Impressão 3D com Resina

As impressoras 3D de resina SLA ou DLP utilizam como material de trabalho a resina, a qual pode ser de muitos tipos. Este tipo de impressoras 3D podem realizar muitas peças pequenas de forma simultânea, com alta precisão e em tempos reduzidos.

A precisão nas impressoras 3D de tecnologia SLA

A principal característica mais destacada das impressoras 3D com tecnologia SLA é a alta precisão que podem alcançar, obtendo uma resolução de até 25 micras, o que possibilita fabricar peças com um grande detalhe e um suave acabado.

Que pode contribuir uma impressora 3D de tecnologia SLA?

Uma impressora 3D de tecnologia SLA é muito polivalente a nível profissional. Nos seus inícios, esta tecnologia estava limitada como as resinas existentes não eram válidas para aplicações industriais. Na atualidade, isso mudou e existem multidão de resinas de engenharia que possibilitam a fabricação de peças resistentes termicamente, mecanicamente, etc.

Em que se diferenciam as tecnologias de impressão 3D FDM e SLA?

Na tecnologia FDM existem uma maior variedade de materiais e cores disponíveis, no entanto, a tecnologia SLA é bem mais precisa e rápida.

Outro ponto determinante é que em FDM se podem combinar materiais, entre eles materiais de suporte solubles, o qual possibilita diminuir o pós-processado de retirada de suportes, algo que em SLA é impossível. Em SLA, devem-se lavar e curar as peças depois da impressão, o qual implica um maior tempo de pós-processado com respeito a FDM.

Por tanto, o tipo de peças a imprimir determinará que tecnologia é mais adequada para a cada caso concreto.

Impressão 3D com resina: SLA e DLP

A tecnologia de impressão 3D baseada na estereolitografía de laser (SLA) utiliza uma luz UV para converter a resinalíquida em um objeto sólido, traçando a forma da cada capa. Utilizam-se dois motores, conhecidos como galvanómetros (um no eixo X e o outro no eixo E) para apontar um raio laser através da área de impressão, solidificando a resina à medida que avança. Este processo desmembra o desenho, capa por capa, em uma série de pontos e linhas que se lhe comunica aos galvanómetros como um conjunto de coordenadas.

A tecnologia de processado de luz digital (DLP) utiliza um ecrã de projeção digital para projetar ao mesmo tempo uma só imagem para a cada capa através de toda a plataforma. Como o proyector é um ecrã digital, a imagem da cada capa está composta de quadrados, o que dá como resultado uma capa formada por pequenos blocos retangulares chamados voxels.

Fonte: filament2print.

Telhados exigem manutenção preventiva

Na hora de construir uma casa, a definição do telhado consome uma parte importante das atenções e discussões do projeto. Porém, depois que a obra termina, muita gente esquece de que essa parte da residência precisa de cuidados e manutenções periódicas. Se isso não for feito, é nesta época do ano — a das chuvas — que os inconvenientes começam a aparecer.

“O ideal é fazer uma vistoria semestral”, indica Juliano Préci de Oliveira, responsável por uma empresa especializada em manutenções preventivas e corretivas. Já para as calhas e rufos, vale investir numa limpeza mensal — principalmente se houver árvores próximas, aconselha.

Segundo Oliveira, essa periodicidade muda de um imóvel para outro, pois cada telhado tem suas características específicas, como estilo, tipo de telha utilizado, altura e formato. Por isso, quase sempre só um profissional especializado é capaz de identificar o que pode estar causando uma infiltração ou goteira, por exemplo.

“Um profissional vai avaliar as necessidades do local, levando em conta o telhado em si e os arredores”, diz o técnico. Isso porque, dificilmente as telhas dão sinais visíveis, aos olhos de leigos, de que já não estão com 100% de sua eficiência. “Em alguns casos, quando o telhado é exposto, não tem laje ou forro, é possível enxergar pontos de claridade por baixo. Mas na maioria das vezes as telhas não dão sinais aparentes [de que precisam ser trocadas].”

Além das falhas estruturais ou de danos no material que podem afetar as telhas em si, há também outras questões que atrapalham o bom “funcionamento” de um telhado. E as calhas são a parte campeã nesse quesito. Não é raro, de acordo com Oliveira, que as folhas das árvores entupam esse encanamento. Até mesmo pombos e ratos podem causas problemas .”Eles podem morrer dentro de calhas e encanamentos pluviais causando entupimento.”

O recomendado é uma vistoria semestral para telhados e para calhas, uma inspeção mensal - DIVULGAÇÃO

O recomendado é uma vistoria semestral para telhados e para calhas, uma inspeção mensal – DIVULGAÇÃO

Telhas de barro 

O mercado oferece, atualmente, uma grande variedade de telhas para cobertura dos imóveis. Dentre as mais recentes novidades, que já caíram no gosto daqueles que decidem construir, estão as versões em fibrocimento e metálicas. Oliveira cita que esta última é mais cara, porém mais resistente. Entre as metálicas há ainda opção das telhas sanduíche — duas partes metálicas preenchidas no meio por uma placa de isopor ou poliuretano. Dessa forma, o material ganha isolamento acústico e térmico.

Apesar das novidades, as tradicionais telhas de barro ainda são as mais utilizadas. E essa versão, alerta o técnico, pede uma atenção especial à manutenção. “Telhas de barro devem ser trocadas porque trincam com o tempo, devido às vibrações causadas pelo vento e, às vezes, até por estarem em ruas muito movimentadas, com tráfego intenso de veículos pesados.” Entretanto, segundo ele, é impossível determinar de quanto em quanto tempo a troca de algumas telhas ou do telhado por completo deve acontecer. “Isso varia de local para local.”

Amianto passa a ser proibido para telhas 

Desde o dia 29 de novembro, o uso do amianto do tipo crisotila, material usado na fabricação de telhas e caixas de água, está proibido no País. A decisão foi tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após uma decisão da mesma Corte que declarou a inconstitucionalidade de um artigo da Lei Federal 9.055/1995, que permitiu o uso controlado do material.

De acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e outras entidades que defendem o banimento do amianto, apesar dos benefícios da substância para a economia nacional — geração de empregos, exportação, barateamento de materiais de construção –, estudos comprovam que a substância é cancerígena e causa danos ao meio ambiente.

A medida do STF proíbe a extração, a industrialização e a comercialização do produto em todo o Brasil. Durante o julgamento não foi discutido como a decisão será cumprida pelas mineradoras, apesar do pedido feito por um dos advogados do caso, que pediu a concessão de prazo para a suspensão da comercialização.

Infiltrações e goteiras de chuvas são principais problemas, que se persistirem por muito tempo podem até comprometer a estrutura do imóvel - LUIZ SETTI / ARQUIVO JCS (30/10/2013)Infiltrações e goteiras de chuvas são principais problemas, que se persistirem por muito tempo podem até comprometer a estrutura do imóvel – LUIZ SETTI / ARQUIVO JCS (30/10/2013)

Em agosto, ao começar a julgar o caso, cinco ministros do STF votaram pela derrubada da lei nacional, porém, seriam necessários seis votos para que a norma fosse considerada inconstitucional. Dessa forma, o resultado do julgamento provocou um vácuo jurídico e o uso do amianto ficaria proibido nos Estados onde a substância já foi vetada, como em São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, mas permitido onde não há lei específica sobre o caso, como em Goiás, por exemplo, onde está localizada uma das principais minas de amianto, em Minaçu.

As ações julgadas pela Corte foram propostas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI) há dez anos ao Supremo e pediam a manutenção do uso do material. (Da Redação e Agência Brasil)

 

Fonte: Jornal Cruzeiro

Trisoft fabrica palmilhas e forro agulhado ecologicamente corretas

8 garrafas PET fabricam um par de tênis, enquanto 4,3 um par de palmilhas

De acordo com a pesquisa divulgada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), com notas que variam entre 1 e 10, o consumidor brasileiro elegeu a importância do consumo consciente com a nota de 8,7, enquanto 7,6 representa consumidores adeptos da compra e de hábitos de vida conscientes. Contudo, do total da população, apenas 28% é considerada de fato como “consumidor consciente”. Uma pesquisa qualitativa realizada pelo Instituto Akatu, em 2015, aponta que muitas pessoas querem contribuir para um mundo melhor, mas não sabem como. O levantamento aponta ainda que produtos e serviços associados a práticas sustentáveis prometem ser mais atraentes se esclarecerem a praticidade e o conforto na utilização.

 

A Trisoft traz para a indústria de calçados opções de palmilhas e forro agulhado, ecologicamente corretas fabricadas a partir de fibras de garrafa PET. As vantagens que ambos oferecem ao setor são a alta performance na durabilidade, são 100% laváveis, não possuem aditivos e colas, não absorvem umidade facilitando na secagem e eliminação de odores após o uso do calçado. O portfólio Trisoft disponibiliza ao mercado algumas opções de Agulhados, que podem ser costurados ou não: Agulhado Estruturado Termofixado, Agulhado Costurado Zig Zag Termofixado, Agulhado Termofixado, Agulhado Semi Estruturado, Agulhado Semi Estruturado com Micro Costura Termofixado, Agulhado Termoprensado.

Para o setor de esportes as palmilhas oferecem bastante autonomia, já que alcançam até 50 mil flexões, são extremamente leves – perfeitas para otimizar a performance de maratonistas, por exemplo -, não possuem resina na composição, não esfarelam e não deterioram, e não permitem a proliferação de fungos e bactérias. São produzidos por um processo exclusivo de fusão termo mecânico, conferindo ao produto maior maleabilidade e moldabilidade. A empresa disponibiliza três versões patenteadas: Palmilha TrisoftPalmilha Premium, Palmilha com EVA e a Palmilha com Espuma PU. Os produtos da companhia, de um modo geral, auxiliam na estrutura do calçado, dão resistência mecânica, corpo e leveza e não rasgam.

 

Fonte: Revista News

Braskem lança novo conceito de resina reciclada no evento internacional Sustainable Brands

A Braskem está presente, nesta primeira semana de junho, na edição de Vancouver do Sustainable Brands – um dos mais importantes eventos do calendário de sustentabilidade –, como patrocinadora, principal apresentadora e expositora no pavilhão Good Materials & Packaging. A empresa aproveitará a feira para apresentar um novo conceito de resina plástica reciclada.Comprometida com seu processo contínuo de desenvolvimento de soluções sustentáveis, por meio de sua plataforma Wecycle, a Braskem apresenta resultados promissores na criação de uma resina reciclada com melhor qualidade e alto teor de conteúdo reciclado oriundo de embalagem rígida pós-consumo doméstico de polietileno. Dentre as características principais, destacam-se as propriedades de resistência ao stress craking semelhantes à resina virgem e propriedades mecânicas de impacto na tração S, 70% melhor do que a resina reciclada utilizada no mercado. O próximo passo é identificar parceiros para testar esta solução em produtos finais (embalagens rígidas de pequeno volume), que utilizarão a resina reciclada como matéria-prima.

No espaço para debates, em que o foco é “Como as marcas estão desenvolvendo novas soluções para embalagens e incorporando práticas de economia circular em seus produtos”, executivos da Braskem discutem projetos e tecnologias que estão sendo estudados em laboratórios de inovação da companhia. Joe Jankowski, responsável comercial de Polietileno Verde da Braskem na América do Norte, abordou os benefícios e aplicações do Plástico Verde I’m green™. Luiz Gustavo Ortega, gerente de Desenvolvimento Sustentável da companhia, comentou sobre a plataforma de conteúdo Bluevision, que trata de temas relacionados a sustentabilidade, desenvolvimento humano e utilização inteligente de recursos. Já Fabiana Quiroga, diretora de área de Reciclagem & Plataforma Wecycle, falou sobre a iniciativa que visa fomentar novos negócios para a valorização de resíduos plásticos pós-consumo e desenvolvimento da cadeia de reciclagem.

Além disso, Fabio Lamon, Líder de Manufatura Digital da Braskem, apresentou palestra, no palco principal do evento, sobre a dinâmica de atuação da companhia em escala global permitir aproveitar o que há de melhor em cada uma das regiões em que está, e a importância de abrir o diálogo da sustentabilidade não apenas para empresas, mas para todos os cidadãos.

Na área de exposição, a Braskem está presente em dois estandes. Em um deles expondo o Plástico Verde I’m green™, produzido a partir de cana-de-açúcar, e suas principais aplicações, como:  embalagens para o setor alimentício, produtos para higiene e beleza, e cuidados para casa. No outro, serão abordadas as plataformas Bluevision e Wecycle. Desta última, estão sendo exibidos alguns produtos, já resultados de parcerias da Braskem por meio da plataforma, como: a caixa organizadora da linha <OU> da Martiplast, a embalagem do tira-manchas Qualitá, do Grupo Pão de Açúcar, e os sacos para lixo, da Embalixo. “O desenvolvimento sustentável é um dos principais pilares de atuação da Braskem e, para nós, é de grande importância participar e fomentar discussões sobre o tema com outras empresas do setor, reforçando nossas iniciativas e conhecendo o que outros grandes players estão fazendo”, informa Fabiana Quiroga. “Trouxemos para o evento nossos principais produtos, conceitos e programas com viés sustentáveis, buscando impactar toda a cadeia a pensar desta maneira”.

Cristalização de pintura, vale a pena?

Fazer cristalização na pintura do carro é uma boa ideia? Bem, só quem realmente curte automóvel e também se preocupa com o bolso sabe o quão prazeroso é deixar o carro sempre impecável, para que ele fique com uma aparência agradável, mantenha pelo menos boa parte do aspecto de novo e ainda elimine gastos desnecessários com reparos na pintura ou em outras partes.

E como você já deve imaginar, há uma série de formas de cuidar do seu automóvel além de uma simples lavagem externa e também uma limpeza interna “passando um paninho úmido” pelos componentes da cabine.

A respeito da pintura da carroceria, para que ela fique sempre bem tratada, sem riscos e com aquele brilho característico de carro mais novo, há a cristalização. Assim como o polimento e o enceramento que você provavelmente já deve ter feito no seu automóvel, ela tem a intenção de manter/ressaltar ou dar brilho à carroceria e ainda remover alguns riscos provocados por danos no uso cotidiano.

Entretanto, você realmente sabe o que é e como é feita a cristalização na pintura de um automóvel? Respondemos esta dúvida logo abaixo. Confira:

O que é cristalização automotiva?

Também conhecida como espelhamento, a cristalização automotiva é um procedimento relativamente recente no mercado e está ganhando cada vez mais espaço entre os proprietários de automóvel. Ao contrário do enceramento e do polimento, que têm como principal objetivo diminuir pequenos danos provocados na pintura da carroceria, a cristalização visa melhorar o aspecto da pintura, realçando o brilho da tinta.

Além disso, a cristalização consegue garantir uma maior durabilidade ao verniz original da pintura do carro. Deste modo, a lataria acaba ficando menos suscetível a danos externos (como os caraterísticos riscos provocados pelas unhas das mãos de uma pessoa), sobretudo quando a cristalização é combinada ao polimento. Na prática, o processo de cristalização cria uma espécie de camada protetora que consegue preservar o aspecto da pintura original por mais tempo.

A cristalização é feita com o uso de uma resina protetora (semelhante à cera), que é aplicada diretamente no verniz da pintura do automóvel. Devido a isso, não apresenta grandes riscos de danificar a pintura. Porém, antes da aplicação da resina protetora, deve ser realizada a limpeza do veículo para retirar as sujeiras e ainda um polimento bastante leve com uma politriz dotada de um disco de espuma para retirar pequenos riscos e manchas, ainda assim sem danificar o verniz original. Aí só depois a resina protetora é aplicada.

Cristalização de pintura, vale a pena?

Vale a pena fazer uma cristalização?

Sobretudo na visão das fabricantes, o processo de cristalização é dispensável mesmo para carros com certo tempo de uso. Isso porque a pintura de um automóvel é dotada de quatro camadas, sendo a última o verniz, que protege e dá brilho. Para eles, basta cuidar periodicamente da pintura de um carro novo somente com uma lavagem simples, com o uso de água e sabão neutro, para que a pintura fique bem cuidada.

Porém, sabemos que na prática a situação pode ser bem diferente. Dá para dizer que a cristalização vale sim bastante a pena sobretudo para carros seminovos, com a intenção de preservar o aspecto de novo da pintura do seu carro por muito mais tempo, ainda mais se você costuma usar o seu veículo com bastante frequência e deixa ele constantemente exposto ao sol, poluição e/ou poeira.

Além disso, pelo fato da cristalização não gerar nenhum tipo de dano ou risco para a pintura do automóvel, você dificilmente enfrentará dores de cabeça com esse tipo de procedimento. A cristalização dura, em média, seis meses.

Quanto custa uma cristalização? Onde fazer?

Como em qualquer outro tipo de serviço, o preço da cristalização varia conforme o lugar escolhido para realizar tal procedimento. Em média, os preços variam de R$ 300 a R$ 500 para carros compactos e médios e de R$ 500 a R$ 700 para veículos maiores, como picapes e SUVs. Ele deve ser realizado sempre em um centro automotivo ou outra empresa da área por profissionais especializados/capacitados.

Cristalização de pintura, vale a pena?

Quais as diferenças entre cristalização, enceramento e polimento?

Ao contrário do que muitos imaginam, cristalização, enceramento e polimento são procedimentos diferentes e indicados para situações igualmente diferentes. Como você pôde conferir nos tópicos anteriores, a cristalização é utilizada para proteger o verniz original da pintura de um veículo, além de ampliar ainda mais o efeito de brilho. Tudo isso com o uso de uma resina protetora aplicada na pintura do carro. É aquele tipo de procedimento usado para prevenir, mas não remediar. Sendo assim, caso o seu carro já esteja repleto de riscos na pintura, a cristalização pode não adiantar em muita coisa.

Por outro lado, o enceramento é recomendado para carros que estejam com pequenas manchas e riscos, podendo ser feito em carros novos, seminovos e usados (até mesmo naqueles que já foram repintados). Fora isso, ele consegue proteger a pintura por até um ano e é interessante para àquelas pessoas que acabam deixando o carro sob a luz do sol durante boa parte do dia, o que acaba provocando danos na pintura. Esse processo é feito com uma cera.

Já o polimento é um processo mais eficiente que o enceramento. É indicado para carros que estejam com manchas e riscos um pouco mais difíceis de serem removidos. Neste caso, as manchas e riscos são removidos com uma massa abrasiva e politrizes em alto número de rotações, sendo que em algumas situações o profissional pode utilizar até uma lixa d’água fina. Ele deve ser feito com pouquíssima frequência – até três vezes durante toda a vida útil do carro.

Uma vitrificação vale mais a pena?

Outro tipo de procedimento é a vitrificação. Assim como a cristalização, ela tem como objetivo proteger a pintura de um automóvel. Entretanto, neste caso, o processo é feito com o uso de uma resina de sílica vítrea (conhecida como “vidro líquido”) aplicado na pintura, que é mais resistente e, como consequência, apresenta uma durabilidade maior. Dependendo da qualidade do produto utilizado, uma vitrificação pode durar até três anos.

Deste modo, a vitrificação pode ser mais interessante para determinadas condições. Entretanto, vale ressaltar que este procedimento é mais caro, podendo chegar a cerca de R$ 800 (ou seja, o dobro de uma cristalização).

 

Fonte: Noticias Automotivas

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