletos para seus trabalhadores, equipamento que, na prática, faz aumentar a força física de quem o usa. Segundo os promotores da iniciativa, o equipamento permitirá aos operários evitar o mal-estar durante o trabalho em posturas incômodas.

De acordo com a Ford, a planta em Valência (Espanha) foi a primeira no mundo a utilizar exoesqueletos em suas linhas de montagem. Os equipamentos inovadores ajudam os trabalhadores a levantar e manejar objetos pesados de maneira mais fácil.

O vice-presidente da Ford Europa, Dale Wishnousky, explicou que o trabalho na linha de montagem pode resultar “fisicamente exigente”, enquanto os exoesqueletos permitem diminuir o estresse dos empregados e facilitar a execução do trabalho.

Em 2020, um quarto da população europeia terá mais de 60 anos. Desta forma, prevê-se que os operários mais velhos terão mais facilidade em lidar com o trabalho físico.

Até agora, a tecnologia foi testada em diferentes fábricas de carros, mas a planta da Ford em Valência se tornou a primeira em aplicar plenamente os exoesqueletos no processo de produção.

O novo equipamento é feito de titânio e fibra de carbono e ajuda os empregados a levantar, mover e carregar os elementos que pesam mais de três quilogramas, como, por exemplo, os depósitos de gasolina.

A administração da planta selecionou 100 trabalhadores para testar a tecnologia. Segundo a empresa, o experimento teve tanto êxito que, a partir de abril, mais 20 empregados começarão a utilizá-los. Quanto à empresa, a aplicação de exoesqueletos representa um passo para a quarta revolução industrial.

Fonte: Sputinik

PORSHE 911: O MELHOR E O MAIS POTENTE DE SEMPRE!

Na gama 911, não há nada acima do GT2 RS. A Porsche produziu obra-prima com 700 cv e componentes de competição, incluindo titânio e fibra de carbono. Conduzimos a versão mais potente e rápida na história do modelo produzido desde 1963 nas serras do Algarve e no Circuito de Portimão, ‘montanha-russa’ com 4,692 km e 15 curvas na configuração G.P.

Porsche, registo de antagonismo de sentimentos, com Frankf-Steffen Walliser, n.º 1 da divisão Motorsport triste pelo ponto final na história de muito sucesso na categoria principal (LMP1) do Mundial de Resistência (WEC), após os três títulos consecutivos de construtores e pilotos, sublinhados com vitórias nas 24 Horas de Le Mans, e feliz com os progressos do 911 RSR (GT), antecipando-se o 1.º triunfo a qualquer momento (falhando-o no Bahrain, no encerramento da temporada-2017, consegui-lo-á em 2018, certamente, talvez até em La Sarthe, em França).

Encontrámos o engenheiro alemão de 44 anos no Autódromo Internacional do Algarve (AIA), na estreia do GT2 RS, superdesportivo de elite por contar com muita tecnologia importada da competição. Como cereja no topo do bolo, a performance comercial da marca: nos primeiros nove meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2016, crescimento de 4% – ou 185.898 automóveis vendidos nos quatro cantos do Mundo. Um recorde!

Recordista é, também, o GT2 RS, a versão mais potente e rápida na história de 54 anos do 911, o ícone da Porsche, com 700 cv, 2,8 segundos na aceleração 0-100 km/h e 340 km/h de velocidade máxima! É a 4.ª geração da besta… Antecessores: 993 GT2 (1993-1998, 450 cv, 3,9 s e 301 km/h), 996 GT2 (2001-2005, 483 cv, 3,7 s, 319 km/h) e 991 GT2 (530 cv, 3,9 s, 328 km/h).

Atualmente, no catálogo do Porsche, também com tração traseira, há o GT3 (205.024 €), com motor atmosférico de 6 cilindros e 4 litros: os 500 cv permitem 318 km/h e 0-100 km/h em 3,4 s! Entre os Turbo com quatro rodas motrizes, o melhor é o S Exclusive Series (297.875 €), com 607 cv, 330 km/h e 0-100 km/h em 2,9 s. O GT2 RS posiciona- se acima, numa categoria à parte.

A Porsche supera-se cada vez que trabalha no desenvolvimento de versão do 911 e, por isso, sem surpresa, não há nada igual, nem sequer parecido com este GT2 RS, carro a meio caminho entre máquina de competição e superdesportivo apto para a condução no quotidiano. Na geração precedente (997), de 2010, a produção foi limitada a 600 exemplares, exportados, maioritariamente, para os EUA, a Alemanha e o Reino Unido.

Agora, os responsáveis do emblema de Zuffenhausen, Estugarda, garantem disponibilidade para a satisfação de todas as encomendas (em Portugal, até ao momento, venderam- se seis unidades…). Dispondo de dinheiro, invista! Neste segmento de elite, não há automóvel melhor, pelo menos de forma clara. «É o melhor 911 na história da Porsche», diz Frank-Steffen Walliser, entusiasmado. Concordo. O GT3 parece-se na raça, mas o 6 cilindros atmosférico muito rotativo (500 cv às 8250 rpm e 460 Nm às 6250 rpm) não tem a capacidade de explosão, nem as performances do GT2 RS com 6 cilindros biturbo de 700 cv e 750 Nm. Simplificando: apenas 318 km/h e 3,4 s de 0 a 100 km/h no 1.º, contra 340 km/h e 2,8 s no 2.º.

A série de oito voltas ao Autódromo Internacional do Algarve, na configuração de G.P., com 4,692 km de extensão e 15 curvas originou sensações dificílimas de descrever. Sei apenas que as pernas pararam de tremer muitos minutos depois da passagem pela montanha russa algarvia, pois o GT2 RS excede tudo o que promete visualmente, vide entradas de ar sobredimensionadas na dianteira e atrás das portas, o spoiler larguíssimo à frente e a asa traseira fixa com formato XXL (podemos regulá-la com o automóvel parado).

No 911 GT2 RS, forma ao lado da função, não existindo elemento na carroçaria sem influência positiva no funcionamento dos órgãos principais do automóvel e do comportamento. Obra prima da engenharia, este Porsche aproxima-se da perfeição no que respeita à aerodinâmica: na configuração de estrada, 312 kg de forças descendentes (105 kg à frente, 207 atrás) agarram o GT ao asfalto, garantindo-lhe manuseamento fora de série.

Em pista, após mini-intervenção técnica, máximo de 416 kg (145 e 271 kg, respetivamente). Opcionalmente, carro com menos 30 kg, com 1440 kg em vez de 1470. O pacote Weissach estreado pela marca no 918 Spyder (2013-2015) inclui diversos componentes em fibra de carbono reforçada com plástico, magnésio e titânio (carroçaria e chassis) e elimina muitos elementos supérfluos, como o info-entretenimento ou o ar condicionado!

Pela primeira vez na Porsche, 911 para a estrada apresenta-se com pontos de ancoragem do chassis à carroçaria derivados dos carros de corrida, solução que otimiza a rigidez. Os apoios do motor são dinâmicos e adaptam-se à condução, o que estabiliza notavelmente o comportamento da direção (nas transferências de carga a alta velocidade, como as que experimentámos no AIA, esta função otimiza estabilidade, tração e capacidade de aceleração).

Somem-se as molas mais firmes nas quatro rodas e o sistema de travagem com discos carbocerâmicos (PCCB), que impressiona pela potência, resistência à fadiga e leveza. O GT2 RS tem muitos recursos habituais nos desportivos da marca do consórcio VW, incluindo nos SUV, como o amortecimento variável (PASM), as rodas traseiras direcionais e o diferencial ativo (PTV) que gere a repartição do binário no eixo posterior e funciona em sintonia com o controlo de estabilidade. O programa pode desativar-se, mas esta ação muda as características do automóvel de forma radical, principalmente acelerando- se. Nessa situação, condutor normal não dispõe de talento suficiente para dominar a besta com rodas fabricadas em magnésio e pneus de elevada performance (265/35 ZR20 no eixo dianteiro, 325/30 ZR21 no traseiro), que proporcionam motricidade incrível e suportes laterais formidáveis, que esticam os limites da aderência.

Descendente das versões GT2 das gerações 997 (450 cv), 996 (483 cv) e 993 (530 cv) do 911 e RS na história da série (o 1.º surgiu em 2007), a nova versão de topo do modelo mais carismático da Porsche conta com variante do motor de 6 cilindros boxer e 3,8 litros introduzido no catálogo em 2009. A mecânica com injeção direta e sobrealimentação biturbo gera 540 cv no Turbo, 580 cv no Turbo S, 607 cv no Turbo S Exclusive Series e 700 cv no GT2 RS.

Pela primeira vez no modelo, caixa PDK de 7 velocidades, de embraiagem dupla. Este sistema tem dois programas de atuação: automático ou manual, o segundo operado sequencialmente em patilhas no volante, à carro de corrida. As passagens processam-se com rapidez e suavidade. O modo PDK acelera o processo nas acelerações e nas reduções, emprestando ainda mais excitação à condução… Adicionalmente, função Paddle Neutral liberta as embraiagens e interrompe a entrega de potência, puxando as patilhas na nossa direção, em simultâneo. E, assim, neutraliza-se movimento de subviragem ou, pelo contrário, desequilibra-se a traseira. O sistema autoriza-nos ainda a arrancar como nos automóveis com caixas manuais. Sem Super Licença da FIA, moderação!

Nas estradas da Serra de Monchique, na região oeste do Algarve, o 911 GT2 RS também impressionou. Naturalmente, o Porsche digere mal as irregularidades no piso. Portanto, aconselha-se a seleção da configuração normal da suspensão e a desativação do sistema que amplifica a sonoridade do escape (a imagem do carro é suficientemente exuberante…). Aqui, hardware e software trabalham bem coordenados, tornando-se fácil conduzir carro com tração traseira e 700 cv de forma precisa, segura e velocíssima.

Que direção, que travões, que motor, que caixa! O 911 GT2 RS acelera de 0 a 200 km/h em 8,3 s. O cérebro necessita de tempo para adaptar-se aos sinais que recebe do corpo, nomeadamente dos olhos.

O GT2 RS, no mercado nacional, custa 336.805 €. Por menos dinheiro, pode- -se comprar Turbo com 540 cv (0-100 km/h em 3 s, 212.021 €) e Panamera Turbo S E-Hybrid de 680 cv (0 100 km/h em 3,4 s, 197.934 €), mas nenhum destes automóveis consegue aproximar-se dos 6,47,3 m com que o Porsche completou volta ao Nürburgring-Nordschleife, melhorando o recorde para desportivos de série.

Engenheiro português no desenvolvimento do motor

Marcos Marques representou a equipa de engenheiros que trabalhou no desenvolvimento da variante mais potente do motor de 6 cilindros e 3,8 litros estreado pela Porsche em 2009, na geração-997 do desportivo que a marca alemã produz ininterruptamente desde 1963.

Engenheiro português no desenvolvimento do motor

Marcos Marques é engenheiro na Porsche desde 2012

Descendente de emigrantes portugueses, o engenheiro de 44 anos não escondeu a felicidade pela hipótese de falar a nossa língua, no nosso País. «A base é o motor do Turbo. Para aumentarmos o rendimento do motor de 6 cilindros boxer com 3,8 litros, conservámos a injeção direta e a sobrealimentação, sistema com dois turbocompressores de geometria variável, mas adotámos turbinas de muito maiores dimensões, aumentámos a pressão máxima para 1,5 bar, reduzimos a taxa de compressão e instalámos intercoolers que permitem à mecânica respirar melhor, condição para atingirmos os 700 cv».

Funcionário da Porsche desde 2012, Marques confirmou que também existem mudanças no interior do motor, incluindo a adoção de pistões novos, mas destacou as mudanças na admissão e no escape. Para o segundo sistema, os alemães recorreram a componente fabricado em titânio, material que permitiu diminuição substancial no peso (menos 7 kg). A peça montada no 911 GT2 RS, exposta numa boxe do AIA, pesa tão-somente 3 kg.

Fonte: A Bola Portugal

BMW M2 Coupé 2018 chega ao Brasil com novo visual e mais equipado

Coupé já está sendo vendido no País com preço sugerido de R$ 404.950

O BMW M2 Coupé chega à linha 2018 ainda mais conectado e com novo visual, mas sem muito impacto nas mudanças. Entre as principais novidades do modelo, que está disponível nas concessionárias autorizadas BMW, com preço sugerido de R$ 404.950, destacam-se o novo desenho do conjunto óptico e a inclusão de faróis com tecnologia Full-LED. O modelo é equipado com o já conhecido motor 3.0 turbo de seis cilindros, que entrega 370 cv de potência e 51 kgfm de torque.

As lâmpadas Bi-Xênon, de formas circulares e que equipavam o BMW M2 Coupé anterior, deram lugar a novos projetores Full-LED adaptativos e de contornos hexagonais no novíssimo M2 Coupé 2018. As lanternas, por sua vez, passam a exibir mais recortes internos e de perfil alongado.

Tanto os faróis quanto as lanternas trazem novas máscaras escurecidas, proporcionando uma aparência mais densa e provocativa, ao mesmo tempo que ressaltam a luminosidade da dupla auréola das lâmpadas de LED, a já distinta assinatura de design da BMW, garantindo brilho mais nítido e intenso quando elas estão acesas.

Assim como a parte externa, o interior do novo BMW M2 Coupé 2018 também recebeu aprimoramentos no visual e nos acabamentos. O painel, por exemplo, ostenta novo desenho – com destaque para os apliques em fibra de carbono na parte central, material presente também na moldura das saídas centrais de ventilação e na base do BMW iDrive trouch Controller – e guarnições de alumínio acetinado ao redor dos botões dos sistemas de áudio e climatização.

Equipamentos

O novo BMW M2 Coupé 2018 traz uma ampla lista de equipamentos de série voltada para proporcionar a máxima esportividade aliada à sofisticação e ao conforto de alto nível. Entre os principais itens deste pacote destacam-se rodas de liga leve aro 19 polegadas M Double-spoke, transmissão automatizada com alavancas (paddle shifts) atrás do volante para troca de marchas e bancos dianteiros esportivos com ajustes elétricos e função memória.

E ainda: ar condicionado automático digital dual zone, controle de cruzeiro com função freio, câmera de ré e sistema de som Harman Kardon, com amplificador de 360 W, instalado no porta-malas, e mais 16 alto falantes.

O novo BMW M2 Coupé 2018 é dotado de tecnologia voltada à conectividade. Ela agrega, entre outros dispositivos, Sistema de Navegação Professional com iDrive Touch Controller, com HD de capacidade para 20 Gb de armazenamento, tela de alta resolução com 8,8 polegadas, e seletor sensível ao toque e apto a reconhecer letras e sinais.

Assim como outros modelos da BMW, o M2 Coupé incorpora o ConnectedDrive, um conjunto de funcionalidades acessível por meio de um SIM Card – o mesmo utilizado em telefones celulares – conectado à internet.

Esta tecnologia permite obter informações sobre condições de trânsito em tempo real, serviço de alerta de manutenção de componentes (Teleservices), serviços de Concierge, como reservas de hotéis, cotações de moedas e recomendações sobre restaurantes; e Chamada de Emergência Inteligente.

Outra função adicional ao amplo cardápio de recursos disponíveis na linha 2018 do BMW M2 Coupé é a preparação para Apple Car Play. Por meio dele, o usuário pode transferir a interface de algumas funcionalidades do iPhone para o sistema de infotainment do veículo com a ajuda de conexão sem fio (wireless).

O BMW M2 Coupé 2018 esconde sob o capô o motor de seis cilindros em linha e 2.979 cm³, a gasolina,  que integra  tecnologia M TwinPower Turbo, desenvolvida pela BMW M, e que inclui sistema Valvetronic, com dois turbo compressores monoscroll de peso otimizado e sistema de refrigeração.

Este conjunto é capaz de entregar 370 cv de potência, a partir de 6.500 rpm, e torque de 465 Nm (500 Nm, com Overboost), entre 1.400 e 5.560 rpm, e está acoplado a um câmbio automatizado esportivo DKG, de sete marchas com M Drivelogic, e tração traseira. O conjunto motriz faz com que o cupê acelere de 0 (zero) a 100 km/h em apenas 4,3 segundos e atinja 270 km/h de velocidade máxima (com pacote M Driver).

Cores e revestimentos

A linha 2018 do BMW M2 Coupé é oferecida em quatro opções de pintura externa, sendo uma sólida (Branco Alpino) e mais três metálicas (Preto Safira, Cinza Mineral e Azul Long Beach). Internamente, os bancos contam com revestimento de couro Dakota com costuras em azul.

VW mostra Passat ‘nervoso’ com 280 cv em Detroit

Série especial GT tem motor V6 de 3,6 litros e detalhes esportivos por dentro e por fora

A Volkswagen apresentou no Salão de Detroit (Estados Unidos) uma configuração mais apimentada para o sedã Passat. Derivada da opção R-Line, a edição limitada GT nasceu de pesquisas feitas com consumidores e concessionários da marca nos EUA e é uma espécie de sucessora informal do antigo CC existente na geração passada do modelo.

O novo Passat GT traz o mesmo motor V6 de 3,6 litros e 280 cv que equipava o CC (as versões de linha do sedã são equipadas com um 2.0 turbo de 200 cv), acoplado a uma transmissão automática de seis marchas, com paddle shifts para trocas manuais.

Os detalhes esportivos estão no exterior e na cabine. Do lado de fora, há teto pintado de preto, grade dianteira exclusiva do tipo colmeia, rodas de liga leve de 19 polegadas, dupla saída de escape e os mesmos frisos horizontais vermelhos do Golf GTi.

Por dentro, os bancos são de couro sintético preto com detalhes em cinza e o acabamento tem revestimentos que imitam fibra de carbono e também no padrão black piano. A central multimídia é compatível com Android Auto e Apple CarPlay e tem uma tela de 6,3 polegadas.

Serão quatro as opções de pintura: branca, prata, cinza e preta. O preço nas autorizadas norte-americanas partirá de US$ 29.940.

Mais barato no Brasil

Enquanto isso, no Brasil, o Passat entrou em 2018 custando menos. A Volkswagen reduziu o preço do modelo, que chega importado da Alemanha, em R$ 13.510. A tabela era de R$ 178.310 e passou a R$ 164.620.

Como extras, há pinturas metálica (R$ 1.750) ou perolizada (R$ 2.500) e teto solar (R$ 5.370).

Fonte: Jornal do Carro

Fisker Emotion vai-se revelando aos poucos

presentado no CES, foram reveladas mais imagens do Fisker Emotion. As especificações de performance conhecidas até ao momento apontam para uma velocidade máxima de 260 km/h e 640 km de autonomia.

O desportivo Fisker Emotion dificilmente passa despercebido no CES 2018, a avaliar pelas novas imagens reveladas. Ainda ficam por divulgar mais especificações sobre o modelo – embora se saiba que a velocidade máxima é de 260 km/h e que o modelo recorra a baterias de grafeno, com densidade energética 2,5 vezes superior aos iões de lítio, traduzindo-se na possibilidade de obter 200 quilómetros de autonomia em cerca de nove minutos.

Construído em fibra de carbono e alumínio, com o intuito de manter o peso baixo, o Emotion incorpora o sistema de abertura de portas em “borboleta”. E a abertura é controlada via smartphone. […]

Fonte: JN Portugal

Renault faz Clio RS inspirado na Fórmula 1

Versão RS 18 tem pintura especial e motor 1.6 turbo de 220 cv; nova geração deve ser mostrada em outubro

A Renault lançou uma versão limitada do Clio RS na Europa. Em homenagem ao time de Fórmula 1 da Renaultsport desse ano, o RS 18 tem pintura preto e amarela como nos carros de corrida, adesivos cinza e emblemas especiais em alusão à marca.

Renault Clio RS 18

O interior tem volante de Alcantara e couro, partes de plástico que imitam fibra de carbono e soleiras de porta numeradas.

O motor é o mesmo 1.6 turbo de 220 cv da versão 220 EDC Trophy. O câmbio é automatizado de dupla embreagem e seis marchas. O RS 18, no entanto, tem algumas melhorias mecânicas. Ele ganhou amortecedores com batentes hidráulicos, direção mais direta e precisa e escapamento da Akrapovic para um som mais encorpado.

Renault Clio RS 18

Essa edição especial deverá ser um dos últimos suspiros da atual geração do Clio europeu. A quinta geração é aguardada para o próximo Salão de Paris, que ocorre em outubro desse ano.

Fonte: Jornal do Carro

Bugatti Chiron vai a leilão estimado em R$ 14 milhões

Modelo com menos de 1.000 km rodados é um dos primeiros 20 carros a serem entregues em todo o mundo

Foram apenas 500 unidades produzidas com potência de 1.500 cv, o Bugatti Chiron virou sonho de consumo. Mas quem não conseguiu comprar uma unidade ainda tem uma chance. Um Chiron irá a leilão em Paris em fevereiro pela quantia estimada entre 3,2 milhões e 3,6 milhões de euros – equivalente em nossa moeda entre R$ 12 milhões e R$ 14 milhões. Este precinho é um pouco alto não apenas pela supermáquina, mas também pela exclusividade. O Chiron 2017 que será leiloado pela RM Sotheby’s é uma das 20 primeiras unidades a serem entregues em todo o mundo, com menos de 1.000 km rodados marcando no hodômetro.

Quando foi apresentado em 2016, a Bugatti o descrevia como “o superesportivo mais potente, mais rápido, mais luxuoso e mais exclusivo de produção do mundo”. Saiba por que: Seu motor 8.0 W16 com quatro turbos entrega o torque máximo de 163 kgfm, com velocidade máxima limitada a 420 km/h – para uso nas estradas. E a aceleração de 0 a 100 km/h em menos de 2,5 segundos, segundo a fabricante. O Chiron saiu da fábrica de Molsheim, na França, com preço inicial de 2,4 milhões de euros na época, cerca de R$ 9 milhões. Mas creio que poucos carros, ou nem um outro, sofreu esta baita valorização O modelo que será leiloado traz pintura azul em dois tons, interior com revestimento de couro marrom e opcionais como o volante de fibra de carbono e as pinças de freio também em azul. Ele foi entregue ao primeiro dono em abril de 2017. Podem começar a mandar seus lances e boa sorte.

 Fonte: Bem Paraná